“O Projeto”, de Sabrina Fidalgo, será exibido na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

DOCUMENTÁRIO TEM SESSÃO MARCADA PARA 22 DE OUTUBRO, ÀS 21H10, NO ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA, COM A PRESENÇA DO CODIRETOR SUÍÇO YVAN RODIC

 

O documentário “O Projeto”, primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo, integra a programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com duas sessões na capital paulista: a primeira em 22 de outubro, às 21h10, no Espaço Petrobras de Cinema – Sala 2, e a segunda em 27 de outubro, às 17h40, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca – Sala 2. A exibição do dia 22 contará com a presença do fotógrafo suíço Yvan Rodic, internacionalmente conhecido como FaceHunter, que assina a codireção do filme ao lado de Sabrina. Após a estreia mundial no Festival de Cinema de Gramado e a participação como filme de abertura do 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, a produção chega à capital paulista dando continuidade à sua trajetória pelo circuito audiovisual brasileiro. O filme também já teve seu trailer oficial divulgado, com destaque para o depoimento da escritora, artista e teórica interdisciplinar Grada Kilomba, uma das vozes internacionais presentes na obra. O vídeo pode ser assistido em: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU.

O Projeto é um road movie documental, ensaístico e poético que atravessa países, paisagens, arquivos, memórias e experiências pessoais para refletir sobre as marcas visíveis e invisíveis de mais de seis séculos de colonialismo. Realizado ao longo de seis anos, com filmagens em diferentes países e continentes, o filme nasce do encontro entre as trajetórias de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic, fotógrafo suíço branco. A partir desse ponto de partida, os dois realizadores percorrem territórios, histórias e subjetividades para investigar como o projeto colonial europeu continua reverberando no presente, tanto no Sul quanto no Norte globais.

Entrelaçando experiência pessoal, pesquisa histórica, deslocamento geográfico e reflexão política, O Projeto aborda questões como colonialismo, racismo, supremacia branca, memória, pertencimento e resistência, colocando em diálogo perspectivas e experiências atravessadas de maneiras distintas por uma mesma história global. Ao longo dessa jornada, os realizadores encontram intelectuais, artistas, pesquisadores, ativistas e lideranças de diferentes partes do mundo. Entre as participações estão Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Moshtari Hilal, Sinthujan Varatharajah, Mata Gabin e Ali Delgado, entre outros.

Mais do que reconstruir historicamente o colonialismo, O Projeto busca observar como suas estruturas permanecem inscritas nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e afetivas contemporâneas, ao mesmo tempo em que acompanha diferentes formas de resistência, reinvenção e produção de futuro.

A estreia nacional de O Projeto nos cinemas brasileiros está marcada para 19 de novembro, integrando as pautas e reflexões do mês da Consciência Negra.

O longa é uma produção da Gullane, liderada por Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis, em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media, e distribuição da Gullane+. O filme conta ainda com apoio institucional da ANCINE, patrocínio da RD Saúde e apoio do Le Fonds de Dotation agnès b.

 

Ficha Técnica

O PROJETO

Gullane em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media

Direção: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Roteiristas: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis

Produtores Executivos: Ana Saito, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas, Ana Vezzi, Daniela Antonelli Aun

Coprodução: Sabrina Fidalgo e Laís Bodanzky

Produção Associada: Yvan Rodic, Ludivine Camus

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem: André Bomfim

Consultoria de Montagem: Cristina Amaral

Música Original: Plínio Profeta

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Depoimentos de: Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Mata Gabin, Sinthujan Varatharajah, Moshtari Hilal, Henrique de Azeredo Miranda, Thomas Braunschweig, Renate Bürner-Kotzam, Sadakne Baroudi, Leema Mason, Henrique Bon, Ali Delgado, Faustino Lencina, Alejandro Joma, dentre outros.

Duração: 95min

A Gullane (produtora)

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, com Débora Ivanov como sócia, já soma em seu catálogo mais de 60 longas lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e mais de 40 séries para televisão e plataformas de streaming, além de 10 filmes e projetos especiais para TV e streaming. Entre os filmes em destaque estão Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; a franquia Até que a Sorte nos Separe; Que Horas ela Volta?, Como Nossos Pais, Bingo – O Rei das Manhãs, Motel Destino e Arca de Noé. Já no caso de séries, os destaques são Senna, Sintonia, Ninguém Tá Olhando e Boca a Boca e Emergência Radioativa (Netflix); Alice e Hard (HBO), Unidade Básica (Universal TV), As Five, Onde está meu coração e Carcereiros (Globoplay), Irmãos Freitas (Space e Amazon Prime) e O Rei da TV (Disney+). A Gullane coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais e premiações de cinema e televisão do Brasil e do mundo como o Oscar, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, MIPTV e Emmy.

 

GLOBO FILMES (Coprodutora)

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema. O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais. A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

 

CANAL BRASIL (Coprodutora)

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 450 longas-metragens coproduzidos. No ar há 28 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Gullane+ (distribuidora)

“Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov. Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional. A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização. Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países. Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes e “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado. Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.

 

“O Projeto” – 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Trailer oficial: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU
Estreia nos cinemas: 19 de novembro de 2026

1ª exibição | 22 de outubro (quinta-feira)
Horário: 21h10
Local: Espaço Petrobras de Cinema – Sala 2
Sessão com a presença do codiretor Yvan Rodic (FaceHunter).

2ª exibição | 27 de outubro (terça-feira)
Horário: 17h40
Local: Cinesystem Belas Artes Frei Caneca – Sala 2
Ingressos e programação: www.mostra.org

Fotos: Divulgação Gullane

“O Projeto”, de Sabrina Fidalgo, ganha trailer oficial

DOCUMENTÁRIO TAMBÉM SERÁ EXIBIDO NA 50ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO

 

“O Projeto”, primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo ganha trailer oficial a partir desta segunda, 28, com destaque para o depoimento da escritora, artista e teórica interdisciplinar Grada Kilomba; uma das vozes internacionais presentes no filme.

Para assistir ao vídeo, basta acessar: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU

 

O documentário se prepara para chegar em São Paulo, onde será exibido na 50º Mostra Internacional de Cinema, após a estreia mundial de Gramado e de também ter sido escolhido como filme de abertura do 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, ampliando sua Circulação pelo circuito audiovisual brasileiro e aproximando a obra do público.

 

Codirigido por Sabrina Fidalgo e pelo fotógrafo suíço Yvan Rodic, internacionalmente conhecido como FaceHunter, O Projeto é um road movie documental, ensaístico e poético que atravessa países, paisagens, arquivos, memórias e experiências pessoais para refletir sobre as marcas visíveis e invisíveis de mais de seis séculos de colonialismo.

 

Realizado ao longo de seis anos, com filmagens em diferentes países e continentes, o filme nasce do encontro entre as trajetórias de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic, fotógrafo suíço branco. A partir desse ponto de partida, os dois realizadores percorrem territórios, histórias e subjetividades para investigar como o projeto colonial europeu continua reverberando no presente, tanto no Sul quanto no Norte globais.

 

Entrelaçando experiência pessoal, pesquisa histórica, deslocamento geográfico e reflexão política, O Projeto aborda questões como colonialismo, racismo, supremacia branca, memória, pertencimento e resistência, colocando em diálogo perspectivas e experiências atravessadas de maneiras distintas por uma mesma história global.

 

Ao longo dessa jornada, os realizadores encontram intelectuais, artistas, pesquisadores, ativistas e lideranças de diferentes partes do mundo. Entre as participações estão Grada Kilomba,  Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Moshtari Hilal, Sinthujan Varatharajah, Mata Gabin e Ali Delgado, entre outros.

 

Mais do que reconstruir historicamente o colonialismo, O Projeto busca observar como suas estruturas permanecem inscritas nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e afetivas contemporâneas, ao mesmo tempo em que acompanha diferentes formas de resistência, reinvenção e produção de futuro.

A estreia nacional de O Projeto nos cinemas brasileiros está marcada para 19 de novembro, integrando as pautas e reflexões do mês da Consciência Negra.

 

O longa é uma produção da Gullane, liderada por Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis, em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media, e distribuição da Gullane+. O filme conta ainda com apoio institucional da ANCINE, patrocínio da RD Saúde e apoio do Le Fonds de Dotation agnès b.

  

 

Ficha Técnica

O PROJETO

Gullane em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media.
Direção: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Roteiristas: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis

Produtores Executivos: Ana Saito, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas, Ana Vezzi, Daniela Antonelli Aun

Coprodução: Sabrina Fidalgo e Laís Bodanzky

Produção Associada: Yvan Rodic, Ludivine Camus

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem: André Bomfim

Consultoria de Montagem: Cristina Amaral

Música Original: Plínio Profeta

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Depoimentos de: Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Mata Gabin, Sinthujan Varatharajah, Moshtari Hilal, Henrique de Azeredo Miranda, Thomas Braunschweig, Renate Bürner-Kotzam, Sadakne Baroudi, Leema Mason, Henrique Bon, Ali Delgado, Faustino Lencina, Alejandro Joma, dentre outros.

Duração: 95min

 

A Gullane (produtora)

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, com Débora Ivanov como sócia, já soma em seu catálogo mais de 60 longas lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e mais de 40 séries para televisão e plataformas de streaming, além de 10 filmes e projetos especiais para TV e streaming. Entre os filmes em destaque estão Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; a franquia Até que a Sorte nos Separe; Que Horas ela Volta?, Como Nossos Pais, Bingo – O Rei das Manhãs, Motel Destino e Arca de Noé. Já no caso de séries, os destaques são Senna, Sintonia, Ninguém Tá Olhando e Boca a Boca e Emergência Radioativa (Netflix); Alice e Hard (HBO), Unidade Básica (Universal TV), As Five, Onde está meu coração e Carcereiros (Globoplay), Irmãos Freitas (Space e Amazon Prime) e O Rei da TV (Disney+). A Gullane coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais e premiações de cinema e televisão do Brasil e do mundo como o Oscar, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, MIPTV e Emmy.

 

GLOBO FILMES  (Coprodutora)

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.

O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.

A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

 

 

CANAL BRASIL  (Coprodutora)

 

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 450 longas-metragens coproduzidos. No ar há 28 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Gullane+ (distribuidora)

“Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov.

Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional.

A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização.

Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países.

Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes e “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado

Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.

Jonathan Haagensen estreia na direção com “Minha Primeira Namorada”, primeiro longa da Black Pen Filmes

COMÉDIA ROMÂNTICA TERÁ PREMIÈRE MUNDIAL DURANTE O FESTIVAL DO RIO, DENTRO DA MOSTRA NOVA GERAÇÃO

 

 

A estreia de Jonathan Haagensen na direção de um longa-metragem acontece na edição 2026 do Festival do Rio, com a première mundial de “Minha Primeira Namorada”, comédia romântica produzida pela Black Pen Filmes, em coprodução com a Kromaki e a NBCUniversal Media, e apoio da TV Globo. O filme será exibido dentro da Mostra Nova Geração, criada nesta edição do festival para reunir produções brasileiras voltadas ao público jovem e às famílias. A sessão acontecerá na quarta-feira, 7 de outubro, às 21h15, no Centro Cultural FGV.

 

A presença de “Minha Primeira Namorada” no festival amplia o percurso de um filme originalmente produzido para a televisão – e o coloca em contato, pela primeira vez, com o público de uma programação cinematográfica. Para a Black Pen Filmes, a seleção e exibição de sua primeira película representa também uma oportunidade de apresentar ao mercado a produtora e o caminho de desenvolvimento de seu primeiro longa, desde a criação da ideia original até a produção e a chegada às telas, abrindo espaço para apresentar também a trajetória de uma produtora que aposta em histórias populares, brasileiras, solares e inspiradoras, com potencial de diálogo com grandes públicos e identidade cinematográfica própria.

 

A realização marca ainda um momento importante na trajetória de Jonathan Haagensen, que divide a direção com a também cineasta Kátia Lund, conhecida por trabalhos como Cidade de Deus. Conhecido por sua atuação no cinema, na televisão e no teatro, Jonathan chega à Direção de um longa a partir de uma história que combina romance, música e humor e que tem o pagode como elemento central da narrativa, gênero muito presente na cultura musical brasileira.

 

“Senti que era uma oportunidade de criar um imaginário que falasse de amor, de amizade, de felicidade. Depois de tantos anos como ator, vivendo histórias que partiam de luta e sobrevivência, poder estrear na Direção contando uma história sobre afeto tem um significado muito especial para mim. Minha Primeira Namorada nasce dentro da minha produtora, a partir desse desejo de ampliar as possibilidades e mostrar que nós também podemos ser protagonistas cheios de sonhos, e viver histórias leves, românticas e divertidas.”

 

“Minha Primeira Namorada” acompanha Paulinho, um jovem cantor que viraliza nas redes sociais após a publicação de uma música antiga feita para sua primeira namorada, Nina. E, ao perceber a repercussão do vídeo, ela reaparece com a proposta de que Paulinho faça rodas de pagode para ajudar a salvar a falida loja de noivas de seu pai. Em troca, ela promete ajudá-lo a encontrar uma nova namorada.

 

Com filmagens realizadas no Rio de Janeiro, através da valorização da região central da cidade, o longa tem roteiro assinado por Luanna Guimarães e Bárbara Velloso e reúne no elenco Faíska Alves, Cecília Chancez, Pedro Ottoni, Carla Cristina Cardoso, Flávio Bauraqui, Cridemar Aquino, Noemia Oliveira e Jordana Morena.

 

 

Sinopse “Minha Primeira Namorada”

Paulinho, um jovem sonhador, vê sua vida ganhar outro ritmo quando uma homenagem musical feita para sua primeira namorada viraliza na internet. Entre ensaios para um concurso e a súbita reaproximação de Nina, Paulinho aceita a proposta de comandar rodas de pagode para ajudar a salvar a loja de noivas do pai dela. Em troca, Nina promete arrumar uma nova namorada para ele. Paulinho finge indiferença, mas a convivência revela que o que rolou ficou guardado na memória, e Nina é o “pra sempre” que ele encontrou e não pode mais deixar escapar.

 

Sobre o diretor Jonathan Haagensen

Nascido e criado no Vidigal, no Rio de Janeiro, descobriu a paixão pela atuação no projeto Nós do Morro. Ganhou projeção nacional e internacional no elenco de “Cidade de Deus”, de Fernando Meirelles e Kátia Lund, filme indicado ao Oscar que marcou o início de sua trajetória no audiovisual. Desde então, construiu uma carreira sólida no cinema e na televisão, com trabalhos em “Cidade dos Homens”, “O Diabo a Quatro”, “Bróder”, “Cinco Tipos de Medo”, “Impuros” e “Vai na Fé”. Com mais de duas décadas diante das câmeras, estreia na direção de longas-metragens com “Minha Primeira Namorada”, ao mesmo tempo em que amplia sua atuação como criador e produtor à frente da Black Pen Filmes.

 

Sobre a Black Pen Filmes

A Black Pen é uma produtora audiovisual brasileira dedicada a criar histórias solares e inspiradoras, capazes de emocionar o público e ampliar os imaginários sobre o que é ser brasileiro. Fundada em 2021 pelo ator e produtor Jonathan Haagensen, revelado em “Cidade de Deus”, em sociedade com a jornalista e produtora Mariana Veil, a produtora desenvolve projetos para cinema e streamings, combinando força artística, entretenimento e diversidade de olhares.

Em 2024, lançou sua primeira série original, “Toda Família Tem”, coprodução com a Amazon Studios contemplada na 1ª edição do Edital de Cash Rebate da RioFilme, e foi selecionada pelo edital Novos Eixos, da Petrobras, com a livre adaptação de “Desde que o Samba é Samba”, de Paulo Lins, em parceria com o Ventre Studio.

No cinema, prepara o lançamento dos longas “Tá Pago!”, com direção de Cris D’Amato, e “Minha Primeira Namorada”, com direção de Jonathan Haagensen e Kátia Lund. Entre seus projetos em desenvolvimento estão parcerias com empresas como Anonymous Content BR, Manas Filmes e Cosmic Dog Studios, e com isso a Black Pen amplia suas conexões e aposta em novos olhares como parte fundamental da potência das histórias que chegam às telas.

 

Sobre a Kromaki

Criada em 2018, a Kromaki é uma produtora audiovisual movida pela paixão de contar histórias para o cinema, TV e plataformas de streaming, explorando diferentes temas, formatos, tons e visões. Entre suas produções estão as séries “Os Quatro da Candelária” (Netflix), “Romário – O Cara” (HBO Max) e “Lei da Selva – A História do Jogo do Bicho” (Canal Brasil), além dos documentários “Isabella: O Caso Nardoni” (Netflix) e “O Mês Que Não Terminou” (Canal Curta!). A produtora também realizou sua primeira coprodução internacional, “A Filha do Pescador” (Colômbia), e é produtora associada de “O Riso e a Faca”, exibido e premiado em Cannes 2025. Entre os projetos recentes estão ainda “A Procura de Martina”, “A Herança”, “MC Estrela” e uma série documental sobre Marília Mendonça para a Prime Video.

 

Sobre o Festival do Rio

Criado em 1999, o Festival do Rio é o maior festival de cinema e encontro de mercado da América Latina, reunindo profissionais do audiovisual de todo o mundo. O evento conta também com o RioMarket, que promove seminários, workshops e reuniões de negócios. Ao longo de sua história, o festival já recebeu grandes nomes do cinema mundial e apresentou centenas de produções para um público engajado em mais de 20 espaços pela cidade.

 

Sobre a Mostra Nova Geração

Uma das novidades desta edição é a mostra Nova Geração, dedicada à produção brasileira voltada ao público jovem e à toda a família. Com seis filmes, a seleção acompanha as transformações, os desejos e os conflitos das novas gerações, reunindo narrativas contemporâneas que dialogam com seus universos, sensibilidades e formas de expressão. A mostra também evidencia o esforço do cinema brasileiro para se aproximar desse público, compreender suas demandas e renovar as maneiras de contar histórias sobre e para os jovens.

GILBERTO GIL COMO MATÉRIA-PRIMA

Radiográfico assina concepção visual do show apresentado no Rock in Rio 

 

Depois de assinar o conteúdo visual de Tempo Rei, o Radiográfico volta a trabalhar com Gilberto Gil para a apresentação do cantor no Rock in Rio, realizada na noite da segunda-feira (07), que teve direção artística de Rafael Dragaud. 

Desta vez, a ordem era olhar para o presente. Se na turnê de despedida as imagens de arquivo ajudavam a percorrer a trajetória do artista, no novo projeto elas foram deixadas de lado.

Gil, aos 84 anos, é a própria matéria-prima visual do show: o músico participou de uma captação exclusiva em estúdio, diante de um chroma key, com cenas e poses criadas especialmente para o espetáculo. A ideia é revelar um Gil “contemporâneo, inovador e em constante movimento”, informa Pedro Garavaglia, sócio diretor do Radiográfico. 

O resultado foi concebido menos como um conteúdo para telões e mais como uma grande videoinstalação, na qual as imagens produzidas previamente e as imagens de Gil ao vivo se encontram em uma estrutura que chega a quase 28 metros de altura no Palco Mundo. 

Créditos de imagem: Radiográfico Divulgação

Após temporada esgotada em São Paulo, “VIVA! VIDA!” ganha mais datas no Teatro Sérgio Cardoso

REGINA CASÉ ESTÁ DE VOLTA À CIDADE PARA SESSÕES ENTRE 10 E 29 DE SETEMBRO. INGRESSOS DISPONÍVEIS NO SYMPLA

 

Imagens: Ariel Zanotti e Carlos Airó Nascimento_Identidade Visual Estúdio Radiográfico

 

 

Depois do sucesso de público e crítica, Regina Casé retorna aos palcos de São Paulo para curta temporada do solo “VIVA! VIDA!”, no teatro Sérgio Cardoso entre os dias 10 e 29 de setembro. Com classificação livre e 90 minutos de duração, as sessões acontecem de quinta à sábado, às 20h, e domingo às 17h, com ingressos disponíveis via Sympla: www.sympla.com e também na bilheteria física do teatro.

 

Com apresentação do Ministério da Cultura, patrocínio da Lei Rouanet e do Laboratório Cristália “VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé estreia no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA).

 

Dirigida por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta ao surgimento da vida, chegando na vida hiperconectada dos dias de hoje. Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

 

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossos encontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escrevia misturando aquelas ideias lindas com minhas digressões, dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, a física e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentido muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião e logo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto e na direção, minha amiga de infância, com quem nunca havia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixão pela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha me trazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

 

Mais do que um solo, “VIVA VIDA” se constrói como uma experiência cênica potente e expansiva, que aproxima diferentes formas de conhecimento — científicas, filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

 

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos afroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

 

Sinopse

Em “VIVA” VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

 

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, Três Verões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

 

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador da Pindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendo plantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obras premiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”, que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

 

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de abertura das Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pela cenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”, unindo sofisticação visual e simbolismo.  Sua obra articula densidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

 

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores expoentes da nova geração do jazz brasileiro da música instrumental, sua trajetória une técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais.  Em 2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acket destacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

 

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhou com alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos para bandas de rock. Figurinos premiados para filmes como “Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

 

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de Antônio Nobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: Cláudia Kopke

Visagismo: Veronica Rodrigues

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

Coordenação de Comunicação: Fernando Sahb

Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo:  Estufa de ideia – Natália Simonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – Wesley Cardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

 

Serviço
Espetáculo: Viva a Vida
Local: Teatro Sérgio Cardoso

Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo/SP – CEP: 01326-010

Temporada: 10 a 29 de setembro

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Sessões: As sessões acontecem de quintas à sábado, às 20h, e aos domingos, às 17h 

Vendas: www.sympla.com e na bilheteria física do teatro

 

Valores
R$ 180,00 (inteira) | R$ 90,00 (meia-entrada)
R$ 50,00 (inteira) | R$ 25,00 (meia-entrada) (Democratização de Acesso)

Desconto de 40% para clientes UOL e VIVO VALORIZA

Meia-Entrada para Classe Artísticas e Moradores do Bairro

 

 

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso
Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso mantém a tradição e a relevância conquistada em 45 anos de atuação na capital paulista. Palco de espetáculos musicais, dança e peças de teatro, o equipamento é um dos últimos grandes teatros de rua da capital. Composto por duas salas de espetáculo, quatro dedicadas a ensaios, além de uma sala de captação e transmissão, o Teatro tem capacidade para abrigar 827 pessoas na sala Nydia Licia, 149 na sala Paschoal Carlos Magno, além de apresentações de dança no hall do teatro.

 

Sobre a Amigos da Arte

A Associação Paulista dos Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão de chamadas públicas, do Teatro Sérgio Cardoso, e do Teatro de Araras, além do Mundo do Circo SP, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 19 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

 

Arquivo Anquier abre as portas no Centro de São Paulo com exposição inédita de Olivier Anquier

ESPAÇO PERMANENTE DEDICADO ÀS MEMÓRIAS E ACERVOS RECEBE O PÚBLICO A PARTIR DE SETEMBRO COM ENTRADA GRATUITA

 

Imagens: Angelo Pastorello

 

Depois de quase meio século de uma trajetória construída no Brasil, Olivier Anquier anuncia a abertura do Arquivo Anquier, espaço voltado à memória, à fotografia, às emoções e às histórias do Brasil. Localizado na Praça da República, no centro da capital paulista, próximo a outros negócios de Olivier, o Arquivo Anquier chega para ampliar esse território de encontros e despertar novas sensações. Pensado como um espaço vivo, aberto a exposições, experiências e atividades culturais, o projeto pretende também contribuir para o movimento de redescoberta do Centro de São Paulo, convidando paulistanos e visitantes a olhar novamente para a região, caminhar por suas ruas e reencontrar o coração da cidade. Com entrada gratuita, o novo endereço funcionará de quarta a sexta-feira, das 12h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 21h.

 

“Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil” será a exposição inaugural do espaço, marcada para 16 de setembro, a partir das 12h. Com 55 fotografias autorais, ela convida o público a percorrer diferentes paisagens, personagens, cotidianos e tradições brasileiras registradas pelo olhar sensível de Olivier. Faz parte do primeiro arquivo real a sair do gigantesco baú imaginário do “Diário do Olivier”, programa criado e apresentado por ele em 1998, pelo canal GNT, e que percorreu o território brasileiro durante 20 anos em busca da essência do país e de seu povo. Olivier atravessou estradas, cidades, vilarejos e lugares pouco conhecidos de um Brasil que escolheu descobrir de perto, levando milhões de telespectadores junto com ele – muitas vezes a bordo de seu inseparável Fusca verde. Mais do que revisitar uma trajetória, o Arquivo Anquier nasce do desejo de abrir essas histórias ao público: imagens, objetos, personagens, encontros, descobertas e memórias guardadas ao longo de décadas e que agora ganham novas leituras.

 

O Primeiro Arquivo: “Diário do Olivier”  

O primeiro arquivo, dedicado ao “Diário do Olivier”, revela uma faceta de Olivier Anquier que, apesar de acompanhá-lo desde a infância, permaneceu discretamente escondida do grande público: a de fotógrafo. A fotografia, no entanto, não surgiu com o programa. Ela acompanha Olivier desde a primeira infância, inicialmente através do olhar e das câmeras de seu pai, o médico François Anquier, e permaneceu presente ao longo de toda a sua vida de maneira íntima, quase tímida, raramente exposta como parte de sua trajetória pública. Agora, pela primeira vez, esse olhar deixa o arquivo pessoal e ocupa as paredes de uma exposição.

 

O projeto acontece também após Olivier receber sua primeira chancela como fotógrafo, ao ser convidado para ocupar integralmente a edição nº 46 da revista C, publicação da Galeria Carcará, dedicada à fotografia autoral brasileira.“Essa é a primeira vez que abro meu baú de memórias, experiências e fotografias para o público. Sinto que chegou o momento de compartilhar em detalhes histórias que vivi nesses 20 anos de Diário do Olivier e lugares fascinantes que conheci pelo Brasil. Quero que todos tenham orgulho do nosso país; o país que me deu tudo e ao qual sou muito grato.”, afirma Olivier Anquier.

 

Um Arquivo que continua circulando

Após o encerramento de “Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil”, as fotografias e os objetos apresentados na exposição serão leiloados em formatos presencial e virtual. A iniciativa amplia o alcance do projeto para além do espaço expositivo e oferece ao público a possibilidade de adquirir peças que fizeram parte dessa história. O lendário Fusca verde também terá um destino especial: parte da renda obtida com sua venda será revertida à organização religiosa Missão Belém, ligada ao Centro de São Paulo e que atende e acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre Olivier Anquier

Radicado no Brasil desde 1979, Olivier Anquier é chef, padeiro, apresentador e empresário. Ao longo de quase cinco décadas no país, construiu uma trajetória que atravessa gastronomia, televisão e empreendedorismo. Pioneiro da panificação artesanal no Brasil, apresentou programas de televisão durante três décadas, entre eles o premiado Diário do Olivier, no GNT, e tornou-se uma das personalidades reconhecidas da gastronomia brasileira, incentivando milhões de brasileiros a encostar a barriga à beira do fogão e descobrir a magia de saber cozinhar e receber cozinhando. À frente das marcas Mundo Pão do Olivier e L’Entrecôte d’Olivier, Olivier mantém uma relação especialmente próxima com o Centro de São Paulo, onde vive há 20 anos e concentra parte de seus negócios e, agora, o Arquivo, assim confirmando seu compromisso de transformar mais um espaço no Centro, neste primeiro momento, em um lugar dedicado às suas memórias e histórias no Brasil. Morador e empresário da Praça da República, Olivier “capina” infatigavelmente pela revitalização do Centro e acredita que investir na região é também investir em valores humanos e convivência, pois o Centro não deve ser mais uma “bolha” na cidade de São Paulo e sim a união de todas as “bolhas”. Em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, recebeu o Título de Cidadão Paulistano, em 2024, e o Prêmio Cidade de São Paulo, em 2025.