O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha livro

PUBLICADO PELA BARLÉU EDIÇÕES “OLIVIER ANQUIER FOTOGRAFIAS” SERÁ LANÇADO EM NOVEMBRO COM 155 IMAGENS AUTORAIS EM HOMENAGEM AO PAÍS E SUA GENTE

 

O olhar de Olivier Anquier sobre o Brasil ganha uma nova forma com a chegada de “Olivier Anquier Fotografias”, seu primeiro livro dedicado à fotografia, publicado pela Barléu Edições, editora que tem entre seus principais pilares o mapeamento, a preservação e a divulgação da arte contemporânea e memória visual brasileira.

 

A edição reúne 155 reproduções fotográficas cuidadosamente selecionadas de um acervo pessoal de mais de 5 mil imagens, construído ao longo das viagens de Olivier por todo o Brasil. Mais do que a reunião de momentos e vivências, o livro apresenta um olhar pessoal e afetivo sobre o país onde vive há quase meio século e no qual construiu sua vida, família e carreira. Por duas décadas, Olivier percorreu todos os estados brasileiros com seu fusca verde que lhe deu a oportunidade de imergir na essência do Brasil; suas diferentes paisagens, culturas, pessoas e modos de vida. Cenas puras, singelas e autênticas, personagens e particularidade de muitos Brasis foram vividas e captadas em fotografias analógica que traduzem uma narrativa visual que atravessam diferentes tempos, lugares e histórias.

 

A chegada de “Olivier Anquier Fotografias” ao catálogo da Barléu Edições destaca a dimensão de um trabalho construído ao longo das viagens de Olivier pelo país. “A Barléu hoje é a principal editora de arte e fotografia do Brasil. O livro de fotografias de Olivier Anquier vem somar ao nosso catalogo com a força de suas fotografias, captando a alma de nossa gente de forma extraordinária”, destaca o fundador e editor da Barléu Edições, Carlos Leal.

 

Entre os registros marcantes e inusitados que compõem a edição, é possível destacar o futebol de várzea na estrada para Caruaru, em Pernambuco (2011); assim como o ajoelhado súbito do povo em uma avenida central de Belo Horizonte (2004) e a cena de um grupo de meninos que, tomados pela curiosidade e pelo encantamento, acompanha a troca de um pneu do fusca verde em Nazaré da Mata, também em Pernambuco (2011). Ao lado de tantas outras imagens emblemáticas, essas fotografias revelam o Brasil que Olivier conheceu, vivenciou e escolheu homenagear por meio de seu trabalho autoral.

 

Com uma trajetória profissional de grande notoriedade pública, Olivier, desde sua infância, manteve a fotografia como uma prática restrita ao seu universo particular. O lançamento de “Olivier Anquier Fotografias” ganha um significado especial por coincidir com o reconhecimento público de seu trabalho autoral por trás das lentes, em um momento marcado por sua primeira chancela como fotógrafo: o convite para ocupar integralmente a edição nº 46 da Revista C, publicação da Galeria Carcará dedicada à fotografia autoral brasileira e reconhecida como uma das principais referências no segmento.

 

“Um livro tem a magia de preservar algo que vai além da memória da gente e essa foi a maneira que encontrei para homenagear um país que me acolheu e me deu tudo o que tenho. Nele, registro o país que conheci através de sua gente, de seus lugares e de suas histórias; um Brasil autêntico e verdadeiro, com toda a sua força e sua poesia. É também uma forma de expressar a minha gratidão por tudo o que o Brasil e os brasileiros me proporcionaram”, ressalta Olivier Anquier.

 

Serviço

Autor: Olivier Anquier

Editora: Barléu Edições (2026)

Páginas: 120

Formato: 23 X 28 cm

Preço sugerido: 150,00

 

Sobre Olivier Anquier

Radicado no Brasil desde 1979, Olivier Anquier é chef, padeiro, apresentador e empresário. Ao longo de quase cinco décadas no país, construiu uma trajetória que atravessa gastronomia, televisão e empreendedorismo. Pioneiro da panificação artesanal no Brasil, apresentou programas de televisão durante três décadas, entre eles o premiado Diário do Olivier, no GNT, e tornou-se uma das personalidades reconhecidas da gastronomia brasileira, incentivando milhões de brasileiros a encostar a barriga à beira do fogão e descobrir a magia de saber cozinhar e receber cozinhando. À frente das marcas Mundo Pão do Olivier e L’Entrecôte d’Olivier, Olivier mantém uma relação especialmente próxima com o Centro de São Paulo. Morador e empresário da Praça da República há já 20 anos, Olivier “capina” infatigavelmente pela revitalização do Centro e acredita que investir na região é também investir em valores humanos e convivência, pois o Centro não deve ser mais uma “bolha” na cidade de São Paulo e sim a união de todas as “bolhas”. Em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, recebeu o Título de Cidadão Paulistano, em 2024, e o Prêmio Cidade de São Paulo, em 2025.

 

Sobre a Barléu Edições

A Barléu Edições é uma editora dedicada à arte contemporânea, especializada em mapear e divulgar o melhor da produção artística nacional. Fundada em 2002 por Carlos Leal, editor da tradicional Livraria Francisco Alves Editora, a Barléu surgiu como uma extensão de sua paixão pelas artes plásticas e pela fotografia. Nossa editora oferece uma ampla gama de livros de arte, livros de fotografia e biográficos que destacam as trajetórias e obras dos principais artistas brasileiros. Cada publicação é elaborada para proporcionar uma experiência imersiva e enriquecedora, conectando os leitores ao universo criativo das artes.

 

“O Projeto”, de Sabrina Fidalgo, ganha trailer oficial

DOCUMENTÁRIO TAMBÉM SERÁ EXIBIDO NA 50ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO

 

“O Projeto”, primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo ganha trailer oficial a partir desta segunda, 28, com destaque para o depoimento da escritora, artista e teórica interdisciplinar Grada Kilomba; uma das vozes internacionais presentes no filme.

Para assistir ao vídeo, basta acessar: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU

 

O documentário se prepara para chegar em São Paulo, onde será exibido na 50º Mostra Internacional de Cinema, após a estreia mundial de Gramado e de também ter sido escolhido como filme de abertura do 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, ampliando sua Circulação pelo circuito audiovisual brasileiro e aproximando a obra do público.

 

Codirigido por Sabrina Fidalgo e pelo fotógrafo suíço Yvan Rodic, internacionalmente conhecido como FaceHunter, O Projeto é um road movie documental, ensaístico e poético que atravessa países, paisagens, arquivos, memórias e experiências pessoais para refletir sobre as marcas visíveis e invisíveis de mais de seis séculos de colonialismo.

 

Realizado ao longo de seis anos, com filmagens em diferentes países e continentes, o filme nasce do encontro entre as trajetórias de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic, fotógrafo suíço branco. A partir desse ponto de partida, os dois realizadores percorrem territórios, histórias e subjetividades para investigar como o projeto colonial europeu continua reverberando no presente, tanto no Sul quanto no Norte globais.

 

Entrelaçando experiência pessoal, pesquisa histórica, deslocamento geográfico e reflexão política, O Projeto aborda questões como colonialismo, racismo, supremacia branca, memória, pertencimento e resistência, colocando em diálogo perspectivas e experiências atravessadas de maneiras distintas por uma mesma história global.

 

Ao longo dessa jornada, os realizadores encontram intelectuais, artistas, pesquisadores, ativistas e lideranças de diferentes partes do mundo. Entre as participações estão Grada Kilomba,  Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Moshtari Hilal, Sinthujan Varatharajah, Mata Gabin e Ali Delgado, entre outros.

 

Mais do que reconstruir historicamente o colonialismo, O Projeto busca observar como suas estruturas permanecem inscritas nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e afetivas contemporâneas, ao mesmo tempo em que acompanha diferentes formas de resistência, reinvenção e produção de futuro.

A estreia nacional de O Projeto nos cinemas brasileiros está marcada para 19 de novembro, integrando as pautas e reflexões do mês da Consciência Negra.

 

O longa é uma produção da Gullane, liderada por Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis, em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media, e distribuição da Gullane+. O filme conta ainda com apoio institucional da ANCINE, patrocínio da RD Saúde e apoio do Le Fonds de Dotation agnès b.

  

 

Ficha Técnica

O PROJETO

Gullane em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media.
Direção: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Roteiristas: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis

Produtores Executivos: Ana Saito, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas, Ana Vezzi, Daniela Antonelli Aun

Coprodução: Sabrina Fidalgo e Laís Bodanzky

Produção Associada: Yvan Rodic, Ludivine Camus

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem: André Bomfim

Consultoria de Montagem: Cristina Amaral

Música Original: Plínio Profeta

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Depoimentos de: Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Mata Gabin, Sinthujan Varatharajah, Moshtari Hilal, Henrique de Azeredo Miranda, Thomas Braunschweig, Renate Bürner-Kotzam, Sadakne Baroudi, Leema Mason, Henrique Bon, Ali Delgado, Faustino Lencina, Alejandro Joma, dentre outros.

Duração: 95min

 

A Gullane (produtora)

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, com Débora Ivanov como sócia, já soma em seu catálogo mais de 60 longas lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e mais de 40 séries para televisão e plataformas de streaming, além de 10 filmes e projetos especiais para TV e streaming. Entre os filmes em destaque estão Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; a franquia Até que a Sorte nos Separe; Que Horas ela Volta?, Como Nossos Pais, Bingo – O Rei das Manhãs, Motel Destino e Arca de Noé. Já no caso de séries, os destaques são Senna, Sintonia, Ninguém Tá Olhando e Boca a Boca e Emergência Radioativa (Netflix); Alice e Hard (HBO), Unidade Básica (Universal TV), As Five, Onde está meu coração e Carcereiros (Globoplay), Irmãos Freitas (Space e Amazon Prime) e O Rei da TV (Disney+). A Gullane coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais e premiações de cinema e televisão do Brasil e do mundo como o Oscar, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, MIPTV e Emmy.

 

GLOBO FILMES  (Coprodutora)

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.

O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.

A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

 

 

CANAL BRASIL  (Coprodutora)

 

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 450 longas-metragens coproduzidos. No ar há 28 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Gullane+ (distribuidora)

“Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov.

Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional.

A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização.

Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países.

Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes e “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado

Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.

Arquivo Anquier abre as portas no Centro de São Paulo com exposição inédita de Olivier Anquier

ESPAÇO PERMANENTE DEDICADO ÀS MEMÓRIAS E ACERVOS RECEBE O PÚBLICO A PARTIR DE SETEMBRO COM ENTRADA GRATUITA

 

Imagens: Angelo Pastorello

 

Depois de quase meio século de uma trajetória construída no Brasil, Olivier Anquier anuncia a abertura do Arquivo Anquier, espaço voltado à memória, à fotografia, às emoções e às histórias do Brasil. Localizado na Praça da República, no centro da capital paulista, próximo a outros negócios de Olivier, o Arquivo Anquier chega para ampliar esse território de encontros e despertar novas sensações. Pensado como um espaço vivo, aberto a exposições, experiências e atividades culturais, o projeto pretende também contribuir para o movimento de redescoberta do Centro de São Paulo, convidando paulistanos e visitantes a olhar novamente para a região, caminhar por suas ruas e reencontrar o coração da cidade. Com entrada gratuita, o novo endereço funcionará de quarta a sexta-feira, das 12h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 21h.

 

“Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil” será a exposição inaugural do espaço, marcada para 16 de setembro, a partir das 12h. Com 55 fotografias autorais, ela convida o público a percorrer diferentes paisagens, personagens, cotidianos e tradições brasileiras registradas pelo olhar sensível de Olivier. Faz parte do primeiro arquivo real a sair do gigantesco baú imaginário do “Diário do Olivier”, programa criado e apresentado por ele em 1998, pelo canal GNT, e que percorreu o território brasileiro durante 20 anos em busca da essência do país e de seu povo. Olivier atravessou estradas, cidades, vilarejos e lugares pouco conhecidos de um Brasil que escolheu descobrir de perto, levando milhões de telespectadores junto com ele – muitas vezes a bordo de seu inseparável Fusca verde. Mais do que revisitar uma trajetória, o Arquivo Anquier nasce do desejo de abrir essas histórias ao público: imagens, objetos, personagens, encontros, descobertas e memórias guardadas ao longo de décadas e que agora ganham novas leituras.

 

O Primeiro Arquivo: “Diário do Olivier”  

O primeiro arquivo, dedicado ao “Diário do Olivier”, revela uma faceta de Olivier Anquier que, apesar de acompanhá-lo desde a infância, permaneceu discretamente escondida do grande público: a de fotógrafo. A fotografia, no entanto, não surgiu com o programa. Ela acompanha Olivier desde a primeira infância, inicialmente através do olhar e das câmeras de seu pai, o médico François Anquier, e permaneceu presente ao longo de toda a sua vida de maneira íntima, quase tímida, raramente exposta como parte de sua trajetória pública. Agora, pela primeira vez, esse olhar deixa o arquivo pessoal e ocupa as paredes de uma exposição.

 

O projeto acontece também após Olivier receber sua primeira chancela como fotógrafo, ao ser convidado para ocupar integralmente a edição nº 46 da revista C, publicação da Galeria Carcará, dedicada à fotografia autoral brasileira.“Essa é a primeira vez que abro meu baú de memórias, experiências e fotografias para o público. Sinto que chegou o momento de compartilhar em detalhes histórias que vivi nesses 20 anos de Diário do Olivier e lugares fascinantes que conheci pelo Brasil. Quero que todos tenham orgulho do nosso país; o país que me deu tudo e ao qual sou muito grato.”, afirma Olivier Anquier.

 

Um Arquivo que continua circulando

Após o encerramento de “Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil”, as fotografias e os objetos apresentados na exposição serão leiloados em formatos presencial e virtual. A iniciativa amplia o alcance do projeto para além do espaço expositivo e oferece ao público a possibilidade de adquirir peças que fizeram parte dessa história. O lendário Fusca verde também terá um destino especial: parte da renda obtida com sua venda será revertida à organização religiosa Missão Belém, ligada ao Centro de São Paulo e que atende e acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre Olivier Anquier

Radicado no Brasil desde 1979, Olivier Anquier é chef, padeiro, apresentador e empresário. Ao longo de quase cinco décadas no país, construiu uma trajetória que atravessa gastronomia, televisão e empreendedorismo. Pioneiro da panificação artesanal no Brasil, apresentou programas de televisão durante três décadas, entre eles o premiado Diário do Olivier, no GNT, e tornou-se uma das personalidades reconhecidas da gastronomia brasileira, incentivando milhões de brasileiros a encostar a barriga à beira do fogão e descobrir a magia de saber cozinhar e receber cozinhando. À frente das marcas Mundo Pão do Olivier e L’Entrecôte d’Olivier, Olivier mantém uma relação especialmente próxima com o Centro de São Paulo, onde vive há 20 anos e concentra parte de seus negócios e, agora, o Arquivo, assim confirmando seu compromisso de transformar mais um espaço no Centro, neste primeiro momento, em um lugar dedicado às suas memórias e histórias no Brasil. Morador e empresário da Praça da República, Olivier “capina” infatigavelmente pela revitalização do Centro e acredita que investir na região é também investir em valores humanos e convivência, pois o Centro não deve ser mais uma “bolha” na cidade de São Paulo e sim a união de todas as “bolhas”. Em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, recebeu o Título de Cidadão Paulistano, em 2024, e o Prêmio Cidade de São Paulo, em 2025.

 

Últimos dias para visitar “Portais”, de Nina Pandolfo, no Farol Santander

SUCESSO DE PÚBLICO, MOSTRA OCUPA DOIS ANDARES DO EDIFÍCIO COM INSTALAÇÕES IMERSIVAS, OBRAS INÉDITAS E UMA ESCULTURA DE UM GATO GIGANTE COM SETE METROS DE COMPRIMENTO

O público tem até 2 de agosto (domingo) para visitar “Portais”, de Nina Pandolfo, uma das exposições mais visitadas da temporada, no Farol Santander São Paulo. Em seus últimos dias de cartaz, a mostra reúne pinturas, instalações e ambientes imersivos que convidam adultos e crianças a percorrer uma experiência sensorial entre imaginação, memória e fantasia.

 

Logo na entrada do edifício, público é recepcionado pela monumental escultura “Um amor sem igual”; um gato revestido de pelúcia com cerca de sete metros de comprimento e mais de dois metros de altura, que se tornou um dos pontos altos da exposição – ela é dedicada à Rakim, que acompanhou Nina por 18 anos. Interativo e acolhedor, o gato gigante se consolidou como uma de suas obras mais emblemáticas, evidenciando sua capacidade de transitar entre o íntimo e o monumental. E, ao longo do percurso expositivo, uma segunda escultura dedicada à Monalisa completa esse núcleo afetivo, ampliando a dimensão sensível da mostra. O trajeto segue e o visitante atravessa cenários lúdicos, esculturas, instalações interativas e ambientes que misturam arte, sonho e afeto, transformando a visita em uma experiência visual de forte impacto.

 

A exposição ocupa os andares 20 e 19 do Farol Santander São Paulo e convida o público a atravessar universos simbólicos repletos de personagens, jardins imaginários, criaturas fantásticas, paisagens oníricas e reúne obras inéditas e trabalhos marcantes da trajetória de Nina Pandolfo. Acessível para todos os públicos, a exposição é uma produção da Holy Cow Criações, com incentivo da Lei Rouanet e patrocínio de Santander, Esfera, Zurich e conta com o apoio das empresas Hyundai, Karina Plásticos e Premier. “Portais” permanece em cartaz somente até 2 de agosto, no Farol Santander, de terça a domingo, das 9h às 20h.

 

E, para tornar a experiência ainda mais acolhedora, um espaço de encontro, imaginação e pertencimento para todos, a exposição conta com uma série de recursos de acessibilidade que ampliam a experiência de visitação e tornam o universo da artista mais acessível a diferentes públicos. Foram desenvolvidas ferramentas para atender pessoas com deficiência visual, auditiva e visitantes neurodivergentes. Entre os recursos disponíveis está a audiodescrição completa do percurso expositivo, além da narração de todos os textos de “Portais”, permitindo que visitantes com deficiência visual tenham acesso não apenas às informações curatoriais, mas também aos detalhes das obras e ambientes apresentados ao longo da exposição. Destaque também para o mapa de visita antecipada voltado ao público neurodivergente, que apresenta previamente os espaços expositivos, imagens dos ambientes e informações sobre estímulos que serão encontrados durante a visita, como luzes, sons e elementos em movimento. Visita virtual acessível, com recursos de audiodescrição, legendas e tradução em Libras é outro recurso de acessibilidade pensado e viabilizado desde o início do projeto.

 

Serviço
Exposição Portais – Nina Pandolfo
Local: Farol Santander

Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro, São Paulo

Período: Até 2 de agosto de 2026

Horário de Visitação: terça a domingo, das 9h às 20h

Ingressos: R$ 45,00 (inteira)

Classificação Indicativa: Livre

 

Crédito da imagem: Filipe Berndt

“Portais”, de Nina Pandolfo, aposta em acessibilidade para tornar a experiência artística mais inclusiva

MOSTRA CONTA COM AUDIODESCRIÇÃO COMPLETA, NARRAÇÃO DOS TEXTOS EXPOSITIVOS, VISITA VIRTUAL ACESSÍVEL E MAPA ANTECIPADO PARA PESSOAS NEURODIVERGENTES

 

Para tornar a experiência ainda mais acolhedora, um espaço de encontro, imaginação e pertencimento para todos, a exposição “Portais”, da artista Nina Pandolfo, reúne uma série de recursos de acessibilidade que ampliam a experiência de visitação e tornam o universo da artista mais acessível a diferentes públicos. Em cartaz nos andares 20 e 19 do Farol Santander São Paulo até 2 de agosto, a mostra apresenta pinturas, esculturas, instalações e ambientes imersivos que convidam o visitante a atravessar diferentes dimensões entre realidade, fantasia e memória. E, para que essa jornada possa ser vivenciada de forma mais inclusiva, foram desenvolvidas ferramentas que atendem pessoas com deficiência visual, deficiência auditiva e visitantes neurodivergentes.

 

Entre os recursos disponíveis está a audiodescrição completa do percurso expositivo, além da narração de todos os textos de “Portais”, permitindo que visitantes com deficiência visual tenham acesso não apenas às informações curatoriais, mas também aos detalhes das obras e ambientes apresentados ao longo da exposição.

Destaque também para o mapa de visita antecipada voltado ao público neurodivergente. O material apresenta previamente os espaços expositivos, imagens dos ambientes e informações sobre estímulos que serão encontrados durante a visita, como luzes, sons e elementos em movimento. A iniciativa busca oferecer mais previsibilidade e conforto para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e outras condições relacionadas à neurodivergência, contribuindo para uma experiência mais acolhedora: https://www.youtube.com/watch?v=IswDB7Wg2ks

 

A exposição também disponibiliza uma visita virtual acessível, com recursos de audiodescrição, legendas e tradução em Libras, permitindo que pessoas de diferentes regiões do país ou com limitações de deslocamento possam conhecer a mostra remotamente: https://youtu.be/qoaXW0jOR8U

 

“Em Portais, a acessibilidade foi pensada desde o projeto. O percurso foi concebido para que cadeirantes ou pessoas com dificuldade de locomoção vivam a mesma imersão que qualquer outro visitante. Temos audiodescrição e um kit tátil com elementos do figurino e da escultura do gato, disponível com o arte-educador para visitas específicas. Mas a acessibilidade que mais me move é outra: a de fazer com que alguém que nunca entrou em uma exposição sinta que esse lugar também é dele. Não é preciso entender arte. É preciso sentir. Portais existe para isso”, destaca Nina Pandolfo.

 

A exposição convida o público a atravessar universos simbólicos repletos de personagens, jardins imaginários, criaturas fantásticas e paisagens oníricas. Reúne obras inéditas e trabalhos marcantes da trajetória de Nina Pandolfo, além de instalações imersivas e da monumental escultura “Um amor sem igual”, um gato gigante que recebe os visitantes logo na entrada do edifício do Farol Santander, no centro da cidade de São Paulo. Acessível para todos os públicos, a exposição é uma produção da Holy Cow Criações, com incentivo da Lei Rouanet e patrocínio de Santander, Esfera, Zurich e conta com o apoio das empresas Hyundai, Karina Plásticos e Premier.

 

Créditos: Exposição Portais / Filipe Berndt

 

Serviço

Exposição “Portais” – Nina Pandolfo

Local: Farol Santander São Paulo
Endereço: Rua João Brícola, 24 – Centro – São Paulo
Período: até 2 de agosto de 2026
Horário: terça a domingo, das 9h às 20h
Ingressos: R$ 45 (inteira) e R$ 22,50 (meia)
Classificação: Livre

Recursos de acessibilidade:
• Audiodescrição do percurso expositivo
• Narração dos textos da exposição
• Mapa de visita antecipada para público neurodivergente
• Visita virtual com audiodescrição, legendas e Libras

“VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé, estreia em 05 de junho no Teatro Sesc Ginástico

ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTÊVÃO CIAVATTA PANTOJA, COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINA CASÉ VOLTA AOS PALCOS EM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES

 

Com apresentação do Sesc RJ e do Ministério da Cultura, patrocínio da Lei Rouanet e do Laboratório Cristália, “VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé estreia no Teatro Sesc Ginástico, no Rio, em 05 de junho. Dirigida por Daniela Thomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta ao surgimento da vida, chegando na vida hiperconectada dos dias de hoje. Com classificação livre e 90 minutos de duração, as sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h, até 05 de julho. Ingressos à venda em: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro.

 

Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

 

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossos encontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escrevia misturando aquelas ideias lindas com minhas digressões, dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, a física e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentindo muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião e logo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto e na direção, minha amiga de infância, com quem nunca havia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixão pela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha me trazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

 

Mais do que um solo, “VIVA! VIDA!” se constrói como uma experiência cênica potente e expansiva, que aproxima diferentes formas de conhecimento — científicas, filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos afroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

 

 

Sinopse

Em “VIVA! VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e uma sensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

 

 

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, Três Verões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

 

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador da Pindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendo plantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obras premiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”, que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

 

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de abertura das Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pela cenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”, unindo sofisticação visual e simbolismo.  Sua obra articula densidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

 

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maiores expoentes da nova geração do jazz brasileiro da música instrumental, sua trajetória une técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais.  Em 2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acket destacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

 

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhou com alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos para bandas de rock. Figurinos premiados para filmes como “Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

 

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

 

Patrocínio Laboratório Cristália

Indústria Farmacêutica 100% brasileira que produz medicamentos radicais e inovadores de alta qualidade e preço adequado. Cultura faz bem à saúde e o Laboratório Cristália apoia projetos relevantes como a peça VIVA! VIDA!, com Regina Casé. Visite o nosso site e conheça um pouco mais sobre nós: www.cristalia.com.br

 

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de Antônio Nobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas

Figurino: Cláudia Kopke

Visagismo: Veronica Rodrigues

Iluminação: Beto Bruel

Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico

Coordenação de Comunicação: Fernando Sahb

Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo:  Estufa de ideia – Natália Simonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – Wesley Cardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

 

Crédito: Carlos Airó Nascimento_Identidade VIsual: Estúdio Radiográfico

 

Serviço
Espetáculo: VIVA! VIDA!
Local: Teatro Sesc Ginástico

Endereço: Av. Graça Aranha, 187 / Centro – RJ

Temporada: 05 de junho até 05 de julho

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h 

Vendas: www.ingresso.com e na bilheteria física do teatro

Valores
Quintas e domingos
R$ 50 (inteira) | R$ 25 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.

Sextas e sábados
R$ 60 (inteira) | R$ 30 (meia-entrada) | R$ 15 (Credencial Plena Sesc e conveniados) | Gratuito para público cadastrado no PCG.