Pré-estreia de “Planeta dos Macacos – O Reinado” leva personalidades ao cinema em São Paulo

Aconteceu no último dia 7 a pré-estreia do filme “Planeta dos Macacos: O Reinado”. O longa segue a história dos primatas inteligentes e acontece anos depois da Guerra pelo Planeta dos Macacos de 2017. A sessão de lançamento movimentou a cidade de São Paulo, levando personalidades, formadores de opinião e influenciadores ao Cinemark do Shopping Cidade Jardim para conferir o novo ato da franquia.

 

Entre os convidados pela Casé Comunica para prestigiar o lançamento da saga, estiveram presentes os rappers e cantores Emicida e Rashid, a modelo e apresentadora Carol Ribeiro, a atriz Eunice Baía, o ator Tiago Barbosa, o cantor Rico Dalasam, a comediante GKay, a empresária Ana Fontes e outras personalidades.

 

O novo capítulo da saga chegou aos cinemas no dia 9 de maio e segue a história de um jovem primata que, movido por sua curiosidade, embarca numa aventura reveladora e revolucionária, mudando tudo o que foi aprendido até ali e colocando em questão o futuro dos macacos e da humanidade.

Créditos: Humberto Moreira

Alana Leguth é da Comissão de Música do Rio2C

A sócia-fundadora da KondZilla e a criadora do selo HERvolution, Alana Leguth, recebeu convite para integrar a Comissão de Música de 2024 do Rio2C, o maior encontro de criatividade da América Latina, realizado entre 04 e 09 de junho, na Cidade das Artes, no Rio. Dentro da comissão, ao lado da votação popular, vai selecionar bandas e músicos que se apresentarão no palco PitchingShow.

O grupo conta com a participação de integrantes de gravadoras, rádios, plataformas digitais, empresários, curadores de festivais e jornalistas, com interesse em repercutir descobertas musicais e enorme potencial para gerar negócios.

 

Bandas serão selecionadas pela comissão e por votação popular para se apresentarem no palco do PitchingShow, espaço que pode ampliar o alcance de novos talentos, gerar oportunidades de negócios e também apresentar tendências musicais.

Exposição ‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ é prorrogada no Museu Histórico da Cidade, no Parque da Cidade, na Gávea

A exposição ‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira”, que acontece no Museu Histórico da Cidade, no Parque da Cidade, na Gávea, ultrapassa a marca de dez mil visitantes no Rio de Janeiro. Sucesso de público desde sua abertura, em dezembro, a mostra teve sua data de encerramento prorrogada e ficará aberta para visitação até 12 de março.

Além do Parque da Cidade ser um local incrível no coração do Rio, também é uma opção de passeio cultural bacana para curtir os dias de férias com as crianças: após a visitação de “Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira” o museu oferece um espaço para que os visitantes mirins possam criar “cordel” com as informações sobre a exposição. Moraes Moreira também era acadêmico – ocupava a cadeira de número 38 da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

Gratuita, única e exclusiva, a exposição – realização da Maré Produções e Moraes Moreira, ainda em vida – apresenta uma retrospectiva abrangente da carreira do artista, destacando sua versatilidade como compositor, suas parcerias musicais, suas incursões na literatura e suas raízes profundamente conectadas à Bahia. O projeto é uma iniciativa inédita que proporciona aos visitantes uma imersão sensorial na história da música popular e da cultura brasileira por meio da vida e obra de um dos artistas mais relevantes do país.

Toda a atmosfera da mostra promove aos visitantes uma experiência sonora pela poesia de Moraes Moreira através de todo seu trabalho, explora a diversidade musical do Brasil, através das canções do artista, reconhecido por mesclar ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e música erudita em suas composições. Além disso, são evidenciadas suas colaborações musicais com seu filho Davi Moraes, bem como suas incursões no campo da literatura como cordelista e cronista de histórias da Bahia.

A exposição é uma merecida homenagem a esse legado duradouro e à sua personalidade marcante, refletida tanto em seu trabalho artístico quanto em suas raízes baianas. ‘Mancha de Dendê não sai’ foi idealizada pela produtora cultural Fernanda Bezerra e pela cenógrafa Renata Mota, que também assina a direção de arte e curadoria do projeto.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à cultura é uma realização da Maré Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução na régua – a mostra segue a temporada de sucesso que teve em Salvador, com um público de 25 mil pessoas, entre agosto e novembro do ano passado.

‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ ficará em cartaz no Museu Histórico da Cidade até 12 de março e poderá ser vista, com entrada franca, de terça à domingo, das 9h às 16h. A classificação é livre e o Museu Histórico da Cidade fica na Est. Santa Marina, s/n, Gávea.

Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira

Museu Histórico da Cidade

Est. Santa Marina, s/n, Gávea

Gratuito

Horário: entre 9 e 16h, de terça à domingo

https://museudacidadedorio.com.br/

mãeana lança duas novas faixas do projeto “mãeana canta JG”

A cantora e compositora brasileira mãeana lançou o quarto bundle de sua série “mãeana canta JG”, que apresenta releituras de clássicos de João Gilberto com a marcante influência do piseiro de João Gomes.

O novo conjunto, intitulado “mãeana canta JG 4”, traz duas faixas: a primeira é um medley das canções “Fica Comigo”, de Dino Boy e Valter Garrincha, originalmente interpretada por João Gomes; e “Chega de Saudade”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Na segunda faixa, “É Preciso Perdoar”, um clássico interpretado por João Gilberto, composto por Alcyvando Luz e Carlos Coqueijo. No repertório dos três primeiros lançamentos da série, mãeana revisitou canções como “Meu Pedaço de Pecado”, “Tô Sem Você”, “Digo ou Não Digo” e “Insensatez”.

“Com esse lançamento assumimos de fato que a gente está explorando o repertório de João Gilberto e trazendo para o piseiro. É uma confirmação desse movimento que a gente já vinha fazendo, dessa mistura. Escancarando a “Pisa-nova” trazendo dois clássicos da bossa e um clássico do piseiro, ícones dos dois gêneros musicais imortais que no show são sempre cantados pela plateia e agora podem ser ouvidos nas plataformas”, comenta mãeana.

As novas faixas foram produzidas por Bem Gil e Sebastian Notini, co-produzidas por mãeana. A gravação e mixagem ficaram a cargo de Sebastian Notini, enquanto a masterização foi realizada por Claes-Göran Persson.

Ficha técnica mãeana canta JG 4

 

1. Fica Comigo / Chega de Saudade (3:53)

 

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão – Sebastian Notini

Acordeon- Mestrinho

 

2. É Preciso Perdoar (3:59)

 

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão e teclado – Sebastian Notini

 

Produzido por Bem Gil e Sebastian Notini

Co-produzido por mãeana

 

Gravado e Mixado por Sebastian Notini

Masterizado por Claes-Göran Persson

Sobre mãeana

mãeana é uma cantora e compositora brasileira que se inspira no tropicalismo e no feminino. Seu disco de estreia, mãeana, foi lançado em 2015, e conta com composições inéditas de Caetano Veloso e Adriana Calcanhotto. Foi vocalista da banda brasileira Tono, que a projetou para a carreira solo.

Em 2016, colaborou na faixa “Oxumaré”, do disco Ascensão, da cantora Serena Assumpção. No mesmo ano, lançou seu primeiro DVD ao vivo, intitulado mãeana no MAM, pela gravadora Sony Music.

Em 2017 foi considerada artista-revelação da MPB pelo jornal O Globo.

No final de 2018, entrou em turnê colaborativa com Letícia Novaes, em um show intitulado Letrux e mãeana Cantam Bruxas.

Atualmente, mãeana mantém um projeto semanal no qual desde o começo de 2023 apresenta um repertório variado, cantando suas referências e reverenciando grandes nomes da música brasileira. Agora chegou a vez dos Joões – o Gilberto e o Gomes.

‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ chega ao Rio de Janeiro

Após temporada de sucesso em Salvador, com um público de 25 mil pessoas, a exposição ‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira” chega ao Rio de Janeiro em 10 de dezembro, a partir das 12h, no Museu Histórico da Cidade, no Parque da Cidade, na Gávea. Apresentada pelo Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à cultura é uma realização da Maré Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução na régua.

 

o projeto é uma iniciativa inédita que proporciona aos visitantes uma imersão sensorial na história da música popular e da cultura brasileira por meio da vida e obra de um dos artistas mais relevantes do país.

 

Gratuita, única e exclusiva, a exposição – realização da Maré Produções e Moraes Moreira, ainda em vida – apresenta uma retrospectiva abrangente da carreira do artista, destacando sua versatilidade como compositor, suas parcerias musicais, suas incursões na literatura e suas raízes profundamente conectadas à Bahia.

 

Toda a atmosfera da mostra promove aos visitantes uma experiência sonora pela poesia de Moraes Moreira através de todo seu trabalho, explora a diversidade musical do Brasil, através das canções do artista, reconhecido por mesclar ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e música erudita em suas composições. Além disso, são evidenciadas suas colaborações musicais com seu filho Davi Moraes, bem como suas incursões no campo da literatura como cordelista e cronista de histórias da Bahia.

 

A exposição é uma merecida homenagem a esse legado duradouro e à sua personalidade marcante, refletida tanto em seu trabalho artístico quanto em suas raízes baianas. ‘Mancha de Dendê não sai’ foi idealizada pela produtora cultural Fernanda Bezerra e pela cenógrafa Renata Mota, que também assina a direção de arte e curadoria do projeto.

 

“Moraes Moreira, importante representante da música regional, é um verdadeiro ícone da cultura brasileira, com uma carreira que abrangeu diversas formas de expressão artística. Além de cantor, compositor e músico, ele também foi um agitador cultural, escritor, cantador e poeta. Sua produção artística foi intensa e significativa”, enfatiza a idealizadora e produtora cultural Fernanda Bezerra.

 

‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ ficará em cartaz no Museu Histórico da Cidade entre 10 de dezembro e 12 de fevereiro e poderá ser vista, com entrada franca, de terça à domingo, das 9h às 16h. A classificação é livre e o Museu Histórico da Cidade fica na Est. Santa Marina, s/n, Gávea.

“Mancha de Dendê não sai – Morais Moreira”

Museu Histórico da Cidade Est. Santa Marina, s/n, Gávea Gratuito

Horário: entre 9 e 16h, de terça à domingo

https://museudacidadedorio.com.br/

“Suplementos”: a nova exposição de Nina Pandolfo marca sua estreia na Zipper Galeria

A artista Nina Pandolfo apresenta ao público sua mais recente exposição, intitulada “Suplementos”, na Zipper Galeria, situada no Jardim América, em São Paulo (SP). Gratuita, a mostra apresenta 15 telas e uma escultura colaborativa, proporcionando interação com todos os visitantes.

 

Conhecidas por suas cores vibrantes, seja em tons pastéis ou em escalas mais intensas, as telas de Nina destacam-se pela presença de personagens lúdicos. Em “Suplementos”, a artista explora temas relevantes como a conexão humana, o legado e a resiliência.

 

Na escultura colaborativa “Expansão do meu Ser”, os visitantes têm a oportunidade de deixar uma mensagem de motivação, fé ou amor, para que outra pessoa retire, reforçando assim um ciclo de votos positivos. As pessoas podem redigir uma mensagem e colocá-la na árvore, permitindo que outra pessoa também a recebam.

 

“A exemplo de vitaminas que tomamos para repor e complementar a saúde do corpo, Suplementos propõe suprir e dialogar com outro tipo de carência para que a gente tenha uma vida melhor. Sair do aspecto individualista para um olhar gentil e de empatia com o outro”, comenta Nina.

 

Dentre as peças expostas, duas telas que permitem interação animada via Instagram merecem destaque. Além de animadas, os elementos reagem ao toque na tela, e uma delas apresenta elementos 3D (esculturas) no ambiente para uma imersão ainda mais profunda.

A exposição segue com uma série de seis obras em que a artista utiliza uma técnica nova entre as que costuma aplicar, trata-se do pouring – em que a artista derrama a tinta sobre a tela contemplando e provocando o movimento em que os líquidos se espalham e se fundem, e passa a trabalhar a partir dessa composição já completamente seca. Nessas obras, como se estivesse cultivando um jardim, a artista propõe que cada semente representa um sentimento fundamental para que a vida floresça: Entusiasmo, empatia, esperança, amor, paz e gratidão

 

Além das criações de Pandolfo, a exposição é enriquecida pela presença de uma monumental escultura inflável representando um vagalume gigante no telhado da galeria. Essa instalação, simboliza a esperança e a luz em meio às sombras.

 

“Suplementos” permanecerá em exibição na galeria Zipper até o dia 20 de dezembro, proporcionando uma experiência enriquecedora e inspiradora aos apreciadores da arte.