Fábula musical de João Falcão é destaque familiar da Virada Cultural de São Paulo

 “O PEQUENINO GRÃO DE AREIA” APOSTA EM UMA EXPERIÊNCIA SENSÍVEL E GRATUITA PARA CRIANÇAS E ADULTOS NO CORAÇÃO DA AVENIDA PAULISTA

 

Em meio à programação da Virada Cultural 2026, o espetáculo “O Pequenino Grão de Areia”, surge como uma das opções culturais para toda a família na Avenida Paulista. Em cartaz no Teatro do SESI-SP, dentro do Centro Cultural Fiesp, o musical infantil escrito, musicado e dirigido por João Falcão integra a agenda gratuita do festival com sessões voltadas a públicos de diferentes idades. Livres e gratuitas, as sessões acontecem no sábado e no domingo, às 15h.

Instalado na Avenida Paulista, o Centro Cultural Fiesp participa da Virada Cultural com programação especial ao longo do fim de semana, reforçando a proposta do evento de democratizar o acesso à cultura e ocupar diferentes espaços da cidade com atrações gratuitas.
Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.

Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.
Sinopse
Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

Sobre o diretor João Falcão
Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

Sobre o SESI-SP
O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes
visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

Ficha Técnica
Texto, direção e música original: João Falcão
Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano
Direção musical e arranjos: Ricco Viana
Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena
Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget
Iluminação: Cesar de Ramires
Direção de produção: Marlene Salgado
Desenho coreográfico: Alisson Lima
Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis
Fotografia: Ale Catan
Identidade visual: Gabriel Azevedo
Redes Sociais: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Casé Comunica
Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado
Coordenacão de produção: Mauricio Inafre
Administração: Clayton Marques
Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP
Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos
Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h

A Peça Infantil, estrelada por Chay Suede, chega a São Paulo com identidade visual e direção de fotos do Radiográfico

Nos últimos anos, o estúdio Radiográfico tem consolidado sua presença na cena cultural brasileira com projetos que transitam entre arte, design e tecnologia. Do sucesso absoluto na turnê Tempo Rei de Gilberto Gil, passando pelo universo lúdico de Partimpim, de Adriana Calcanhotto, às exposições Baú do Raul (MIS SP) e Oceano (Museu do Amanhã), o estúdio carioca se destaca por criar identidades visuais que contam histórias e expandem a experiência do público para além do palco e das paredes do museu.

 

Após temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo PEÇA INFANTIL – A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay chega a São Paulo com sessões no Teatro Cultura Artística a partir de 7 de março. O projeto gráfico é assinado pelo Radiográfico e marca a estreia de Chay Suede no teatro, sob direção geral de Felipe Hirsch, dramaturgia de Caetano W. Galindo e do próprio Hirsch, e cenografia de Daniela Thomas. Embora o título faça referência a uma “peça infantil”, trata-se de um espetáculo adulto, humorístico-filosófico, que utiliza o formato de pseudodocumentário para explorar – com ironia e espanto – as venturas e desventuras do personagem Cavalheiro Roobertchay. A narrativa se desenvolve em doze fragmentos breves, que partem da memória voluntária e involuntária de Chay e avançam para questões contemporâneas como fama, autenticidade e influência.

 

Convidado por Hirsch, o estúdio foi responsável pela identidade visual do espetáculo, pela direção da sessão fotográfica com Chay Suede e pela concepção dos conteúdos visuais. As fotos, realizadas por Fabio Audi, serviram de base para a criação de uma paisagem imagética inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch, repletas de personagens, símbolos e elementos fantásticos. “A sessão fotográfica foi pensada como ponto de partida para o universo visual da peça. Fotografamos o Chay em diversas poses e figurinos, contra fundo branco, e essas imagens serviram de base para compormos uma grande paisagem inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch – cheias de personagens e elementos simbólicos. Nessa paisagem, estão representados vários dos elementos que aparecem nas histórias contadas em cena”, explicam Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia, sócios do Radiográfico.

 

Misturando realidade e ficção, o espetáculo propõe uma jornada visual e narrativa que amplia a experiência da plateia. Além da identidade visual, o Radiográfico também é responsável pela criação dos conteúdos projetados no cenário, um grande painel de LED horizontal com peças desconstruídas concebido por Daniela Thomas. Segundo os sócios do estúdio, esses conteúdos visuais funcionam quase como um personagem em cena: foram desenvolvidos em estreita colaboração com Felipe Hirsch, em um mergulho profundo na dramaturgia, e reforçam a narrativa de forma intrincada. “Algumas sequências foram criadas com inteligência artificial – inclusive um falso Chay digital – outras de forma manual, ampliando o jogo entre ficção e realidade que estrutura o espetáculo. Esse uso criativo das projeções merece destaque, pois o cenário, em sua totalidade, se torna parte fundamental da experiência e da construção do enredo da peça”, finalizam Olivia e Pedro.

 

 

 

Serviço – Temporada São Paulo

 

Apresentação: A partir de 7 de Março de 2026 – horário de Brasília.
Horários: Março: Sábados: 21h30 | Domingos: 19h
Local: Cultura Artística
Endereço: Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação, São Paulo – SP, 01301-010
Classificação: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos responsáveis legais.*

Ingressos: Tickemaster

 

 

 

 

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

 

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

 

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

 

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

 

https://www.radiografico.com.br/

 

Créditos da foto: Flávia Canavarro

Alceu 80 girassóis: o palco como território multilinguagens

Oblíquo e Radiográfico assinam a direção de arte e concepção cenográfica de “80 Girassóis”, de Alceu Valença

O encontro entre a obra de Alceu Valença e os estúdios Oblíquo e Radiográfico ganha forma em “80 Girassóis”, espetáculo que traduz para a cena a potência multilinguagens do artista. Com direção de arte e concepção cenográfica assinadas pelas duas casas, o projeto dialoga diretamente com a proposta cênica e musical do show. A cenografia estruturada a partir de um telão em formato de girassol – símbolo da turnê e metáfora dos oitenta giros solares de sua vida – surge como uma grande alegoria central do espetáculo, criando um palco em permanente mutação.

 

Quando falamos de Alceu Valença, falamos de um grande encenador – no sentido mais amplo da palavra. Alceu interpreta, dirige, corporifica o espetáculo. Sua presença nunca se limitou ao canto: ocupa o palco em multilinguagens desde sempre. Em 28 de dezembro de 1975, Nelson Motta escreveu sobre ele como uma das grandes revelações daquele ano no jornal O Globo:

 

“Numa área onde o rock se confunde com todos os sons do Brasil e do mundo, ocorreu certamente a revelação mais importante do ano – Alceu Valença, que explodiu com o seu som nordestino-indiano-inglês-árabe-all over. Com uma originalidade extraordinária e uma presença cênica rara entre os quase sempre estáticos cantores brasileiros, geralmente pouco preocupados com o lado teatral que existe num cantor, quer ele queira ou não, a partir do momento em que pisa num palco e há pessoas na plateia para aquele número de mágica, Alceu revelou um lado poderoso de intérprete e uma excelente perspectiva de autor musical.”

 

Com direção artística de Rafael Todeschini, diretor e cofundador do estúdio Oblíquo, 80 girassóis é um espetáculo de multilinguagens: “Trabalhamos com a obra do Alceu desde 2009 e, de lá para cá, realizamos inúmeros projetos de identidade e narrativa da sua obra. Este é, com certeza, o mais complexo de todos, pois adentramos no território sagrado de Alceu, o palco. Buscamos criar uma experiência que traduza as multilinguagens que Alceu cria. Além de musical, “80 girassóis” é teatral, cinematográfico, literário e pictórico. E, ao lado do Radiográfico, exploramos cada uma dessas linguagens”.

 

Com a parceria em “80 Girassóis”, o Radiográfico reforça sua atuação no universo da música. Em 2025, o estúdio conquistou o Grand Prix do BDA com a identidade visual em movimento da turnê “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, consolidando o design como elemento central na construção de experiências culturais contemporâneas. “Ao lado dos parceiros da Oblíquo, estamos felizes por desenvolver um projeto para um artista com a dimensão de Alceu Valença. É uma grande responsabilidade traduzir visualmente a potência poética e toda a energia que atravessam sua obra”, destacam os sócios-fundadores do Radiográfico, Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia.

 

Mais do que ilustrar as músicas, buscou-se potencializar seus universos poéticos. Cada momento visual foi pensado em sintonia fina com o tema, o ritmo e a atmosfera de cada composição, criando uma experiência em que música, imagem e a presença cênica de Alceu se entrelaçam. O resultado é um espetáculo musical, teatral, cinematográfico, literário e pictórico, que percorre diferentes experiências do espaço de interação entre o público e o artista.

 

Girassol Cinematográfico

O show começa com uma abertura cinematográfica, com o depoimento do pai e da mãe de Alceu, falando da divergência sobre a crença na carreira artística do filho, ao som de Edipiana nº 1. Além disso, Aboio é ambientado com imagens de A Luneta do Tempo, filme do próprio Alceu, de 2015, e Tesoura do Desejo conta com imagens de Luis Abramo e Juba Valença. A Banda de Pife, em que os músicos são apresentados, traz trechos de Nordeste: cordel, repente e canção, de Tânia Quaresma, filme histórico sobre a cultura expressiva dos cantadores, emboladores, cordelistas, violeiros e repentistas dos interiores do Nordeste no ano de 1975. E também outro filme do ano anterior (1974) Zabumba, Orquestra Polular do Nordeste, de Zelito Viana, que expressam um universo semelhante. Embolada do Tempo tem registros fotográficos do Alceu menino até os dias de hoje, numa montagem arrebatadora do tempo. Destaque especial para Espelho Cristalino, que será representada pelo icônico ensaio fotográfico realizado por Cafi no contexto do lançamento do disco homônimo — momento em que imagem e música se fundem de maneira definitiva na construção do próprio Alceu como personagem de sua obra: “ver a luz do passado e do presente, viajar pelas veredas do céu, pra colher três estrelas cintilantes e pregar nas abas do meu chapéu”.

 



Girassol Teatral

O show apresenta propostas teatrais em músicas como Girassol, que inspirou o título da turnê e apresenta uma proposta imersiva de um pôr do sol com o horizonte do mar. Assim como em Solidão, que traz a lua, os astros e o universo como tema melancólico, e em Anunciação, as nuvens que trazem o tom celestial da música.

Táxi Lunar quebra a quarta parede ao convocar o público a participar conjuntamente de uma catarse coletiva. A homenagem ao principal parceiro musical de Alceu, Paulinho Rafael, emociona com o solo que ele criou para Hino do Elefante, performado por Zi Ferreira, e com o canto vigoroso de Alceu. Cabelo no Pente traz a imersão pelas ruas do passado e o pé caminhador de Alceu, e Pelas Ruas Que Andei homenageia o Recife antigo, sendo finalizado com a bandeira de Pernambuco.

 

Girassol Literário

Em Agalopado, emergem elementos do imaginário de Ariano Suassuna, numa identificação poética entre os dois artistas pela figura de Dom Quixote — o cavaleiro do sonho e da utopia. Coração Bobo incorpora o espírito junino através do corte e recorte das bandeirolas letradas de Catarina Dee Jah, que dão voz à letra ao coração do poeta que pipoca dentro do peito. Ao homenagear Luiz Gonzaga, Alceu resgata a tradição da oralidade do Rei do Baião, que fazia de suas músicas “contações de histórias”. O lirismo de Flor de Tangerina ganha corpo nas xilogravuras de J. Borges e J. Miguel, trazendo a delicadeza romântica da madeira talhada. É a partir dela que Alceu conta a narrativa de um poeta que está em busca do seu grande amor nas músicas seguintes.

 

Girassol Pictórico

Pagode Russo assume seu caráter onírico através das ambiências e personagens do artista olindense Getúlio Maurício, expandindo o delírio festivo da canção. Assim, como La Belle de Jour e a sua praia de boa viagem de Meton Joffily e Rafael Valença. Cavalo de Pau recebe os traços densos e emocionais da pintura de Elvira Freitas Lira. Em Estação da Luz e Sabiá, entram em cena as expressões gráficas de Virgolino e Marisa Lacerda, respectivamente, já profundamente associadas ao imaginário visual da obra de Alceu. Já Ciranda da Rosa Vermelha convoca o universo naïf de Edmar Fernandes, que recria uma Ilha de Itamaracá imaginária, afetiva e colorida. Nas carnavalescas Pirata José e Bicho Maluco Beleza, surgem as poéticas visuais de Marcos Amorim e Bajado, artistas que souberam traduzir como poucos a pulsação do Carnaval de Olinda. Em Tropicana, as obras de Sérgio Lemos reaparecem como matriz visual de inspiração de um dos mais emblemáticos sucessos do repertório de Alceu.

 

Apresentação: https://app.box.com/s/pfnenv1zpm5nccbxiwu8dyx20g4r9me6 

Imagens: https://app.box.com/s/9uvc3vp4cbvfd7b71gf7b996ajox2qz3

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

https://www.radiografico.com.br/ 

 

Sobre o Oblíquo 

Fundado em 2010 por Erika Martins e Rafael Todeschini, o estúdio Oblíquo cria identidades e narrativas em inúmeras linguagens. Não há uma linha autoral que define o trabalho do estúdio, mas uma multiplicidade de experimentações que traduzem um propósito transversal. Na trajetória do estúdio foram atendidos clientes como Chás Leão, Verde Campo, Globo, Alceu Valença, Casa Estação da Luz, Queira Agroecologia, ICOM, Instituto Coca-Cola, Sistema OCB, Amata, Caixa Cultural, Keith Haring Foundation, Prefeitura do Rio de Janeiro entre outros. O estúdio se destacou com premiações nas últimas edições do Brasil Design Awards, Latin American Design Awards e na 14ª Bienal Brasileira de Design de 2024 nas categorias de branding, design gráfico, embalagem, ambientação e tipografia. Recentemente realizaram a curadoria e direção de arte da exposição “Alceu Valença, uma geografia visceral nordestina” que conta os mais de 50 anos de história do artista pernambucano na Casa Estação da Luz em Olinda, Pernambuco em 2024.

obliquo.com.br

 

Créditos da foto: Rogério von Krüger

Radiográfico anuncia Fernanda Guizan como nova sócia e reforça liderança feminina no mercado de design

 

Formada pela PUC-Rio, com trajetória marcada por projetos culturais e comerciais de relevância nacional, a designer assume a sociedade após oito anos de atuação no estúdio

 

O estúdio Radiográfico anuncia Fernanda Guizan como nova sócia, consolidando oito anos de colaboração e crescimento conjunto. Formada em Design pela PUC-Rio em 2015, iniciou a carreira como designer gráfica freelancer, desenvolvendo identidades visuais para projetos culturais como companhias de teatro, artistas da música independente e festivais de música e cinema.

 

Em 2017, Nanda Guizan integrou-se ao Radiográfico, onde ampliou sua atuação para além do design, assumindo responsabilidades estratégicas e coordenando projetos relevantes nas áreas de cultura, entretenimento e educação. Como liderança criativa, esteve à frente de trabalhos reconhecidos em premiações como LAD Awards e Bienal Brasileira de Design. Entre os destaques está a turnê Tempo Rei de Gilberto Gil, que conquistou o Grand Prix na categoria “Craft for Design” do Prêmio Brasileiro de Design em 2025.

 

Para a nova sócia, o Radiográfico representa a união entre conceito e experimentação, pilares que garantem entregas originais, consistentes e carregadas de sensibilidade. Sua entrada na sociedade simboliza a continuidade de um vínculo construído ao longo de oito anos de intensa troca e amadurecimento coletivo. “Estamos em um novo momento de expansão, com desafios e perspectivas renovadas. Minha entrada como sócia é a consolidação de uma parceria de longa data e a oportunidade de projetar o Radiográfico para o futuro, ampliando diálogos e áreas de atuação, sempre comprometidos com a curiosidade e a consistência”, finaliza Nanda.

 

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

 

https://www.radiografico.com.br/

 

Créditos da foto: Dani Dacorso

Preto Cozinha inicia “Preto Sunday Sunset”, experiência que une música e drinks autorais

A partir da última semana de julho, o chef e empresário Rodrigo Freire lança o projeto “Preto Sunday Sunset” no Preto Cozinha, em Pinheiros. O evento acontece aos domingos, a partir das 16h, e une jazz, R&B e coquetelaria autoral em uma experiência que reúne o melhor da música com drinks inéditos. A estreia será no dia 27 de julho, com o som do renomado DJ Grand Master Ney, dando início a uma temporada com DJs convidados e drinks criativos. A iniciativa marca mais um passo no empreendimento, que abriu em 2022 e se tornou referência ao mesclar técnicas ancestrais com alta gastronomia e componentes da gastronomia africana, portuguesa e indígena. “Queremos oferecer música de qualidade, bebidas inventivas e uma vibe especial para encerrar bem o fim de semana”, afirma Rodrigo.

Serviço

·  Local: Preto – Rua Fradique Coutinho, 276, Pinheiros, São Paulo

· Data de Início: 27 de julho de 2025 (e todos os domingos subsequentes)

· Horário: A partir das 16h

·  Atrações: Jazz, R&B, DJs convidados, drinks autorais

· Entrada: R$ 35,00 no Sympla https://www.sympla.com.br/evento/preto-sunday-sunset/3044821?share_id=whatsapp

KondZilla, Africa Creative e Sweet Filmes assinam curta cinematográfico que traduz o universo de Hodari em novo álbum “Iradoh!”

O cantor, compositor e produtor musical Hodari lançou seu segundo álbum de estúdio e o curta-metragem que o acompanha, ambos intitulados Iradoh!. Com produção audiovisual da KondZilla, Africa Creative, Som Livre e Sweet Filmes, o projeto aposta em uma estética cinematográfica e contemporânea para traduzir a essência do artista e contar, em som e imagem, os marcos mais importantes das diferentes fases da sua vida.

“Esse álbum, o IRADOH!, é tipo um raio-x de quem eu sou, da minha alma. Tem a primeira música que eu gravei na vida, que é Uva Passa, e ela tá nesse álbum. E tem também a última música que gravei. Então ele conta a trilogia da minha vida na música: começo, meio e agora. É um diário aberto. Esse processo começou lá no início da minha carreira, quando lancei Teu Popô, em 2018. Agora, com meu segundo álbum depois de todo esse tempo, sinto que fechei um ciclo. É muito especial pra mim”, comenta Hodari.

Com 11 faixas, o álbum tem como destaque a música “Longe de Mim”, que traz uma sonoridade animada e dançante. Ela se mistura com os outros sons do projeto, que combinam pop com Amapiano, R&B, MPB e House — mostrando a versatilidade do artista. Distribuído pela Som Livre, o álbum chega às plataformas digitais com 11 visualizers — um para cada faixa — enquanto o curta está disponível no canal da KondZilla no YouTube.

A narrativa do curta, dividida em três atos, acompanha a trajetória de três irmãos — um músico, um advogado e um traficante — que seguem rumos distintos, mas compartilham a mesma raiz familiar. Três vielas, três destinos com seus desvios e reencontros, mas que no fim sempre se cruzam. Mais do que uma simples história, o filme propõe uma jornada emocional onde segredos, alegrias e cumplicidade se entrelaçam. Os caminhos distintos que cada personagem trilha desafiam expectativas sociais, enquanto amor, trajetória e ressignificação das relações expandem horizontes e constroem novas narrativas, tudo sob uma lente de realismo fantástico.

“Fazer esse filme foi um desafio desde a criação, principalmente por conta do prazo. Desde o início, sabíamos que o tempo era curto e a meta ambiciosa: fazer um filme digno de prêmios, com profundidade emocional e potência estética. O ponto de partida veio de uma sugestão de Hodari, que propôs contar a história de três irmãos, um músico, um advogado e um traficante cujos destinos se afastam, mas cuja irmandade permanece como fio condutor”, afirma Kaique Alves, diretor do curta e diretor criativo da KondZilla.

“Reunimos um time técnico e artístico de altíssimo nível. Cada departamento, da fotografia à direção de arte, da montagem à trilha sonora, foi escolhido a dedo para que o filme tivesse não só alma, mas acabamento. Entregamos um trabalho coletivo de excelência, guiado pela emoção, pela memória afetiva e pela crença de que boas histórias precisam ser contadas com o coração — e esse filme tem muito dele”, completa.

O projeto marca uma nova etapa criativa da KondZilla, agora em parceria com a Africa Creative e a Sweet Filmes, expandindo seu campo de atuação e reforçando o audiovisual como força narrativa no cenário musical brasileiro.

A Sweet Filmes teve um papel fundamental na construção da linguagem visual e emocional do curta “Iradoh!”, unindo sensibilidade artística e rigor técnico para dar vida à história proposta por Hodari. Conhecida por sua abordagem cuidadosa e inventiva, a produtora trouxe para o projeto uma perspectiva estética sofisticada, com elementos urbanos autênticos. “O que mais nos atraiu nesse projeto foi a possibilidade de mergulhar em uma narrativa potente e simbólica, que fala sobre pertencimento, escolhas e afeto. Nossa missão foi garantir que cada frame tivesse verdade, poesia e propósito”, afirma Kako Tufano, produtor executivo da Sweet Filmes. “Trabalhar ao lado da KondZilla e da Africa Creative foi essencial para esse resultado. Conseguimos criar um filme que emociona, provoca e amplia o diálogo entre música e cinema”” completou.

A força do curta também está na maneira como imagem e dramaturgia se entrelaçam, construindo uma narrativa fluida e sensível. “Queríamos que a história fosse contada como uma linha do tempo, onde a dramaturgia e a cinematografia caminhassem juntas. Apostamos na força da linguagem visual, ora tocante e poética, ora lúdica e imaginativa”, comenta Thiago Eva, diretor do filme, que assina ao lado de Kaique Alves.

A construção sensorial de Iradoh! também se fortaleceu com a presença de parceiros como a produtora de áudio A Gandaia, responsável por uma paisagem sonora imersiva e pulsante, e a Tribo, que trouxe sofisticação técnica e criatividade nos efeitos visuais. Essas colaborações foram decisivas para garantir que a obra alcançasse sua plenitude estética e emocional, integrando som, imagem e narrativa de forma coesa e impactante.

Crédito da foto: Max Felipe