“VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé, estreia em 05 de junho no Teatro Sesc Ginástico

ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTÊVÃO CIAVATTA PANTOJA, COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINA CASÉ VOLTA AOS PALCOS EM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES

 

Com apresentação do Sesc RJ e do Ministério da Cultura, patrocínio da Lei Rouanet e do Laboratório Cristália, “VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé estreia no Teatro Sesc Ginástico, no Rio, em 05 de junho. Dirigida por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta ao surgimento da vida, chegando na vida hiperconectada dos dias de hoje. Com classificação livre e 90 minutos de duração, as sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h, até 05 de julho. Ingressos à venda em: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro.

 

Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

 

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossos encontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escrevia misturando aquelas ideias lindas com minhas digressões, dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, a física e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentindo muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião e logo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto e na direção, minha amiga de infância, com quem nunca havia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixão pela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha me trazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

 

Mais do que um solo, “VIVA! VIDA!” se constrói como uma experiência cênica potente e expansiva, que aproxima diferentes formas de conhecimento — científicas, filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos afroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

 

 

Sinopse

Em “VIVA! VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

 

 

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, Três Verões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

 

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador da Pindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendo plantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obras premiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”, que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

 

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de abertura das Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pela cenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”, unindo sofisticação visual e simbolismo.  Sua obra articula densidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

 

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores expoentes da nova geração do jazz brasileiro da música instrumental, sua trajetória une técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais.  Em 2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acket destacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

 

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhou com alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos para bandas de rock. Figurinos premiados para filmes como “Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

 

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

 

Patrocínio Laboratório Cristália

Indústria Farmacêutica 100% brasileira que produz medicamentos radicais e inovadores de alta qualidade e preço adequado. Cultura faz bem à saúde e o Laboratório Cristália apoia projetos relevantes como a peça VIVA! VIDA!, com Regina Casé. Visite o nosso site e conheça um pouco mais sobre nós: www.cristalia.com.br

 

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de Antônio Nobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: Cláudia Kopke

Visagismo: Veronica Rodrigues

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

Coordenação de Comunicação: Fernando Sahb

Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo:  Estufa de ideia – Natália Simonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – Wesley Cardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

 

Crédito: Carlos Airó Nascimento_Identidade VIsual: Estúdio Radiográfico

 

Serviço
Espetáculo: VIVA! VIDA!
Local: Teatro Sesc Ginástico

Endereço: Av. Graça Aranha, 187 / Centro – RJ

Temporada: 05 de junho até 05 de julho

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h 

Vendas: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro

Valores
Quintas e domingos
R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.

Sextas e sábados
R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.

 

Fábula musical de João Falcão é destaque familiar da Virada Cultural de São Paulo

 “O PEQUENINO GRÃO DE AREIA” APOSTA EM UMA EXPERIÊNCIA SENSÍVEL E GRATUITA PARA CRIANÇAS E ADULTOS NO CORAÇÃO DA AVENIDA PAULISTA

 

Em meio à programação da Virada Cultural 2026, o espetáculo “O Pequenino Grão de Areia”, surge como uma das opções culturais para toda a família na Avenida Paulista. Em cartaz no Teatro do SESI-SP, dentro do Centro Cultural Fiesp, o musical infantil escrito, musicado e dirigido por João Falcão integra a agenda gratuita do festival com sessões voltadas a públicos de diferentes idades. Livres e gratuitas, as sessões acontecem no sábado e no domingo, às 15h.

Instalado na Avenida Paulista, o Centro Cultural Fiesp participa da Virada Cultural com programação especial ao longo do fim de semana, reforçando a proposta do evento de democratizar o acesso à cultura e ocupar diferentes espaços da cidade com atrações gratuitas.
Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.

Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.
Sinopse
Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

Sobre o diretor João Falcão
Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

Sobre o SESI-SP
O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes
visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

Ficha Técnica
Texto, direção e música original: João Falcão
Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano
Direção musical e arranjos: Ricco Viana
Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena
Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget
Iluminação: Cesar de Ramires
Direção de produção: Marlene Salgado
Desenho coreográfico: Alisson Lima
Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis
Fotografia: Ale Catan
Identidade visual: Gabriel Azevedo
Redes Sociais: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Casé Comunica
Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado
Coordenacão de produção: Mauricio Inafre
Administração: Clayton Marques
Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP
Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos
Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h

Benedita Casé Zerbini estreia no teatro com “SURDA”, texto de Julia Spadaccini

ESPETÁCULO QUE TEM  DIREÇÃO DE DÉBORA LAMM  ABORDA A EXPERIÊNCIA DA SURDEZ INVISÍVEL

 

A atriz Benedita Casé Zerbini faz sua estreia nos palcos com o espetáculo SURDA, em cartaz no Teatro Poeirinha a partir de 9 de maio, em sessões com intérprete de Libras. A montagem marca o início de sua trajetória no teatro e aprofunda uma parceria artística que atravessa diferentes linguagens ao abordar a experiência da surdez com sensibilidade e potência. Com direção de Débora Lamm, o espetáculo segue em temporada até 28 de junho, com sessões quintas, sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h.

Antes mesmo de estrear nos palcos, Benedita protagonizou “90 Decibéis”, com passagens em diversos festivais e lançamento previsto ainda para 2026 no Globoplay. Assim como na peça, o longa também explora o universo da deficiência auditiva e tem roteiro de Julia Spadaccini, autora do texto teatral — consolidando um diálogo criativo contínuo em torno do tema.

Em cena, Benedita interpreta uma mulher que passa a conviver com uma perda auditiva progressiva — um processo marcado não pelo silêncio, mas por uma intensa sobreposição de sons que só ela escuta. Sirenes, vozes, ruídos cotidianos e memórias sonoras se misturam, revelando um paradoxo que conduz a narrativa: “quanto mais você perde o som das coisas, mais você ganha sons da sua cabeça”.

 

Para Benedita, a estreia no teatro marca um passo de coragem e um encontro profundo com a própria história: “Estou muito feliz com essa estreia no teatro. É um desafio grande, um passo importante na minha trajetória, mas que encaro com coragem e entusiasmo. O monólogo é uma experiência intensa, dá aquele frio na barriga, mas é um frio gostoso, que me move. Estou cercada por uma equipe incrível, majoritariamente feminina, o que torna esse processo ainda mais potente e especial. Essa peça tem um significado muito profundo para mim, enquanto mulher com deficiência e mulher surda — é uma história que me atravessa e dialoga diretamente com a minha vivência. Estrear em um teatro tão simbólico e intimista como o Poeirinha torna tudo ainda mais bonito. É um trabalho que me representa e que eu abraço com muita verdade e gratidão.”

A dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini aborda, pela primeira vez, sua própria vivência como mulher surda oralizada — condição em que a pessoa fala, mas possui perda auditiva profunda. E a escolha de Benedita reforça a autenticidade da obra: assim como a autora, a atriz também é surda oralizada e leva para o palco suas experiências pessoais.

Com recursos de áudio e projeções em vídeo, SURDA constrói uma narrativa fragmentada que percorre os impactos da deficiência auditiva nas esferas afetiva, familiar e profissional. Entre leveza, humor e emoção, a encenação convida o público a experimentar uma realidade ainda pouco compreendida.

Mais do que uma estreia nos palcos, o espetáculo também propõe um debate urgente: a ampliação do olhar sobre a surdez para além dos estereótipos. A proposta é deslocar a percepção do público e evidenciar que nem toda deficiência é visível, e que, muitas vezes, é justamente nessa invisibilidade que residem as maiores barreiras.

Créditos da imagem: Jorge Bispo

Ficha Técnica – SURDA 

Texto Julia Spadaccini

Direção Débora Lamm

Elenco Benedita Casé Zerbini

Intérprete de libras Diana Dantas

Colaboração Artística Cristina Moura

Assistência de direção Laura Araújo

Preparação vocal Leila Mendes

Cenografia Aurora Campos

Projeções e vídeos Camilla Lapa

Figurinos Carla Costa

Trilha Musical Dany Roland

Iluminação Ana Luzia Molinari de Simoni

Fotógrafo Rodrigo Menezes

Designer gráfico Brunella Provvidente

Direção de produção Dadá Maia

Pesquisa dramatúrgica Marcia Brasil

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

 

Serviço 

SURDA

Temporada: 09 de maio a 28 de junho de 2026

Teatro Poeirinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo

Telefone: (21) 2537-8053 

Dias e horários: quintas, sextas e sábados, às 20h, e domingos às 19h.

Ingressos: R$ 100,00 (Inteira) / R$ 50,00 (meia entrada)

Capacidade: 40 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação etária: Livre

Venda de ingressos: Sympla e na bilheteria do teatro. 

Funcionamento da bilheteria: de terça a sábado das 15h às 20h; domingo das 15h às 19h.

A Peça Infantil, estrelada por Chay Suede, chega a São Paulo com identidade visual e direção de fotos do Radiográfico

Nos últimos anos, o estúdio Radiográfico tem consolidado sua presença na cena cultural brasileira com projetos que transitam entre arte, design e tecnologia. Do sucesso absoluto na turnê Tempo Rei de Gilberto Gil, passando pelo universo lúdico de Partimpim, de Adriana Calcanhotto, às exposições Baú do Raul (MIS SP) e Oceano (Museu do Amanhã), o estúdio carioca se destaca por criar identidades visuais que contam histórias e expandem a experiência do público para além do palco e das paredes do museu.

 

Após temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo PEÇA INFANTIL – A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay chega a São Paulo com sessões no Teatro Cultura Artística a partir de 7 de março. O projeto gráfico é assinado pelo Radiográfico e marca a estreia de Chay Suede no teatro, sob direção geral de Felipe Hirsch, dramaturgia de Caetano W. Galindo e do próprio Hirsch, e cenografia de Daniela Thomas. Embora o título faça referência a uma “peça infantil”, trata-se de um espetáculo adulto, humorístico-filosófico, que utiliza o formato de pseudodocumentário para explorar – com ironia e espanto – as venturas e desventuras do personagem Cavalheiro Roobertchay. A narrativa se desenvolve em doze fragmentos breves, que partem da memória voluntária e involuntária de Chay e avançam para questões contemporâneas como fama, autenticidade e influência.

 

Convidado por Hirsch, o estúdio foi responsável pela identidade visual do espetáculo, pela direção da sessão fotográfica com Chay Suede e pela concepção dos conteúdos visuais. As fotos, realizadas por Fabio Audi, serviram de base para a criação de uma paisagem imagética inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch, repletas de personagens, símbolos e elementos fantásticos. “A sessão fotográfica foi pensada como ponto de partida para o universo visual da peça. Fotografamos o Chay em diversas poses e figurinos, contra fundo branco, e essas imagens serviram de base para compormos uma grande paisagem inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch – cheias de personagens e elementos simbólicos. Nessa paisagem, estão representados vários dos elementos que aparecem nas histórias contadas em cena”, explicam Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia, sócios do Radiográfico.

 

Misturando realidade e ficção, o espetáculo propõe uma jornada visual e narrativa que amplia a experiência da plateia. Além da identidade visual, o Radiográfico também é responsável pela criação dos conteúdos projetados no cenário, um grande painel de LED horizontal com peças desconstruídas concebido por Daniela Thomas. Segundo os sócios do estúdio, esses conteúdos visuais funcionam quase como um personagem em cena: foram desenvolvidos em estreita colaboração com Felipe Hirsch, em um mergulho profundo na dramaturgia, e reforçam a narrativa de forma intrincada. “Algumas sequências foram criadas com inteligência artificial – inclusive um falso Chay digital – outras de forma manual, ampliando o jogo entre ficção e realidade que estrutura o espetáculo. Esse uso criativo das projeções merece destaque, pois o cenário, em sua totalidade, se torna parte fundamental da experiência e da construção do enredo da peça”, finalizam Olivia e Pedro.

 

 

 

Serviço – Temporada São Paulo

 

Apresentação: A partir de 7 de Março de 2026 – horário de Brasília.
Horários: Março: Sábados: 21h30 | Domingos: 19h
Local: Cultura Artística
Endereço: Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação, São Paulo – SP, 01301-010
Classificação: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos responsáveis legais.*

Ingressos: Tickemaster

 

 

 

 

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

 

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

 

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

 

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

 

https://www.radiografico.com.br/

 

Créditos da foto: Flávia Canavarro

Alceu 80 girassóis: o palco como território multilinguagens

Oblíquo e Radiográfico assinam a direção de arte e concepção cenográfica de “80 Girassóis”, de Alceu Valença

O encontro entre a obra de Alceu Valença e os estúdios Oblíquo e Radiográfico ganha forma em “80 Girassóis”, espetáculo que traduz para a cena a potência multilinguagens do artista. Com direção de arte e concepção cenográfica assinadas pelas duas casas, o projeto dialoga diretamente com a proposta cênica e musical do show. A cenografia estruturada a partir de um telão em formato de girassol – símbolo da turnê e metáfora dos oitenta giros solares de sua vida – surge como uma grande alegoria central do espetáculo, criando um palco em permanente mutação.

 

Quando falamos de Alceu Valença, falamos de um grande encenador – no sentido mais amplo da palavra. Alceu interpreta, dirige, corporifica o espetáculo. Sua presença nunca se limitou ao canto: ocupa o palco em multilinguagens desde sempre. Em 28 de dezembro de 1975, Nelson Motta escreveu sobre ele como uma das grandes revelações daquele ano no jornal O Globo:

 

“Numa área onde o rock se confunde com todos os sons do Brasil e do mundo, ocorreu certamente a revelação mais importante do ano – Alceu Valença, que explodiu com o seu som nordestino-indiano-inglês-árabe-all over. Com uma originalidade extraordinária e uma presença cênica rara entre os quase sempre estáticos cantores brasileiros, geralmente pouco preocupados com o lado teatral que existe num cantor, quer ele queira ou não, a partir do momento em que pisa num palco e há pessoas na plateia para aquele número de mágica, Alceu revelou um lado poderoso de intérprete e uma excelente perspectiva de autor musical.”

 

Com direção artística de Rafael Todeschini, diretor e cofundador do estúdio Oblíquo, 80 girassóis é um espetáculo de multilinguagens: “Trabalhamos com a obra do Alceu desde 2009 e, de lá para cá, realizamos inúmeros projetos de identidade e narrativa da sua obra. Este é, com certeza, o mais complexo de todos, pois adentramos no território sagrado de Alceu, o palco. Buscamos criar uma experiência que traduza as multilinguagens que Alceu cria. Além de musical, “80 girassóis” é teatral, cinematográfico, literário e pictórico. E, ao lado do Radiográfico, exploramos cada uma dessas linguagens”.

 

Com a parceria em “80 Girassóis”, o Radiográfico reforça sua atuação no universo da música. Em 2025, o estúdio conquistou o Grand Prix do BDA com a identidade visual em movimento da turnê “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, consolidando o design como elemento central na construção de experiências culturais contemporâneas. “Ao lado dos parceiros da Oblíquo, estamos felizes por desenvolver um projeto para um artista com a dimensão de Alceu Valença. É uma grande responsabilidade traduzir visualmente a potência poética e toda a energia que atravessam sua obra”, destacam os sócios-fundadores do Radiográfico, Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia.

 

Mais do que ilustrar as músicas, buscou-se potencializar seus universos poéticos. Cada momento visual foi pensado em sintonia fina com o tema, o ritmo e a atmosfera de cada composição, criando uma experiência em que música, imagem e a presença cênica de Alceu se entrelaçam. O resultado é um espetáculo musical, teatral, cinematográfico, literário e pictórico, que percorre diferentes experiências do espaço de interação entre o público e o artista.

 

Girassol Cinematográfico

O show começa com uma abertura cinematográfica, com o depoimento do pai e da mãe de Alceu, falando da divergência sobre a crença na carreira artística do filho, ao som de Edipiana nº 1. Além disso, Aboio é ambientado com imagens de A Luneta do Tempo, filme do próprio Alceu, de 2015, e Tesoura do Desejo conta com imagens de Luis Abramo e Juba Valença. A Banda de Pife, em que os músicos são apresentados, traz trechos de Nordeste: cordel, repente e canção, de Tânia Quaresma, filme histórico sobre a cultura expressiva dos cantadores, emboladores, cordelistas, violeiros e repentistas dos interiores do Nordeste no ano de 1975. E também outro filme do ano anterior (1974) Zabumba, Orquestra Polular do Nordeste, de Zelito Viana, que expressam um universo semelhante. Embolada do Tempo tem registros fotográficos do Alceu menino até os dias de hoje, numa montagem arrebatadora do tempo. Destaque especial para Espelho Cristalino, que será representada pelo icônico ensaio fotográfico realizado por Cafi no contexto do lançamento do disco homônimo — momento em que imagem e música se fundem de maneira definitiva na construção do próprio Alceu como personagem de sua obra: “ver a luz do passado e do presente, viajar pelas veredas do céu, pra colher três estrelas cintilantes e pregar nas abas do meu chapéu”.

 



Girassol Teatral

O show apresenta propostas teatrais em músicas como Girassol, que inspirou o título da turnê e apresenta uma proposta imersiva de um pôr do sol com o horizonte do mar. Assim como em Solidão, que traz a lua, os astros e o universo como tema melancólico, e em Anunciação, as nuvens que trazem o tom celestial da música.

Táxi Lunar quebra a quarta parede ao convocar o público a participar conjuntamente de uma catarse coletiva. A homenagem ao principal parceiro musical de Alceu, Paulinho Rafael, emociona com o solo que ele criou para Hino do Elefante, performado por Zi Ferreira, e com o canto vigoroso de Alceu. Cabelo no Pente traz a imersão pelas ruas do passado e o pé caminhador de Alceu, e Pelas Ruas Que Andei homenageia o Recife antigo, sendo finalizado com a bandeira de Pernambuco.

 

Girassol Literário

Em Agalopado, emergem elementos do imaginário de Ariano Suassuna, numa identificação poética entre os dois artistas pela figura de Dom Quixote — o cavaleiro do sonho e da utopia. Coração Bobo incorpora o espírito junino através do corte e recorte das bandeirolas letradas de Catarina Dee Jah, que dão voz à letra ao coração do poeta que pipoca dentro do peito. Ao homenagear Luiz Gonzaga, Alceu resgata a tradição da oralidade do Rei do Baião, que fazia de suas músicas “contações de histórias”. O lirismo de Flor de Tangerina ganha corpo nas xilogravuras de J. Borges e J. Miguel, trazendo a delicadeza romântica da madeira talhada. É a partir dela que Alceu conta a narrativa de um poeta que está em busca do seu grande amor nas músicas seguintes.

 

Girassol Pictórico

Pagode Russo assume seu caráter onírico através das ambiências e personagens do artista olindense Getúlio Maurício, expandindo o delírio festivo da canção. Assim, como La Belle de Jour e a sua praia de boa viagem de Meton Joffily e Rafael Valença. Cavalo de Pau recebe os traços densos e emocionais da pintura de Elvira Freitas Lira. Em Estação da Luz e Sabiá, entram em cena as expressões gráficas de Virgolino e Marisa Lacerda, respectivamente, já profundamente associadas ao imaginário visual da obra de Alceu. Já Ciranda da Rosa Vermelha convoca o universo naïf de Edmar Fernandes, que recria uma Ilha de Itamaracá imaginária, afetiva e colorida. Nas carnavalescas Pirata José e Bicho Maluco Beleza, surgem as poéticas visuais de Marcos Amorim e Bajado, artistas que souberam traduzir como poucos a pulsação do Carnaval de Olinda. Em Tropicana, as obras de Sérgio Lemos reaparecem como matriz visual de inspiração de um dos mais emblemáticos sucessos do repertório de Alceu.

 

Apresentação: https://app.box.com/s/pfnenv1zpm5nccbxiwu8dyx20g4r9me6 

Imagens: https://app.box.com/s/9uvc3vp4cbvfd7b71gf7b996ajox2qz3

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

https://www.radiografico.com.br/ 

 

Sobre o Oblíquo 

Fundado em 2010 por Erika Martins e Rafael Todeschini, o estúdio Oblíquo cria identidades e narrativas em inúmeras linguagens. Não há uma linha autoral que define o trabalho do estúdio, mas uma multiplicidade de experimentações que traduzem um propósito transversal. Na trajetória do estúdio foram atendidos clientes como Chás Leão, Verde Campo, Globo, Alceu Valença, Casa Estação da Luz, Queira Agroecologia, ICOM, Instituto Coca-Cola, Sistema OCB, Amata, Caixa Cultural, Keith Haring Foundation, Prefeitura do Rio de Janeiro entre outros. O estúdio se destacou com premiações nas últimas edições do Brasil Design Awards, Latin American Design Awards e na 14ª Bienal Brasileira de Design de 2024 nas categorias de branding, design gráfico, embalagem, ambientação e tipografia. Recentemente realizaram a curadoria e direção de arte da exposição “Alceu Valença, uma geografia visceral nordestina” que conta os mais de 50 anos de história do artista pernambucano na Casa Estação da Luz em Olinda, Pernambuco em 2024.

obliquo.com.br

 

Créditos da foto: Rogério von Krüger

Shopee e Rede Mulher Empreendedora lançam iniciativa para promover negócios femininos

Com inscrições abertas até 10 de abril, o Mulher do Ano Shopee reconhecerá empreendedoras por seus negócios de impacto econômico e social

 

São Paulo, 23 de março de 2026 – A Shopee, marketplace que conecta vendedores e consumidores, em parceria com a Rede Mulher Empreendedora (RME), lança a segunda edição do Mulher do Ano Shopee, uma iniciativa para promover e incentivar o empreendedorismo feminino no e-commerce brasileiro, além de fomentar que ainda mais mulheres possam ter as oportunidades e os recursos para começar e prosperar no digital.

 

O programa reconhecerá 10 empreendedoras pelo seu uso do marketplace para criar e escalar negócios com impacto econômico e social. As finalistas receberão consultoria para o desenvolvimento dos seus negócios, além de créditos de impulsionamento e, para as três primeiras colocadas, reconhecimento em dinheiro.

 

“A iniciativa acontece em um contexto significativo, no qual as mulheres já representam 51% dos vendedores ativos na plataforma, evidenciando o papel crescente que o e-commerce pode desempenhar como meio de geração de renda e expansão de negócios para as mulheres”, afirma Leila Carcagnoli, Líder de Categoria da Shopee. “A Shopee busca construir um ecossistema de apoio que ofereça recursos e visibilidade para que mais empreendedoras possam prosperar no ambiente digital”, complementa.

 

“Mais do que ocupar o espaço digital, queremos que as mulheres desenvolvam negócios sólidos e rentáveis. Nosso papel, junto à Shopee, é potencializar esse movimento: oferecer ferramentas, mentoria e investimento para que essas empreendedoras convertam visibilidade em faturamento e escalabilidade”, comenta Ana Fontes, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora.

 

Como vai funcionar?

As inscrições do Mulher do Ano Shopee – Edição Empreendedoras estão abertas até 10 de abril, por meio do site oficial do projeto: https://shopee.com.br/m/mulher-do-ano-shopee. Podem participar vendedoras locais que fazem parte da plataforma da Shopee, sejam proprietárias ou principal executiva do negócio, e que tenham lojas com vendas ativas nos últimos 6 meses.

 

As inscrições podem ser feitas em uma das duas categorias da iniciativa. Em “Servimos”, a empresa vai destacar empreendedoras que tenham conseguido gerar impacto social em sua comunidade por meio do trabalho na plataforma. A segunda, “Vamos mais rápido” vai avaliar o crescimento e a performance da loja no último semestre.

 

As avaliações serão feitas em três fases que incluem um comitê de especialistas da Shopee e da RME, que considerarão os critérios estabelecidos para cada categoria, além de uma banca de jurados com grandes nomes do mercado. As vencedoras serão anunciadas em agosto durante um evento em São Paulo.

 

Além da consultoria para o desenvolvimento dos seus negócios e créditos de Ads, que todas as 10 finalistas receberão, as três primeiras colocadas em cada categoria também irão receber o reconhecimento em dinheiro, com o objetivo de alavancar sua presença de marca e seus negócios na plataforma.

 

1º Lugar: R$7 mil e mais R$10 mil em créditos Shopee Ads

2º Lugar: R$4 mil e mais R$8 mil em créditos Shopee Ads

3º Lugar: R$3 mil e mais R$6 mil em créditos Shopee Ads

4º Lugar: R$4 mil em créditos Shopee Ads
5º Lugar:
R$2 mil em créditos Shopee Ads

 

 

Shopee

Lançada em 2015 em Singapura, a Shopee é um marketplace que conecta vendedores e consumidores, com operação local no país desde 2020. Atualmente, a empresa conta com uma equipe de mais de 25 mil colaboradores em três escritórios na cidade de São Paulo, 16 centros de distribuição e nos mais de 200 hubs logísticos por todo o país para atender as vendas dos seus mais de 3 milhões de vendedores brasileiros cadastrados, que hoje são responsáveis por mais de 90% das transações da plataforma.

 

A Shopee oferece uma experiência de compra fácil, segura e divertida para milhões de pessoas diariamente. Além disso, a empresa tem como compromisso contribuir com o desenvolvimento da economia digital ao ajudar pequenos e médios empreendedores e grandes marcas a prosperarem no e-commerce.

 

A Shopee faz parte da Sea Limited (NYSE: SE), uma empresa global de tecnologia. A missão da Sea é melhorar a vida de consumidores e pequenas empresas com tecnologia por meio de seus três negócios principais: Shopee, Garena e Monee.

 

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15,6 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.