“VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé, chega em 09 de julho no Teatro Sérgio Cardoso

ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTEVÃO CIAVATTA PANTOJA, COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINA CASÉ VOLTA AOS PALCOS DE SÃO PAULO EM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES

 

Créditos da imagem: Carlos Airó Nascimento _ Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

 

Com apresentação do Ministério da Cultura, patrocínio da Lei Rouanet e do Laboratório Cristália “VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé estreia no Teatro Sérgio Cardoso, equipamento da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerido pela Associação Paulista dos Amigos da Arte (APAA), em 09 de julho. Dirigida por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta ao surgimento da vida, chegando na vida hiperconectada dos dias de hoje. Com classificação Livre e 90 minutos de duração, as sessões acontecem de quintas à sábado, às 20h, e aos domingos, às 17h, até 02 de agosto. Os ingressos, disponíveis desde 19 de maio em: www.sympla.com e na bilheteria física do teatro.

 

Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

 

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossos encontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escrevia misturando aquelas ideias lindas com minhas digressões, dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, a física e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentido muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião e logo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto e na direção, minha amiga de infância, com quem nunca havia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixão pela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha me trazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

 

Mais do que um solo, “VIVA VIDA” se constrói como uma experiência cênica potente e expansiva, que aproxima diferentes formas de conhecimento — científicas, filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

 

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos afroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

 

Sinopse

Em “VIVA” VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

 

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, Três Verões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

 

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador da Pindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendo plantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obras premiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”, que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

 

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de abertura das Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pela cenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”, unindo sofisticação visual e simbolismo.  Sua obra articula densidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

 

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores expoentes da nova geração do jazz brasileiro da música instrumental, sua trajetória une técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais.  Em 2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acket destacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

 

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhou com alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos para bandas de rock. Figurinos premiados para filmes como “Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

 

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

 

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de Antônio Nobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: Cláudia Kopke

Visagismo: Veronica Rodrigues

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

Coordenação de Comunicação: Fernando Sahb

Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo:  Estufa de ideia – Natália Simonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – Wesley Cardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

 

Serviço
Espetáculo: Viva a Vida
Local: Teatro Sérgio Cardoso

Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo/SP – CEP: 01326-010

Temporada: 09 de julho até 02 de agosto

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Sessões: As sessões acontecem de quintas à sábado, às 20h, e aos domingos, às 17h 

Vendas: www.sympla.com e na bilheteria física do teatro

 

Valores
R$ 180,00 (inteira) | R$ 90,00 (meia-entrada)
R$ 50,00 (inteira) | R$ 25,00 (meia-entrada) (Democratização de Acesso)

Desconto de 40% para clientes UOL e VIVO VALORIZA

Meia-Entrada para Classe Artísticas e Moradores do Bairro

 

 

 

 

 

 

Sobre o Teatro Sérgio Cardoso
Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso mantém a tradição e a relevância conquistada em 45 anos de atuação na capital paulista. Palco de espetáculos musicais, dança e peças de teatro, o equipamento é um dos últimos grandes teatros de rua da capital.

 

Composto por duas salas de espetáculo, quatro dedicadas a ensaios, além de uma sala de captação e transmissão, o Teatro tem capacidade para abrigar 827 pessoas na sala Nydia Licia, 149 na sala Paschoal Carlos Magno, além de apresentações de dança no hall do teatro.

 

Sobre a Amigos da Arte

A Associação Paulista dos Amigos da Arte, Organização Social de Cultura responsável pela gestão de chamadas públicas, do Teatro Sérgio Cardoso, e do Teatro de Araras, além do Mundo do Circo SP, trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a iniciativa privada desde 2004.

 

Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 19 anos de atuação, a Organização desenvolveu cerca de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

 

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Assessoria de Imprensa do Teatro Sérgio Cardoso – Pevi 56
Angelina Colicchio | (11) 99299-2877 | angelina@pevi56.com
Diogo Locci | (11) 99906-0642 | assessoria@pevi56.com

 

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo
Assessoria de Imprensa
(11) 3339-8585 / (11) 3339-8062
imprensaculturasp@sp.gov.br
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“VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé, estreia em 05 de junho no Teatro Sesc Ginástico

ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTÊVÃO CIAVATTA PANTOJA, COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINA CASÉ VOLTA AOS PALCOS EM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES

 

Com apresentação do Sesc RJ e do Ministério da Cultura, patrocínio da Lei Rouanet e do Laboratório Cristália, “VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé estreia no Teatro Sesc Ginástico, no Rio, em 05 de junho. Dirigida por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta ao surgimento da vida, chegando na vida hiperconectada dos dias de hoje. Com classificação livre e 90 minutos de duração, as sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h, até 05 de julho. Ingressos à venda em: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro.

 

Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

 

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossos encontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escrevia misturando aquelas ideias lindas com minhas digressões, dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, a física e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentindo muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião e logo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto e na direção, minha amiga de infância, com quem nunca havia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixão pela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha me trazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

 

Mais do que um solo, “VIVA! VIDA!” se constrói como uma experiência cênica potente e expansiva, que aproxima diferentes formas de conhecimento — científicas, filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos afroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

 

 

Sinopse

Em “VIVA! VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

 

 

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, Três Verões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

 

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador da Pindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendo plantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obras premiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”, que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

 

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de abertura das Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pela cenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”, unindo sofisticação visual e simbolismo.  Sua obra articula densidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

 

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores expoentes da nova geração do jazz brasileiro da música instrumental, sua trajetória une técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais.  Em 2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acket destacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

 

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhou com alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos para bandas de rock. Figurinos premiados para filmes como “Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

 

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

 

Patrocínio Laboratório Cristália

Indústria Farmacêutica 100% brasileira que produz medicamentos radicais e inovadores de alta qualidade e preço adequado. Cultura faz bem à saúde e o Laboratório Cristália apoia projetos relevantes como a peça VIVA! VIDA!, com Regina Casé. Visite o nosso site e conheça um pouco mais sobre nós: www.cristalia.com.br

 

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de Antônio Nobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: Cláudia Kopke

Visagismo: Veronica Rodrigues

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

Coordenação de Comunicação: Fernando Sahb

Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo:  Estufa de ideia – Natália Simonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – Wesley Cardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

 

Crédito: Carlos Airó Nascimento_Identidade VIsual: Estúdio Radiográfico

 

Serviço
Espetáculo: VIVA! VIDA!
Local: Teatro Sesc Ginástico

Endereço: Av. Graça Aranha, 187 / Centro – RJ

Temporada: 05 de junho até 05 de julho

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h 

Vendas: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro

Valores
Quintas e domingos
R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.

Sextas e sábados
R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.

 

Fábula musical de João Falcão é destaque familiar da Virada Cultural de São Paulo

 “O PEQUENINO GRÃO DE AREIA” APOSTA EM UMA EXPERIÊNCIA SENSÍVEL E GRATUITA PARA CRIANÇAS E ADULTOS NO CORAÇÃO DA AVENIDA PAULISTA

 

Em meio à programação da Virada Cultural 2026, o espetáculo “O Pequenino Grão de Areia”, surge como uma das opções culturais para toda a família na Avenida Paulista. Em cartaz no Teatro do SESI-SP, dentro do Centro Cultural Fiesp, o musical infantil escrito, musicado e dirigido por João Falcão integra a agenda gratuita do festival com sessões voltadas a públicos de diferentes idades. Livres e gratuitas, as sessões acontecem no sábado e no domingo, às 15h.

Instalado na Avenida Paulista, o Centro Cultural Fiesp participa da Virada Cultural com programação especial ao longo do fim de semana, reforçando a proposta do evento de democratizar o acesso à cultura e ocupar diferentes espaços da cidade com atrações gratuitas.
Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.

Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.
Sinopse
Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

Sobre o diretor João Falcão
Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

Sobre o SESI-SP
O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes
visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

Ficha Técnica
Texto, direção e música original: João Falcão
Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano
Direção musical e arranjos: Ricco Viana
Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena
Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget
Iluminação: Cesar de Ramires
Direção de produção: Marlene Salgado
Desenho coreográfico: Alisson Lima
Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis
Fotografia: Ale Catan
Identidade visual: Gabriel Azevedo
Redes Sociais: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Casé Comunica
Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado
Coordenacão de produção: Mauricio Inafre
Administração: Clayton Marques
Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP
Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos
Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h

Benedita Casé Zerbini estreia no teatro com “SURDA”, texto de Julia Spadaccini

ESPETÁCULO QUE TEM  DIREÇÃO DE DÉBORA LAMM  ABORDA A EXPERIÊNCIA DA SURDEZ INVISÍVEL

 

A atriz Benedita Casé Zerbini faz sua estreia nos palcos com o espetáculo SURDA, em cartaz no Teatro Poeirinha a partir de 9 de maio, em sessões com intérprete de Libras. A montagem marca o início de sua trajetória no teatro e aprofunda uma parceria artística que atravessa diferentes linguagens ao abordar a experiência da surdez com sensibilidade e potência. Com direção de Débora Lamm, o espetáculo segue em temporada até 28 de junho, com sessões quintas, sextas e sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h.

Antes mesmo de estrear nos palcos, Benedita protagonizou “90 Decibéis”, com passagens em diversos festivais e lançamento previsto ainda para 2026 no Globoplay. Assim como na peça, o longa também explora o universo da deficiência auditiva e tem roteiro de Julia Spadaccini, autora do texto teatral — consolidando um diálogo criativo contínuo em torno do tema.

Em cena, Benedita interpreta uma mulher que passa a conviver com uma perda auditiva progressiva — um processo marcado não pelo silêncio, mas por uma intensa sobreposição de sons que só ela escuta. Sirenes, vozes, ruídos cotidianos e memórias sonoras se misturam, revelando um paradoxo que conduz a narrativa: “quanto mais você perde o som das coisas, mais você ganha sons da sua cabeça”.

 

Para Benedita, a estreia no teatro marca um passo de coragem e um encontro profundo com a própria história: “Estou muito feliz com essa estreia no teatro. É um desafio grande, um passo importante na minha trajetória, mas que encaro com coragem e entusiasmo. O monólogo é uma experiência intensa, dá aquele frio na barriga, mas é um frio gostoso, que me move. Estou cercada por uma equipe incrível, majoritariamente feminina, o que torna esse processo ainda mais potente e especial. Essa peça tem um significado muito profundo para mim, enquanto mulher com deficiência e mulher surda — é uma história que me atravessa e dialoga diretamente com a minha vivência. Estrear em um teatro tão simbólico e intimista como o Poeirinha torna tudo ainda mais bonito. É um trabalho que me representa e que eu abraço com muita verdade e gratidão.”

A dramaturgia autobiográfica de Julia Spadaccini aborda, pela primeira vez, sua própria vivência como mulher surda oralizada — condição em que a pessoa fala, mas possui perda auditiva profunda. E a escolha de Benedita reforça a autenticidade da obra: assim como a autora, a atriz também é surda oralizada e leva para o palco suas experiências pessoais.

Com recursos de áudio e projeções em vídeo, SURDA constrói uma narrativa fragmentada que percorre os impactos da deficiência auditiva nas esferas afetiva, familiar e profissional. Entre leveza, humor e emoção, a encenação convida o público a experimentar uma realidade ainda pouco compreendida.

Mais do que uma estreia nos palcos, o espetáculo também propõe um debate urgente: a ampliação do olhar sobre a surdez para além dos estereótipos. A proposta é deslocar a percepção do público e evidenciar que nem toda deficiência é visível, e que, muitas vezes, é justamente nessa invisibilidade que residem as maiores barreiras.

Créditos da imagem: Jorge Bispo

Ficha Técnica – SURDA 

Texto Julia Spadaccini

Direção Débora Lamm

Elenco Benedita Casé Zerbini

Intérprete de libras Diana Dantas

Colaboração Artística Cristina Moura

Assistência de direção Laura Araújo

Preparação vocal Leila Mendes

Cenografia Aurora Campos

Projeções e vídeos Camilla Lapa

Figurinos Carla Costa

Trilha Musical Dany Roland

Iluminação Ana Luzia Molinari de Simoni

Fotógrafo Rodrigo Menezes

Designer gráfico Brunella Provvidente

Direção de produção Dadá Maia

Pesquisa dramatúrgica Marcia Brasil

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

 

Serviço 

SURDA

Temporada: 09 de maio a 28 de junho de 2026

Teatro Poeirinha: Rua São João Batista, 104 – Botafogo

Telefone: (21) 2537-8053 

Dias e horários: quintas, sextas e sábados, às 20h, e domingos às 19h.

Ingressos: R$ 100,00 (Inteira) / R$ 50,00 (meia entrada)

Capacidade: 40 pessoas

Duração: 60 minutos

Classificação etária: Livre

Venda de ingressos: Sympla e na bilheteria do teatro. 

Funcionamento da bilheteria: de terça a sábado das 15h às 20h; domingo das 15h às 19h.

Radiográfico anuncia Fernanda Guizan como nova sócia e reforça liderança feminina no mercado de design

 

Formada pela PUC-Rio, com trajetória marcada por projetos culturais e comerciais de relevância nacional, a designer assume a sociedade após oito anos de atuação no estúdio

 

O estúdio Radiográfico anuncia Fernanda Guizan como nova sócia, consolidando oito anos de colaboração e crescimento conjunto. Formada em Design pela PUC-Rio em 2015, iniciou a carreira como designer gráfica freelancer, desenvolvendo identidades visuais para projetos culturais como companhias de teatro, artistas da música independente e festivais de música e cinema.

 

Em 2017, Nanda Guizan integrou-se ao Radiográfico, onde ampliou sua atuação para além do design, assumindo responsabilidades estratégicas e coordenando projetos relevantes nas áreas de cultura, entretenimento e educação. Como liderança criativa, esteve à frente de trabalhos reconhecidos em premiações como LAD Awards e Bienal Brasileira de Design. Entre os destaques está a turnê Tempo Rei de Gilberto Gil, que conquistou o Grand Prix na categoria “Craft for Design” do Prêmio Brasileiro de Design em 2025.

 

Para a nova sócia, o Radiográfico representa a união entre conceito e experimentação, pilares que garantem entregas originais, consistentes e carregadas de sensibilidade. Sua entrada na sociedade simboliza a continuidade de um vínculo construído ao longo de oito anos de intensa troca e amadurecimento coletivo. “Estamos em um novo momento de expansão, com desafios e perspectivas renovadas. Minha entrada como sócia é a consolidação de uma parceria de longa data e a oportunidade de projetar o Radiográfico para o futuro, ampliando diálogos e áreas de atuação, sempre comprometidos com a curiosidade e a consistência”, finaliza Nanda.

 

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

 

https://www.radiografico.com.br/

 

Créditos da foto: Dani Dacorso

“Torto Arado – O Musical” retorna a São Paulo

Aclamado pelo público brasileiro após três temporadas de estreia com sessões esgotadas em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, “Torto Arado – O Musical – Turnê Nacional”, adaptação livre do best-seller de Itamar Vieira Junior, retorna a São Paulo, no Sesc Pinheiros, até 6 de julho, com 12 apresentações de quinta a domingo. O espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e Nubank, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Com realização Sesc, Ministério da Cultura e Governo Federal: União e Reconstrução.

Com sessões às quintas, sextas, sábados e aos domingos, os ingressos para a temporada de apresentações podem ser adquiridos através da plataforma do SESC ou presencialmente nas bilheterias.

“Torto Arado – O Musical” traz um texto épico e lírico que revela, para além de sua trama, uma história de vida e morte nas profundezas do sertão baiano, um poderoso elemento de insubordinação social, de combate e redenção. Questões delicadas e difíceis como trabalho análogo à escravidão, racismo, resistência, sobrevivência, disputa de terra, bem como o universo da fé, magia, poesia e religiosidade são abordadas tanto no livro, quanto no musical. Um projeto que promove um diálogo inédito entre as criações artísticas de Itamar Vieira Junior e Elisio Lopes Junior, ambos baianos que compartilham com o público do espetáculo novas visões do Brasil e de sua diversidade.

Com direção geral de Elísio Lopes Júnior, o espetáculo conta com 22 profissionais em cena, sendo seis músicos e 16 atores, todos com vasta experiência em suas áreas de atuação. Em duas horas e vinte minutos de duração, “Torto Arado – O Musical” mergulha na cultura popular brasileira contada por Itamar Vieira Júnior e conta a história de duas irmãs, Bibiana e Belonísia, marcadas por um acidente de infância, que vivem em condições de trabalho análogo à escravidão em uma fazenda no sertão da Chapada Diamantina, na Bahia. Na adaptação teatral, uma nova personagem também protagoniza a cena, em relação à história original, a avó Donana.

No elenco principal, três profissionais na área musical e teatral: a cantora e apresentadora Larissa Luz interpreta Bibiana, uma das heroínas da trama. Ao lado dela, a atriz, cantora, compositora e teatróloga Bárbara Sut vive sua irmã, a Belonisia. E, juntas, darão vida às netas de Donana, papel interpretado por Lilian Valeska.

A direção musical com composições inéditas é assinada por Jarbas Bittencourt. “Torto Arado – O Musical” é um espetáculo de música popular brasileira, onde todos os ritmos e dinâmicas são nordestinas e ligadas ao cancioneiro do sertão nordestino interiorano, com interpretações e sonoridades totalmente brasileiras”. A cada nota que soa nas canções autorais compostas para o espetáculo, Bibiana, Belonisia, Donana, Zeca Chapéu Grande, Salu ganham vida e movimento. Um processo criativo permeado pela intensidade dos protagonistas e pela autenticidade do compositor e também diretor Jarbas Bittencourt. “Fazer música para um personagem é aquele momento em que você abre um espaço em você, assim como faz o ator, e se deixa ser outro; deixa que outra voz lhe cante a música que está criando”, completa.

Elisio Lopes Junior – que também assina a Dramaturgia ao lado de Aldri Anunciação e Fábio Espírito Santo – comenta o que o público pode esperar do espetáculo a partir da temporada de sucesso em Salvador. “Foram dois meses em cartaz na capital baiana e a sensação de ter estreado Torto Arado em Salvador, na Bahia, perto do lugar onde essa história foi concebida e perto das pessoas que entendem esse universo, nos deu uma sensação de pertencimento. A entrada do público foi mais um elemento dentro dessa contação de história e a gente percebeu que Torto Arado tem humor, tem dor, tem poesia, e isso tudo extraído do livro a partir do convívio desses personagens em cena. Os personagens de Torto Arado nos ensinam e agora partimos para novos palcos, novas plateias, mantendo a nossa musicalidade, nosso sotaque e a nossa identidade, esperando que o olhar de quem é de fora também consiga captar a poesia dessa aridez, esse humor e essa dor que a narrativa de Itamar Vieira Júnior nos oferece e que conseguimos transpor para o palco com o desejo de mostrar um pouquinho mais para o Brasil quem é o Brasil”, destaca o diretor.

Responsável pela Direção de Movimento do espetáculo, o diretor e coreógrafo Zebrinha ressalta a importância do movimento durante o espetáculo, baseado no Jarê – religiosidade do povo que permeia toda a trama. “O que estou tentando fazer com a estética e o vocabulário do movimento no espetáculo é tornar contemporânea essa visão e apresentar o que há de mais bonito e mais plásticos dentro dos rituais do Jarê”, comenta o profissional.

A equipe do musical conta ainda com Cenografia de Renata Mota, figurino assinado pela designer Bettine Silveira, além da Coordenadoria Geral de Fernanda Bezerra, responsável também pela idealização do projeto.

SERVIÇO:  

Torto Arado – O Musical

De 20 de junho a 6 de julho | quinta a sábado às 20h, e domingos e feriados às 18h

Duração: 150 minutos

Local: Teatro Paulo Autran (Sesc Pinheiros)

Classificação: 14 anos

Ingressos: R$ 50 (inteira); R$ 25 (meia) e R$ 15 (credencial plena)

Sesc Pinheiros – Rua Paes Leme, 195

Estacionamento com manobrista: Terça a sexta, das 7h às 21h30; sábados das 10h às 21h; domingo e feriado, das 10h às 18h30.

 

crédito fotográfico: Caio Lírio