Fábula musical de João Falcão é destaque familiar da Virada Cultural de São Paulo

 “O PEQUENINO GRÃO DE AREIA” APOSTA EM UMA EXPERIÊNCIA SENSÍVEL E GRATUITA PARA CRIANÇAS E ADULTOS NO CORAÇÃO DA AVENIDA PAULISTA

 

Em meio à programação da Virada Cultural 2026, o espetáculo “O Pequenino Grão de Areia”, surge como uma das opções culturais para toda a família na Avenida Paulista. Em cartaz no Teatro do SESI-SP, dentro do Centro Cultural Fiesp, o musical infantil escrito, musicado e dirigido por João Falcão integra a agenda gratuita do festival com sessões voltadas a públicos de diferentes idades. Livres e gratuitas, as sessões acontecem no sábado e no domingo, às 15h.

Instalado na Avenida Paulista, o Centro Cultural Fiesp participa da Virada Cultural com programação especial ao longo do fim de semana, reforçando a proposta do evento de democratizar o acesso à cultura e ocupar diferentes espaços da cidade com atrações gratuitas.
Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.

Com atmosfera sensível e visual poético, “O Pequenino Grão de Areia” se destaca como um dos programas para famílias que desejam aproveitar a Virada Cultural além dos grandes shows, em uma experiência que une teatro, música e imaginação no coração de São Paulo.
Sinopse
Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

Sobre o diretor João Falcão
Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

Sobre o SESI-SP
O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes
visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

Ficha Técnica
Texto, direção e música original: João Falcão
Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano
Direção musical e arranjos: Ricco Viana
Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena
Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget
Iluminação: Cesar de Ramires
Direção de produção: Marlene Salgado
Desenho coreográfico: Alisson Lima
Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis
Fotografia: Ale Catan
Identidade visual: Gabriel Azevedo
Redes Sociais: Gigi Prade
Assessoria de imprensa: Casé Comunica
Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado
Coordenacão de produção: Mauricio Inafre
Administração: Clayton Marques
Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP
Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP
Classificação: Livre
Duração: 60 minutos
Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos
Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h

Alceu 80 girassóis: o palco como território multilinguagens

Oblíquo e Radiográfico assinam a direção de arte e concepção cenográfica de “80 Girassóis”, de Alceu Valença

O encontro entre a obra de Alceu Valença e os estúdios Oblíquo e Radiográfico ganha forma em “80 Girassóis”, espetáculo que traduz para a cena a potência multilinguagens do artista. Com direção de arte e concepção cenográfica assinadas pelas duas casas, o projeto dialoga diretamente com a proposta cênica e musical do show. A cenografia estruturada a partir de um telão em formato de girassol – símbolo da turnê e metáfora dos oitenta giros solares de sua vida – surge como uma grande alegoria central do espetáculo, criando um palco em permanente mutação.

 

Quando falamos de Alceu Valença, falamos de um grande encenador – no sentido mais amplo da palavra. Alceu interpreta, dirige, corporifica o espetáculo. Sua presença nunca se limitou ao canto: ocupa o palco em multilinguagens desde sempre. Em 28 de dezembro de 1975, Nelson Motta escreveu sobre ele como uma das grandes revelações daquele ano no jornal O Globo:

 

“Numa área onde o rock se confunde com todos os sons do Brasil e do mundo, ocorreu certamente a revelação mais importante do ano – Alceu Valença, que explodiu com o seu som nordestino-indiano-inglês-árabe-all over. Com uma originalidade extraordinária e uma presença cênica rara entre os quase sempre estáticos cantores brasileiros, geralmente pouco preocupados com o lado teatral que existe num cantor, quer ele queira ou não, a partir do momento em que pisa num palco e há pessoas na plateia para aquele número de mágica, Alceu revelou um lado poderoso de intérprete e uma excelente perspectiva de autor musical.”

 

Com direção artística de Rafael Todeschini, diretor e cofundador do estúdio Oblíquo, 80 girassóis é um espetáculo de multilinguagens: “Trabalhamos com a obra do Alceu desde 2009 e, de lá para cá, realizamos inúmeros projetos de identidade e narrativa da sua obra. Este é, com certeza, o mais complexo de todos, pois adentramos no território sagrado de Alceu, o palco. Buscamos criar uma experiência que traduza as multilinguagens que Alceu cria. Além de musical, “80 girassóis” é teatral, cinematográfico, literário e pictórico. E, ao lado do Radiográfico, exploramos cada uma dessas linguagens”.

 

Com a parceria em “80 Girassóis”, o Radiográfico reforça sua atuação no universo da música. Em 2025, o estúdio conquistou o Grand Prix do BDA com a identidade visual em movimento da turnê “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, consolidando o design como elemento central na construção de experiências culturais contemporâneas. “Ao lado dos parceiros da Oblíquo, estamos felizes por desenvolver um projeto para um artista com a dimensão de Alceu Valença. É uma grande responsabilidade traduzir visualmente a potência poética e toda a energia que atravessam sua obra”, destacam os sócios-fundadores do Radiográfico, Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia.

 

Mais do que ilustrar as músicas, buscou-se potencializar seus universos poéticos. Cada momento visual foi pensado em sintonia fina com o tema, o ritmo e a atmosfera de cada composição, criando uma experiência em que música, imagem e a presença cênica de Alceu se entrelaçam. O resultado é um espetáculo musical, teatral, cinematográfico, literário e pictórico, que percorre diferentes experiências do espaço de interação entre o público e o artista.

 

Girassol Cinematográfico

O show começa com uma abertura cinematográfica, com o depoimento do pai e da mãe de Alceu, falando da divergência sobre a crença na carreira artística do filho, ao som de Edipiana nº 1. Além disso, Aboio é ambientado com imagens de A Luneta do Tempo, filme do próprio Alceu, de 2015, e Tesoura do Desejo conta com imagens de Luis Abramo e Juba Valença. A Banda de Pife, em que os músicos são apresentados, traz trechos de Nordeste: cordel, repente e canção, de Tânia Quaresma, filme histórico sobre a cultura expressiva dos cantadores, emboladores, cordelistas, violeiros e repentistas dos interiores do Nordeste no ano de 1975. E também outro filme do ano anterior (1974) Zabumba, Orquestra Polular do Nordeste, de Zelito Viana, que expressam um universo semelhante. Embolada do Tempo tem registros fotográficos do Alceu menino até os dias de hoje, numa montagem arrebatadora do tempo. Destaque especial para Espelho Cristalino, que será representada pelo icônico ensaio fotográfico realizado por Cafi no contexto do lançamento do disco homônimo — momento em que imagem e música se fundem de maneira definitiva na construção do próprio Alceu como personagem de sua obra: “ver a luz do passado e do presente, viajar pelas veredas do céu, pra colher três estrelas cintilantes e pregar nas abas do meu chapéu”.

 



Girassol Teatral

O show apresenta propostas teatrais em músicas como Girassol, que inspirou o título da turnê e apresenta uma proposta imersiva de um pôr do sol com o horizonte do mar. Assim como em Solidão, que traz a lua, os astros e o universo como tema melancólico, e em Anunciação, as nuvens que trazem o tom celestial da música.

Táxi Lunar quebra a quarta parede ao convocar o público a participar conjuntamente de uma catarse coletiva. A homenagem ao principal parceiro musical de Alceu, Paulinho Rafael, emociona com o solo que ele criou para Hino do Elefante, performado por Zi Ferreira, e com o canto vigoroso de Alceu. Cabelo no Pente traz a imersão pelas ruas do passado e o pé caminhador de Alceu, e Pelas Ruas Que Andei homenageia o Recife antigo, sendo finalizado com a bandeira de Pernambuco.

 

Girassol Literário

Em Agalopado, emergem elementos do imaginário de Ariano Suassuna, numa identificação poética entre os dois artistas pela figura de Dom Quixote — o cavaleiro do sonho e da utopia. Coração Bobo incorpora o espírito junino através do corte e recorte das bandeirolas letradas de Catarina Dee Jah, que dão voz à letra ao coração do poeta que pipoca dentro do peito. Ao homenagear Luiz Gonzaga, Alceu resgata a tradição da oralidade do Rei do Baião, que fazia de suas músicas “contações de histórias”. O lirismo de Flor de Tangerina ganha corpo nas xilogravuras de J. Borges e J. Miguel, trazendo a delicadeza romântica da madeira talhada. É a partir dela que Alceu conta a narrativa de um poeta que está em busca do seu grande amor nas músicas seguintes.

 

Girassol Pictórico

Pagode Russo assume seu caráter onírico através das ambiências e personagens do artista olindense Getúlio Maurício, expandindo o delírio festivo da canção. Assim, como La Belle de Jour e a sua praia de boa viagem de Meton Joffily e Rafael Valença. Cavalo de Pau recebe os traços densos e emocionais da pintura de Elvira Freitas Lira. Em Estação da Luz e Sabiá, entram em cena as expressões gráficas de Virgolino e Marisa Lacerda, respectivamente, já profundamente associadas ao imaginário visual da obra de Alceu. Já Ciranda da Rosa Vermelha convoca o universo naïf de Edmar Fernandes, que recria uma Ilha de Itamaracá imaginária, afetiva e colorida. Nas carnavalescas Pirata José e Bicho Maluco Beleza, surgem as poéticas visuais de Marcos Amorim e Bajado, artistas que souberam traduzir como poucos a pulsação do Carnaval de Olinda. Em Tropicana, as obras de Sérgio Lemos reaparecem como matriz visual de inspiração de um dos mais emblemáticos sucessos do repertório de Alceu.

 

Apresentação: https://app.box.com/s/pfnenv1zpm5nccbxiwu8dyx20g4r9me6 

Imagens: https://app.box.com/s/9uvc3vp4cbvfd7b71gf7b996ajox2qz3

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

https://www.radiografico.com.br/ 

 

Sobre o Oblíquo 

Fundado em 2010 por Erika Martins e Rafael Todeschini, o estúdio Oblíquo cria identidades e narrativas em inúmeras linguagens. Não há uma linha autoral que define o trabalho do estúdio, mas uma multiplicidade de experimentações que traduzem um propósito transversal. Na trajetória do estúdio foram atendidos clientes como Chás Leão, Verde Campo, Globo, Alceu Valença, Casa Estação da Luz, Queira Agroecologia, ICOM, Instituto Coca-Cola, Sistema OCB, Amata, Caixa Cultural, Keith Haring Foundation, Prefeitura do Rio de Janeiro entre outros. O estúdio se destacou com premiações nas últimas edições do Brasil Design Awards, Latin American Design Awards e na 14ª Bienal Brasileira de Design de 2024 nas categorias de branding, design gráfico, embalagem, ambientação e tipografia. Recentemente realizaram a curadoria e direção de arte da exposição “Alceu Valença, uma geografia visceral nordestina” que conta os mais de 50 anos de história do artista pernambucano na Casa Estação da Luz em Olinda, Pernambuco em 2024.

obliquo.com.br

 

Créditos da foto: Rogério von Krüger

Associação Fernanda Bianchini é reconhecida pelo Prêmio Governador do Estado de São Paulo 2024

A Associação Fernanda Bianchini foi reconhecida na cerimônia do Prêmio Governador do Estado de São Paulo 2024, realizada em 12 de novembro no Palácio dos Bandeirantes, com uma vitória na categoria Dança. O espetáculo vencedor, “Construindo Sonhos 2023”, envolveu 381 alunos e contou com a orientação de 17 professores de dança ao longo do ano.

O diretor artístico Cesar Albuquerque descreveu a criação do espetáculo como uma expressão de superação e esperança: “Esta obra foi criada com o intuito de trazer para os palcos um sonho, que é a construção da nossa sede própria, mostrando, de maneira lúdica, que se lutarmos com muito empenho e dedicação conseguiremos aquilo que almejamos, e venceremos os obstáculos.”

O Prêmio Governador, organizado pela Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, homenageia instituições culturais e profissionais que se destacaram no cenário cultural paulista. A associação concorreu em duas categorias, levando o prêmio na categoria Dança.

1ª e única cia de Ballet de Cegos se apresenta na embaixada francesa

Após o sucesso na Casa Brasil durante as Paralimpíadas de Paris, a primeira e única Companhia de Ballet de Cegos do mundo, da Associação Fernanda Bianchini, foi convidada pela embaixada da França para uma apresentação, na presença do Embaixador da França no Brasil, Senhor Emmanuel Lenain, e da Cônsul Geral da França em São Paulo, Senhora Alexandra Mias. O evento foi apenas para convidados na Residência Consular da França, localizada na Rua Prudente Correia, 199 — Jardim Europa.

Sobre a Associação Fernanda Bianchini

A Associação Fernanda Bianchini é uma organização sem fins lucrativos dedicada a ensinar dança a pessoas com deficiência. Utilizando um método pioneiro de ensino, criado pela fundadora e fisioterapeuta Fernanda Bianchini em 1995, a associação tem como objetivo promover a inclusão social e melhorar a qualidade de vida de seus alunos. Hoje, são 28 professores de dança, teatro, música e área da saúde, fisioterapeutas, a AFB tem 16 modalidades diferentes: bale clássico, dança contemporânea, dança de salão, dança do ventre, danças urbanas, dança livre e consciência corporal (dançarte), dança em cadeiras de rodas, técnica PBT, técnica SGA, pilates, sapateado, yoga, tai chi chuan, teatro, criação cênica em audiovisual e musicalização.

Ao longo dos anos, a Associação Fernanda Bianchini tornou-se referência mundial na inclusão através da dança. Suas iniciativas já alcançaram reconhecimento internacional, com apresentações em países como Argentina, Estados Unidos e Inglaterra, além de participação em eventos de grande destaque, como a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres em 2012. A associação não apenas transforma a vida de seus alunos, mas também desafia preconceitos e promove uma sociedade mais inclusiva e justa.

4ª Corrida dos Sonhos promove diversidade no esporte

A 4ª edição da Corrida dos Sonhos, organizada pela DO4Them em parceria com a Associação Fernanda Bianchini (AFB), será realizada no dia 31 de agosto, das 9h às 11h, no Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, em São Paulo. Este evento esportivo busca promover a inclusão e o impacto social, reunindo participantes de diversas origens e habilidades.

O evento contará com 200 participantes que dividirão o percurso com os alunos da AFB, instituição reconhecida mundialmente por ensinar dança a pessoas com deficiência, e instrutores da Achilles Brasil. O percurso estará disponível nas modalidades de 2 km e 4 km, permitindo corrida, caminhada ou a combinação das duas.

Os inscritos receberão um kit contendo camiseta personalizada e medalha de participação. A corrida seguirá um formato profissional, com estrutura completa, incluindo pórtico de largada e chegada, postos de hidratação, guarda-volumes, sessões de alongamento prévio, suporte de voluntários e música ao vivo com DJ, visando promover a integração entre os participantes.

A 4ª Corrida dos sonhos ocorrerá simultaneamente às Paralimpíadas de Paris, onde a Cia Ballet de Cegos e a fundadora da AFB, Fernanda Bianchini, se apresentarão. A comunicação do evento foi inspirada nas cores da França, em homenagem ao contexto internacional.

As inscrições, realizadas como doação a partir de R$ 151, estão abertas e devem ser realizadas exclusivamente através do link: https://afbb.ong.br/corrida-dos-sonhos/. Os kits deverão ser retirados no dia 30 de agosto, das 9h às 17h, na sede da AFB, localizada na rua Domingos de Morais, 1765 – Vila Mariana. Haverá também a possibilidade de retirada no próprio dia do evento, no Centro de Treinamento Paralímpico.

O público interessado em acompanhar o evento poderá acessar a arquibancada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível ou um agasalho em bom estado, que serão destinados à AFB. O evento é apoiado pelas marcas NIVEA, Ingredion, Suhai, MS Maluf Souza Advogados, Achilles Brasil e Expert Log.

Para mais informações, acesse: Instagram.com/associacaofernandabianchini.

 

4ª Corrida dos Sonhos

Data: 31 de agosto de 2024

Horário da largada: 9h

Horário de encerramento: 11h

Local: Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro, Rua Geni, 137 – Vila do Encontro, São Paulo / SP

Inscrição: doações a partir de R$ 151 (inclui kit da corrida com sacola, camiseta personalizada e medalha de participação)

Link de inscrição: https://afbb.ong.br/corrida-dos-sonhos/

Entrega dos kits: Associação Fernanda Bianchini, rua Domingos de Morais, 1765 – Vila Mariana, no dia 30 de agosto, das 9h às 17h

Acesso à arquibancada: Doação de 1 kg de alimento não perecível ou agasalho em bom estado, entregue nos postos de arrecadação no local

 

Sobre a Associação Fernanda Bianchini

A Associação Fernanda Bianchini é uma organização sem fins lucrativos dedicada a ensinar dança a pessoas com deficiência. Utilizando um método pioneiro de ensino, criado pela fundadora e fisioterapeuta Fernanda Bianchini em 1995, a associação tem como objetivo promover a inclusão social e melhorar a qualidade de vida de seus alunos. Hoje, são 28 professores de dança, teatro, música e área da saúde, fisioterapeutas, a AFB tem 16 modalidades diferentes: bale clássico, dança contemporânea, dança de salão, dança do ventre, danças urbanas, dança livre e consciência corporal (dançarte), dança em cadeiras de rodas, técnica PBT, técnica SGA, pilates, sapateado, yoga, tai chi chuan, teatro, criação cênica em audiovisual e musicalização.

Ao longo dos anos, a Associação Fernanda Bianchini tornou-se referência mundial na inclusão através da dança. Suas iniciativas já alcançaram reconhecimento internacional, com apresentações em países como Argentina, Estados Unidos e Inglaterra, além de participação em eventos de grande destaque, como a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres em 2012. A associação não apenas transforma a vida de seus alunos, mas também desafia preconceitos e promove uma sociedade mais inclusiva e justa.

Companhia Ballet de Cegos da Associação Fernanda Bianchini fará apresentações durante as Paralimpíadas de Paris 2024

A Companhia Ballet de Cegos da Associação Fernanda Bianchini, conhecida por promover a inclusão e acessibilidade através da dança, fará apresentações marcantes durante as Paralimpíadas 2024 em Paris. As performances ocorrerão na Casa Brasil Paralímpico, localizada em Saint-Ouen-sur-Seine, como parte das atividades culturais brasileiras no evento.

 

A Companhia, que terá nesta ocasião sete bailarinos, se apresentará nos dias 30, 31 de agosto, 1, 2, 4, 5 e 7 de setembro, sempre das 15h às 15h30 e das 15h30 às 16h, e trará diversas coreografias como O Velho e a flor, Metades, Samba, Tributo as Olimpíadas, Le Corsaire (pdd – pas du deux – uma dança a dois), Copélia (pdd), Tanghetto, Sintonia, Paquita (pdd), Olhando para as estrelas, Masquarade (pas de six), Variação de Medora, Variação de Paquita, e Duo Experience, que destacam a habilidade e dedicação as bailarinas cegas, que superam desafios para entregar espetáculos de alta qualidade artística.

 

A Casa Brasil Paralímpico funcionará das 15h às 22h, oferecendo diversas atividades que celebram a cultura e o esporte do Brasil. A programação inclui exposições, maquetes, apresentações de samba e exibições de dança da Companhia Ballet de Cegos. O Brasil, como uma das nações com maior tradição no paradesporto, reforça sua presença em Paris com uma delegação robusta que competirá em várias modalidades e participará de eventos culturais, promovendo a diversidade e inclusão.

 

“A participação da Companhia Ballet de Cegos nas Paralimpíadas é um marco para nós. Mostrar que a deficiência visual não é um impedimento para a arte e para a realização de sonhos é um dos nossos principais objetivos”, diz Fernanda Bianchini, fundadora da Associação. “Estamos honrados em levar a nossa mensagem de superação e inclusão para um evento tão importante como as Paralimpíadas.”

 

Este projeto é realizado com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura e conta com patrocínio de: Daichii-Sankyo, Too Seguros, Alupar, Taesa, Chevrolet Consórcio, Seguros Toyota, Nacional Tubos, SMC, DHL Brasil, Toyota Tsusho Group, Nacional Aços, Havan e HP Embalagens.

 

A presença da Associação Fernanda Bianchini nas Paralimpíadas simboliza a importância da inclusão e do acesso à arte para todos. Para mais informações, acesse: Instagram.com/associacaofernandabianchini.

 

Sobre a Associação Fernanda Bianchini

A Associação Fernanda Bianchini é uma organização sem fins lucrativos dedicada a ensinar dança a pessoas com deficiência. Utilizando um método pioneiro de ensino, criado pela fundadora e fisioterapeuta Fernanda Bianchini em 1995, a associação tem como objetivo promover a inclusão social e melhorar a qualidade de vida de seus alunos. Hoje, são 28 professores de dança, teatro, música e área da saúde, fisioterapeutas, a AFB tem 16 modalidades diferentes: bale clássico, dança contemporânea, dança de salão, dança do ventre, danças urbanas, dança livre e consciência corporal (dançarte), dança em cadeiras de rodas, técnica PBT, técnica SGA, pilates, sapateado, yoga, tai chi chuan, teatro, criação cênica em audiovisual e musicalização.

 

Ao longo dos anos, a Associação Fernanda Bianchini tornou-se referência mundial na inclusão através da dança. Suas iniciativas já alcançaram reconhecimento internacional, com apresentações em países como Argentina, Estados Unidos e Inglaterra, além de participação em eventos de grande destaque, como a cerimônia de abertura dos Jogos Paralímpicos de Londres em 2012. A associação não apenas transforma a vida de seus alunos, mas também desafia preconceitos e promove uma sociedade mais inclusiva e justa.