Farol Santander São Paulo apresenta “Portais”, nova exposição de Nina Pandolfo

  • Artista convida o público a atravessar universos simbólicos em experiências entre o real e o imaginário;

 

  • Além de duas galerias no Farol Santander, a exposição ocupa parte do Hall de entrada com a obra “Um amor sem igual”; escultura de um gato com cerca de sete metros de comprimento e mais de dois metros de altura.

 

São Paulo, abril de 2026 – A artista brasileira Nina Pandolfo apresenta no Farol Santander São Paulo, a exposição “Portais”, entre 17 de abril e 2 de agosto. Ocupará os andares 20 e 19, com pinturas, esculturas, instalações e ambientes interativos que convidam o público a atravessar uma jornada sensorial entre imaginação, memória e fantasia. A mostra é viabilizada a partir de recursos da Lei Rouanet, do patrocínio do Santander, Esfera e Zurich, e o apoio da Hyundai, Karina Plásticos e Premier, e com produção da Holy Cow.

 

Começando com a ideia de portais como símbolos de travessia e transformação, a mostra propõe conexões entre diferentes dimensões da experiência humana. Conhecida por criar um universo visual lúdico, delicado e profundamente autoral, Nina apresenta, desde o primeiro portal da exposição — que reúne obras inéditas e trabalhos já consagrados de sua trajetória — uma experiência que convida o visitante a fugir do ritmo acelerado da cidade e atravessar passagens simbólicas entre o cotidiano e dimensões de encantamento. A partir de então, pelo caminho, surgem jardins mágicos, rios que desafiam a lógica natural, criaturas híbridas, árvores simbólicas que evocam abrigo e origem, além das icônicas meninas de olhos expressivos, reafirmando a potência do imaginário de Nina e criando um espaço de contemplação e descobertas.

 

Partindo das ruas e expandindo sua presença para galerias, museus e projetos internacionais, a artista consolidou um percurso que ampliou as fronteiras. Ao apresentar Portais, o Farol Santander celebra essa trajetória e convida o público a descobrir as muitas dimensões da obra de Nina Pandolfo”, comenta Bibiana Berg, head sênior de Experiências, Cultura e Impacto Social e Presidente do Santander Cultural.

 

Entre os principais destaques está a instalação central construída em torno de uma grande árvore imaginária, que se desdobra como eixo narrativo da exposição e conecta os dois ambientes da mostra. Ao redor dela surgem obras que evocam liberdade, transformação e pertencimento – como um rio pictórico criado com a técnica de pouring, esculturas que parecem saltar das telas e personagens que habitam paisagens oníricas.

 

Portais nasce desse desejo de criar espaços onde as pessoas possam se reconectar com a imaginação, com a memória e com aquilo que não se explica, mas se sente. Cada obra é um convite para entrar em outros mundos, inclusive para dentro de si”, afirma Nina Pandolfo.

 

Animais que fizeram parte da vida de Nina Pandolfo também marcam presença em “Portais”. Esculturas e pinturas homenageiam seus gatos – especialmente Rakim e Monalisa – companheiros de ateliê por muitos anos e inspiração recorrente em sua obra. Logo na entrada do edifício, ocupando boa parte do térreo do Farol Santander, destaca-se “Um amor sem igual”; escultura de um gato revestido de pelúcia, com cerca de sete metros de comprimento e mais de dois metros de altura, dedicada à Rakim, que acompanhou Nina por 18 anos. Interativo e acolhedor, o gato gigante se consolidou como uma de suas obras mais emblemáticas, evidenciando sua capacidade de transitar entre o íntimo e o monumental. Mais do que impacto visual imediato, a obra atua como um gesto de afeto e recepção, convidando o visitante a atravessar limites e a habitar, ainda que por instantes, um território onde a realidade e o sonho coexistem. E, ao longo do percurso expositivo, uma segunda escultura dedicada à Monalisa completa esse núcleo afetivo, ampliando a dimensão sensível da mostra.

 

Em outro momento do percurso, televisores antigos empilhados transformam memórias da infância de Nina — quando observava o pai consertar aparelhos eletrônicos — em esculturas coloridas que celebram imaginação, tecnologia e afeto. Ambientes participativos também fazem parte da experiência, como uma instalação que convida o público a se sentar dentro do próprio universo da artista, dissolvendo as fronteiras entre obra e espectador.

 

Uma carruagem formada por objetos, ferramentas e registros do ateliê revela fragmentos do processo criativo de Nina, reunindo memórias, experimentações e referências que marcaram sua trajetória artística. Croquis, desenhos antigos e esboços revelam o desenvolvimento de pinturas, figurinos e murais, enquanto instalações sensoriais exploram temas como identidade, memória e inconsciente.

 

O percurso termina em um ambiente imersivo que remete a uma gruta fantástica, onde sons e luzes evocam um encontro entre céu, mar e imaginação. Mais do que uma exposição, “Portais” transforma dois andares do Farol Santander em uma travessia sensível e imaginativa, na qual cada obra funciona como uma porta aberta para narrativas ocultas, sonhos e possibilidades infinitas, propõe uma pausa no ritmo cotidiano e convida à observação e ao encantamento presente nas pequenas coisas.

 

Serviço
Exposição Portais – Nina Pandolfo
Local: Farol Santander

Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro, São Paulo

Período: 17 de abril a 2 de agosto de 2026

Horário de Visitação: terça a domingo / 09h às 20h

Ingressos: R$ 45,00 (inteira)

Classificação Indicativa: Livre

Funcionamento:

Redes Sociais

Instagram:

@ninapandolfo

@farolsantander

Foto: Stars Make Believe / Crédito Filipe Berndt

O Pequenino Grão de Areia, de João Falcão, ganha montagem no Teatro do Sesi-SP

FÁBULA MUSICAL UNE ARTE, EDUCAÇÃO E PROGRAMAÇÃO GRATUITA PARA TODAS AS IDADES

 

“O Pequenino Grão de Areia” — musical escrito, musicado e dirigido por João Falcão — ganha montagem inédita criada especialmente para o Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp e com estreia marcada para 18 de abril. Livres e gratuitas, as sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h, até 26 de julho.

 

Com um texto criado originalmente em 1983, a partir da metáfora de um pequeno grão de areia aparentemente insignificante, mas essencial para a construção do mundo, a peça constrói uma narrativa poética que dialoga com públicos de todas as idades. Em cena, artistas multitalentosos transitam entre narração, personagens e canções, conduzindo a história de forma direta, afetiva e imagética.

 

Fazer espetáculo para todos os públicos e especialmente para a criança é muito bom porque ela chega ao teatro livre de preconceitos, e cheia do que um público de teatro deve ter: imaginação. Para a criança, tudo é possível. Vai ser muito especial ver minhas netas assistindo algo que criei há tantos anos, quando nem sonhava em tê-las”, afirma João Falcão.

 

A música é parte estruturante da dramaturgia. As canções funcionam como capítulos narrativos, ampliando sentidos, emoções e transições da história. E, nesse contexto, não interrompem a ação: a música é ação dramática, conduzindo o pensamento e o envolvimento emocional do espectador.

 

O elenco é formado por atores e atrizes com trajetórias diversas no teatro, na música e no audiovisual, reunindo diferentes gerações, formações e linguagens cênicas. A escolha do elenco reforça um dos pilares centrais da obra de João Falcão: o ator como matéria fundamental da encenação, capaz de transitar entre palavras, música, corpo e poesia. Trata-se de um elenco preparado para uma montagem que integra interpretação, música ao vivo, fisicalidade e jogo cênico, dialogando com públicos de todas as idades.

Com apresentações gratuitas, sessões acessíveis, oficina formativa e bate-papos com o público, “O Pequenino Grão de Areia” se consolida como uma experiência cultural expandida, que une fruição artística, formação e diálogo, reafirmando o teatro como espaço de encontro, escuta e imaginação.

 

“É um privilégio contar com a direção de João Falcão no Teatro do SESI, no Centro Cultural Fiesp, especialmente em uma obra como “O Pequenino Grão de Areia”, que se destaca por sua delicadeza e sensibilidade. O espetáculo apresenta uma narrativa sobre determinação e amor, conduzida com sutileza, sem recorrer a abordagens românticas. A expectativa é de uma montagem singular e encantadora, em consonância com o propósito do SESI-SP de garantir o acesso à arte e à cultura de qualidade, de forma gratuita e democrática”, afirma a Analista de Atividades Culturais do SESI-SP, Anna Polistchuk.

 

Sobre o diretor João Falcão

Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

 

Sobre o SESI-SP

O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes

visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

 

Sinopse

Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

 

Ficha Técnica

Texto, direção e música original: João Falcão

Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano

Direção musical e arranjos: Ricco Viana

Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena

Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget

Iluminação: Cesar de Ramires

Direção de produção: Marlene Salgado

Desenho coreográfico: Alisson Lima

Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis

Fotografia: Ale Catan

Identidade visual: Gabriel Azevedo

Redes Sociais: Gigi Prade

Assessoria de imprensa: Casé Comunica

Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado

Coordenacão de produção: Mauricio Inafre

Administração: Clayton Marques

Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

 

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP

Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos

Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h 

 

Crédito fotográfico Ale Catan

Rede Mulher Empreendedora é premiada pela Brazilian-American Chamber of Commerce por atuação no desenvolvimento de lideranças femininas

A Rede Mulher Empreendedora (RME) foi reconhecida, pela primeira vez, com o Prêmio de Responsabilidade Social 2026, da Brazilian-American Chamber of Commerce ,na categoria de Desenvolvimento de Lideranças Femininas. A premiação destaca o compromisso da organização com a promoção da autonomia econômica das mulheres e o fortalecimento da liderança feminina como eixo central do desenvolvimento social e econômico no Brasil.

Fundada em 2010 por Ana Fontes, a RME é a primeira e maior rede de apoio a mulheres empreendedoras do país e já impactou mais de 4 milhões de mulheres por meio de capacitações, programas de aceleração, mentorias, conteúdos e recursos estratégicos que fortalecem as mulheres na criação, crescimento e escala de seus negócios, promovendo a inclusão econômica e o fortalecimento do ecossistema empreendedor brasileiro.

Ao longo dos 16 anos, destacaram-se projetos de educação financeira, negócios online e marketing digital, como empreender na gastronomia, inteligência artificial, entre outros, e programas como RME Conecta e RME Acelera, que promovem compras inclusivas e a aceleração de startups atuais ou futuras, além de eventos como o Festival RME, que só em 2025 atraiu 10 mil mulheres.

Grandes empresas foram parceiras nessa jornada, como Google, Visa, Amazon, Mapfre, Ambev, Shopee, Meta, Stone, Banco do Brasil, InfinitePay, Apex Brasil, Pluxee, Itaú Mulher Empreendedora, Banco BV, Rumo, Porto, iFood, Coca-Cola, 99, Uber, Mercedes Benz, Unimed, Vibra, United Airlines, Banco Cora Finep, Sebrae e dezenas de outras.

A empreendedora social e fundadora da RME, Ana Fontes, destaca sua satisfação em ver a Rede reconhecida internacionalmente. “Receber esse reconhecimento internacional é uma honra e também um reforço à validação do trabalho coletivo que construímos ao longo de mais de uma década. Investir no desenvolvimento de mulheres é investir em soluções mais sustentáveis, justas e inovadoras para a sociedade. Seguiremos ampliando pontes e oportunidades para que mais mulheres tenham autonomia econômica e protagonismo em seus territórios”, agradece Ana.

O prêmio será entregue durante o Jantar de Gala do Person of the Year Awards Gala Dinner, no dia 13 de maio de 2026, no American Museum of Natural History, em Nova York.

Rede Mulher Empreendedora completa 16 anos ampliando impacto e protagonismo no apoio a mulheres no Brasil

Organização pioneira já repassou mais de R$52 milhões em recursos de fomento e capital semente, fortalecendo negócios liderados por mulheres e ampliando autonomia econômica em todo o país

Primeira e maior rede de apoio a mulheres empreendedoras do país, a Rede Mulher Empreendedora (RME), fundada em 18 de janeiro de 2010 por Ana Fontes, completa 16 anos de atuação com resultados que consolidam sua referência no fortalecimento da autonomia econômico-financeira das mulheres e na justiça social no Brasil.

Ao longo de sua trajetória, o ecossistema RME – formado também pelo Instituto RME (IRME), instituição do grupo voltada a ajudar mulheres em vulnerabilidade social – impactou diretamente quase 4 milhões de mulheres. Este impacto também se estende ao núcleo familiar e comunidade das empreendedoras, alcançando estimativamente mais de 11 milhões de pessoas, considerando uma média de três outras vidas melhoradas por mulher atendida.

A Rede Mulher Empreendedora surgiu a partir da experiência pessoal de Ana Fontes e os desafios enfrentados na criação e no desenvolvimento de negócios. Desde então, a organização se consolidou como a maior plataforma de apoio ao protagonismo feminino e a autonomia econômico-financeira no Brasil. Para ela, os 16 anos mostraram que investir na autonomia econômico-financeira das mulheres é uma estratégia de desenvolvimento social do país. “Quando as mulheres acessam renda, crédito e conhecimento, os impactos ultrapassam o negócio e alcançam territórios inteiros, ampliando o poder de decisão das mulheres sobre suas próprias vidas e contribuindo para o rompimento de ciclos de violência e desigualdade”, diz.

Desde sua criação, a RME já realizou o repasse de mais de R$52 milhões na forma de capital semente, beneficiando mulheres e outras organizações sociais. A iniciativa faz parte das ações de fomento ao empreendedorismo feminino e empregabilidade desenvolvidas pela organização em parceria com grandes empresas, instituições e governo.

Atualmente, Rede e Instituto contam com 40 colaboradores, além de uma ampla rede de embaixadoras, mentoras, multiplicadoras e OSCs distribuídas pelo Brasil e que alcançam mais de 2 mil municípios. A atuação foi estruturada para ter escala nacional, sempre com uma base sólida de dados e pesquisas, parcerias estratégicas e impacto medido e mensurado.

Perfil das empreendedoras no Brasil

A pesquisa nacional “Empreendedoras e Seus Negócios 2025” – referência no país e realizada pelo Instituto RME por meio de seu núcleo de estudos e dados (LAB IRME) – mostrou as características estruturais do empreendedorismo feminino brasileiro. Segundo o levantamento, quase 60% das empreendedoras são chefes de família e responsáveis pelo sustento do lar. Além disso, quase 40% são mães solo, sendo que a maioria já era mãe antes de iniciar o empreendimento.

O estudo apontou ainda que 51% das mulheres empreendem por falta de emprego, evidenciando o empreendedorismo como alternativa de geração de renda. A renda média das empreendedoras entrevistadas é de R$2,4 mil por mês, e a maioria inicia o negócio por necessidade, e não por oportunidade.

Projetos de 2025 e o que vem pela frente

Ao longo dos anos, foram centenas de projetos no Brasil, de Norte a Sul. Somente em 2025, a Rede Mulher Empreendedora realizou 17 grandes programas voltados às mulheres juntamente a empresas parceiras, incluindo áreas como digital, gestão de negócios, gastronomia, tecnologia, vendas e finanças, além de executar diversas pesquisas e eventos.

No mesmo ano, o Festival RME – maior evento do país para empreendedorismo feminino – realizou sua maior edição desde a sua criação, reunindo:

  • 9.769 pessoas presentes (em comparação a 5.108 em 2024);
  • 19.636 pessoas inscritas (10.497 em 2024);
  • 13 patrocinadores e 18 parceiros institucionais.

Para 2026, Ana Fontes diz que a Rede e o Instituto RME vão expandir. “Ainda há milhões precisando de apoio no Brasil, um país muito desigual e com indicadores muito elevados de violência contra a mulher. Melhorar a vida das mulheres é levar mais desenvolvimento social e econômico para todas as regiões do território nacional. É impacto direto e de verdade”, enfatiza a fundadora. Segundo ela, 2026 será um ano de expansão de projetos para mais regiões, mais oficinas sociais e culturais, mais crédito para negócios femininos e também investimento maior em tecnologia, além de novas pesquisas e campos de atuação, como cidadania e exportação. “Será um grande ano para quem se juntar a nós nessa importante e necessária causa”, ressalta.

 

Mais dinheiro na mesa das mulheres

Entre os marcos recentes da organização está o lançamento do FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras, iniciativa do Instituto RME voltada à ampliação do acesso ao crédito orientado.

O fundo conta com um investimento inicial de R$2,5 milhões do Instituto RME e tem como objetivo apoiar 100 negócios liderados por mulheres, que terão acesso a crédito de até R$12 mil. Serão inicialmente dois ciclos de capacitação e crédito, previstos para janeiro e março de 2026.

As empreendedoras selecionadas terão quatro meses de carência, taxa de 2,2%, com análise realizada pelo Banco Pérola. Até o momento, o FIRME já conta com mais de 1.500 mulheres inscritas. O projeto também recebeu aporte da Open Society, no valor aproximado de R$540 mil.

“O FIRME nasce para enfrentar um dos principais gargalos do empreendedorismo feminino, que é o acesso ao crédito. Criamos um modelo de crédito orientado, com condições adequadas à realidade das mulheres empreendedoras, especialmente aquelas que empreendem por necessidade.”, explica Ana Fontes.

Samuel de Assis convida Daniel Virgnio para revitalizar a quadra da Beija-Flor

Padrinho da escola, Samuel de Assis destaca sua ligação com a Beija-Flor e a importância de manter tudo impecável em um lugar que só lhe traz alegrias. “A Beija-Flor é minha casa, né? Estou sentindo aquela animação boa, como quando a gente reforma o nosso lar. Fico empolgado com cada mudança, ansioso para ver o resultado, mas já sei que vai ficar lindona e do jeito que a nossa comunidade merece. Essa imensidão azul e branca é o palco de todas as nossas celebrações, conquistas e festas! Por isso, a nossa quadra tem que estar sempre belíssima. No dia 25, por exemplo, vamos escolher o nosso samba-enredo rumo ao Carnaval 2026. E essa é apenas uma das minhas participações nessa grande festa”, comemora o ator.

Daniel Virgnio, idealizador do Cafofo do Dani, é pesquisador e comunicador sobre casa, bem viver e comportamento e celebra o convite,: “recebi um convite especial e ele veio de alguém que admiro muito e que, profissionalmente, carrega um papel importante no legado de atores galãs no Brasil. Tenho carinho pela Beija-Flor e senti que esse era o momento certo de estar presente nessa história”. Em apoio à iniciativa de Samuel de Assis e de Daniel Virgnio, a Suvinil também participa ativamente da ação com a doação das tintas.

Balanço 1º semestre: RME e IRME impulsionam mais de 112 mil mulheres e repassam quase R$ 3 milhões a pequenas empreendedoras

Nesses seis meses as instituições registraram 1,8 milhão de pessoas engajadas e também lançaram iniciativas estratégicas

Depois de completar 15 anos de existência, a Rede Mulher Empreendedora (RME), junto ao Instituto RME (IRME), encerrou o primeiro semestre de 2025 com números,  conquistas e projetos significativos que movimentaram o cenário empreendedor feminino no Brasil e no exterior. Ao todo, mais de 112 mil mulheres foram impactadas diretamente e indiretamente pelos projetos, cursos e conteúdos das duas organizações nos primeiros seis meses do ano, e R$2,8 milhões foram repassados diretamente às empreendedoras por meio do chamado capital semente.

“Ainda que seja um ano desafiador em vários aspectos para o Brasil e o mundo, estamos orgulhosas dos resultados alcançados neste primeiro semestre. Eles refletem a missão e o compromisso diário da RME e do Instituto com a promoção da autonomia econômica das mulheres em todo o país, especialmente em contextos de vulnerabilidade. Estamos cada vez mais conscientes da importância desse trabalho e da necessidade de ampliar nossa atuação. Seguimos atuando com propósito e inovação junto às empresas, cujas parcerias permitem que possamos continuar promovendo impacto social”, afirma Ana Fontes, fundadora e CEO das instituições.

A RME e o Instituto RME também registraram no período mais de 1,8 milhão de pessoas conectadas e engajadas, reforçando seu papel como a maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no país.

Os projetos promovidos por ambas as instituições demonstraram seu impacto. Entre os mais novos e expressivos indicadores aferidos neste primeiro semestre, estão os seguintes dados:

  • Mais de 93% das participantes dos projetos e programas afirmam ter aprendido a usar o meio digital de forma estratégica para desenvolver seus negócios;
  • Cerca de 93% também apontam evolução na organização das finanças pessoais e empresariais;
  • 71% relataram aumento nas vendas e 65% notaram crescimento no faturamento após os projetos.

Entre os programas que rodaram ou foram finalizados neste semestre estão: Ela Pode e Ela Pode IA, ambos com o Google.org; Potência Feminina, com a Visa Foundation; Bora Empreender com Comida, com a Ambev; Venda Vencedora, com o banco Itaú (Itaú Mulher Empreendedora); e RME Acelera, aceleração gratuita de startups fundadas por mulheres feita pela própria RME com a parceria de especialistas e mentoras da Rede.

Novos produtos, reconhecimento e presença internacional

O primeiro semestre também marcou o lançamento de iniciativas estratégicas, como o Report Marketing com Causa e o videocast Rede de Impacto, apresentado pela fundadora Ana Fontes. A primeira temporada do videocast contou com sete episódios, disponíveis no YouTube e Spotify, reunindo lideranças como Luciana Nicola (Itaú), Delane D’Azevedo (Avon), Wallace Ribeiro (Ambev), Sabrina Sciama (Visa), Dilma Campos (Nossa Praia e B&Partners), Jana Silva (Cubo) e Nelmara Arbex (KPMG), entre outros convidados, para debater ESG, inovação e propósito.

Outros destaques incluem o evento “Aliados 2025 – ESG, Propósito e Impacto”, um encontro fechado com conteúdos e debates para executivos de cerca de 50 grandes empresas; cinco edições do Café com Empreendedoras, reunindo mais de 300 mulheres; a ativação da RME em grandes eventos empreendedores como a Feira das Deusas e a Mega Artesanal 2025; e a presença de Ana Fontes em fóruns internacionais de destaque, como o Skoll Foundation Forum (Inglaterra) e o W20 (EUA). Além disso, o Festival RME 2025 – que ocorrerá em outubro – foi aprovado na Lei Rouanet, abrindo caminho para o investimento de empresas que desejam colaborar com a cultura, a economia e o empreendedorismo promovendo também maior impacto social.

Reconhecimento

Ainda na primeira metade do ano de 2025, Ana Fontes foi listada entre os 100 maiores líderes empresariais do Brasil em 2024, ocupando o 66º lugar no ranking da Merco, única avaliação de reputação corporativa auditada do mundo e realizado no país. A conquista reforça sua trajetória de liderança na pauta feminina.

Em junho, o IRME foi homenageado pelo Instituto Themis Furigo e a Câmara Municipal de Santo André pelo trabalho de impacto socioeconômico realizado com mulheres da região. O evento reuniu relatos de participantes que transformaram suas realidades por meio dos programas do Instituto Rede Mulher Empreendedora, com depoimentos reafirmando o crescimento dos negócios das mulheres participantes.

Para fechar o semestre, o Instituto RME foi anunciado como finalista do prêmio Melhores ONGs 2025, reconhecimento que avalia critérios como gestão, governança, transparência e relevância social. O resultado será divulgado em novembro.

Planos para o segundo semestre

Segundo Ana Fontes, o segundo semestre deve esquentar ainda mais o ritmo na Rede e no Instituto. Serão divulgados vários programas novos em parceria com grandes empresas e instituições; uma nova pesquisa nacional do IRME está confirmada, assim como já foi fechado um estudo amplo com recorte feminino em parceria com uma grande empresa de seguros; e ainda acontece nos dias 3 e 4 de outubro, no São Paulo Expo, o maior evento de

empreendedorismo feminino do país, a 14ª edição do Festival RME 2025. “Ainda não posso contar tudo, mas essas e outras novidades serão anunciadas em breve, além de nossa participação em importantes eventos como a COP30. Os próximos meses serão ainda mais agitados por aqui”, ressalta Ana Fontes.

Acompanhe tudo por meio do site www.rme.net.br ou pelas redes sociais da Rede Mulher Empreendedora.

 

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a pequenas empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 3 milhões de mulheres. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

A Rede também promove eventos anuais como o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre o Instituto RME

Fundado em 2017, o IRME apoia e auxilia projetos e iniciativas que empoderam mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a independência financeira e o poder de decisão pessoal. Dados apontam que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também sua comunidade e a sociedade, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.