Ana Fontes conquista o Prêmio Empreendedor Social de 2023 na categoria Inclusão Social e Produtiva

Aconteceu, ontem, a cerimônia da 19ª edição do Prêmio Empreendedor Social, promovido pela Folha de S. Paulo, e Ana Fontes, empreendedora social e fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora, venceu na categoria “Inclusão Social e Produtiva” representando a Rede Mulher Empreendedora e o Instituto RME como a maior plataforma de empoderamento feminino do País.

 

A RME é a primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, existe desde 2010 e já impactou mais de 10 milhões de pessoas. E em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre Ana Fontes

Ana Fontes é empreendedora social, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME), e do Instituto RME. Vice-Presidente do Conselho do Pacto Global da ONU Brasil, e Membro do Conselhão da Presidência da República – CDESS.

Delegada líder do W20, grupo de engajamento do G20. Conselheira da Seguros Unimed, do Instituto Avon, e da UAM/Grupo Anima.

Vencedora do Prêmio Executivo de Valor 2023 na Categoria Empreendedorismo Social, foi eleita uma das mulheres mais poderosas do Brasil pela Revista Forbes Brasil, em 2019, e capa da edição sobre diversidade, inclusão e equidade, em 2022.

Em março de 2022, lançou seu primeiro livro, “Negócios: um assunto de mulheres – A força transformadora do empreendedorismo feminino”.

 

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 10 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social, Ana Fontes, tem como objetivo apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

 

A RME promove eventos anuais como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

“Suplementos”: a nova exposição de Nina Pandolfo marca sua estreia na Zipper Galeria

A artista Nina Pandolfo apresenta ao público sua mais recente exposição, intitulada “Suplementos”, na Zipper Galeria, situada no Jardim América, em São Paulo (SP). Gratuita, a mostra apresenta 15 telas e uma escultura colaborativa, proporcionando interação com todos os visitantes.

 

Conhecidas por suas cores vibrantes, seja em tons pastéis ou em escalas mais intensas, as telas de Nina destacam-se pela presença de personagens lúdicos. Em “Suplementos”, a artista explora temas relevantes como a conexão humana, o legado e a resiliência.

 

Na escultura colaborativa “Expansão do meu Ser”, os visitantes têm a oportunidade de deixar uma mensagem de motivação, fé ou amor, para que outra pessoa retire, reforçando assim um ciclo de votos positivos. As pessoas podem redigir uma mensagem e colocá-la na árvore, permitindo que outra pessoa também a recebam.

 

“A exemplo de vitaminas que tomamos para repor e complementar a saúde do corpo, Suplementos propõe suprir e dialogar com outro tipo de carência para que a gente tenha uma vida melhor. Sair do aspecto individualista para um olhar gentil e de empatia com o outro”, comenta Nina.

 

Dentre as peças expostas, duas telas que permitem interação animada via Instagram merecem destaque. Além de animadas, os elementos reagem ao toque na tela, e uma delas apresenta elementos 3D (esculturas) no ambiente para uma imersão ainda mais profunda.

A exposição segue com uma série de seis obras em que a artista utiliza uma técnica nova entre as que costuma aplicar, trata-se do pouring – em que a artista derrama a tinta sobre a tela contemplando e provocando o movimento em que os líquidos se espalham e se fundem, e passa a trabalhar a partir dessa composição já completamente seca. Nessas obras, como se estivesse cultivando um jardim, a artista propõe que cada semente representa um sentimento fundamental para que a vida floresça: Entusiasmo, empatia, esperança, amor, paz e gratidão

 

Além das criações de Pandolfo, a exposição é enriquecida pela presença de uma monumental escultura inflável representando um vagalume gigante no telhado da galeria. Essa instalação, simboliza a esperança e a luz em meio às sombras.

 

“Suplementos” permanecerá em exibição na galeria Zipper até o dia 20 de dezembro, proporcionando uma experiência enriquecedora e inspiradora aos apreciadores da arte.

mãeana lança single duplo com participações de seus filhos Sereno e Dom Gil

No último sábado (7 de outubro), Ana Cláudia Lomelino, conhecida como “mãeana” e ex-membro da banda Tono, disponibilizou nas plataformas de streaming o bundle “mãeana canta JG Vol. 3”. O lançamento aconteceu no dia do aniversário da cantora, como um presente para os fãs e uma forma de celebrar a data.

Dessa vez, de forma especial, seus filhos Sereno e Dom Gil participam da música “Meditação”. As faixas que compõem esse lançamento fazem parte de um projeto mais amplo em que a artista reinterpreta músicas de dois compositores e cantores: João Gilberto e João Gomes. Dessa vez, a artista dá voz às canções “Se for Amor”, grande sucesso do cantor pernambucano João Gomes, e “Meditação”, música de João Gilberto.

 

Para “mãeana”, a escolha das músicas é uma questão de sentimento. A cantora explica que escolhe canções que tocam seu coração, aquelas que despertam o desejo de cantar. Ela acredita que cantar envolve ter o coração na música e prefere cantar o que soa natural para ela.

 

A produção do single duplo é conduzida por Bem Gil e Sebastian Notini, com coprodução de “mãeana”. A gravação e mixagem ficaram a cargo de Sebastian Notini, enquanto a masterização foi realizada por Ricardo Garcia.

Ficha técnica “mãeana canta JG Vol. 3”

 

1. Se For Amor (4:20)

 

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão e teclado – Sebastian Notini

 

2. Meditação (3:49)

 

Voz – Ana Lomelino

Guitarra e Baixo – Bem Gil

Percussão e teclado – Sebastian Notini

Participação especial – Sereno e Dom Gil (locução)

 

Produzido por Bem Gil e Sebastian Notini

Co-produzido por mãeana

 

Gravado e Mixado por Sebastian Notini

Masterizado por Claes-Göran Persson

 

Sobre mãeana

mãeana é uma cantora e compositora brasileira que se inspira no tropicalismo e no feminino. Seu disco de estreia, mãeana, foi lançado em 2015, e conta com composições inéditas de Caetano Veloso e Adriana Calcanhotto. Foi vocalista da banda brasileira Tono, que a projetou para a carreira solo.

Em 2016, colaborou na faixa “Oxumaré”, do disco Ascensão, da cantora Serena Assumpção. No mesmo ano, lançou seu primeiro DVD ao vivo, intitulado mãeana no MAM, pela gravadora Sony Music.

Em 2017 foi considerada artista-revelação da MPB pelo jornal O Globo.

No final de 2018, entrou em turnê colaborativa com Letícia Novaes, em um show intitulado Letrux e mãeana Cantam Bruxas.

Atualmente, mãeana mantém um projeto semanal no qual desde o começo de 2023 apresenta um repertório variado, cantando suas referências e reverenciando grandes nomes da música brasileira. Agora chegou a vez dos Joões – o Gilberto e o Gomes.

Canguru Records firma parceria com Studio Classic Master e a Spatial9 e terá músicas Mixadas e Masterizada em Dolby Atmos

Canguru Records, selo de música urbana da Universal Music Brasil, firmou parceria com o Studio Classic Master e a Spatial9, a startup americana braço tecnológico focado em áudio imersivo utilizando Inteligência Artificial e Computação Quântica, de Carlos Freitas, um dos engenheiro de masterização mais renomeados no segmento que acumula 9 indicações ao Grammy na categoria Engenharia de Audio, premiado por 33 Albuns no Grammy Latino e da diretora para America Latina da Classic Master e da Spatial9 Natalia Bohórquez Herrera, e deve lançar seus primeiro artistas e singles já contando com a mixagem em Dolby Atmos – a mais avançada tecnologia de áudio imersiva, entregue pela tecnologia de ultima geração da Spatial9.

Grandes gravadoras e artistas em todo o mundo estão realizando esse investimento tecnológico, e agora, a Canguru Records também traz essa experiência auditiva para a música urbana. “Seguindo nosso propósito de trazer as melhores práticas de mercado e uma experiência premium dentro do segmento da música urbana, a parceria entre Canguru e a Classic Master em conjunto com sua startup de tecnologia, a Spatial9 acrescenta em nossas produções o que se tem de melhor em tecnologia de áudio, além, é claro, da expertise do Carlos Freitas”, afirma Caio Corsalette, fundador da Canguru.

A parceria trará resultados significativos. “O Studio Classic Master e a Spatial9 junto com a Canguru Records, trabalharemos como equipe para dar o melhor aos artistas e projetos musicais, onde valorizaremos o talento para oferecer a estes artistas e a os seus ouvintes a melhor qualidade possível e as novas tecnologias musicais que a atualidade está demandando”.

 

Sobre a Canguru Records

Selo da Universal Music que une música, imagem, moda e esporte, com foco em rap, R&B, trap e pop, a Canguru Records se propõe a descobrir novos talentos para agenciar e desenvolver suas carreiras, num ambiente em que os ritmos transbordem estúdios para se espalhar inicialmente pela cidade de São Paulo e depois pelo Brasil.

Sobre a Spatial9 (www.spatial9.ai)

Criada por uma fusão de cientistas de dados visionários, gênios do Vale do Silício e um engenheiro de som nomeado e vencedor de múltiplos Grammys, a Spatial9 está à beira de uma era revolucionária na indústria musical, unindo harmoniosamente arte e tecnologia de ponta. Explorando o imenso potencial da Inteligência Artificial e da Computação Quântica, estamos criando um novo domínio de audio imersivo que visa ressoar de forma profundamente pessoal e transcendental com os ouvintes.

Festival RME teve mais de seis mil mulheres inscritas

O Festival RME 2023, anteriormente conhecido como Fórum RME, teve mais de seis mil pessoas inscritas em sua 12ª edição. O conceito central do evento foi pautado no tema “Reinventando o Futuro”, e contou com grandes nomes empreendedores que foram recebidos por Ana Fontes e um time de MCs e mediadoras.

 

No primeiro dia, os painéis trataram de temas que refletiam o empreendedorismo em paralelo a equidade de gênero, comunidades femininas, oportunidades de crescimento, ESG, maternidade, moda plural, combate à violência contra a mulher e diversidade e inovação. Já no segundo dia, sábado, os temas foram: finanças, economia do cuidado, etarismo, como a macroeconomia afeta os pequenos negócios, influência e criação de conteúdo, como lidar com as emoções, bate-papo sobre saúde e bem-estar, além da premiação “Seu Pitch vale um Pix”.

 

Durante o bate-papo sobre finanças pessoais, Nathalia Arcuri e Maria Rita Spina ressaltaram que a “jornada nunca acaba, são processos de estar e fazer”. Nathalia contou ainda que antes de começar o Canal Me Poupe foram três anos de nãos. “É preciso ter algo maior que você. Porque quando as dificuldades vêm, e elas vêm todo dia, se você não tem essa causa é mais difícil mesmo. Inclusive é um recado para todas, pois tenho compartilhado muito também sobre o quanto a causa fez com que eu cometesse excessos. Quando você trabalha pela causa, acaba se anulando pela causa também. Como não vou sair da minha cama hoje? Como não vou fazer mais um post? Como não vou assumir mais uma responsabilidade? E quando você percebe a única ferramenta que você tem para mudar o mundo está deteriorada. E eu achava que quando me falavam isso a pessoa não sabia pois ela não tinha a mesma causa, uma fala bem arrogante da minha parte. E um dia eu explodi”, comentou Nathalia que finalizou sua fala com a frase “Entre mudar o mundo e ganhar dinheiro eu fico com os dois.”.

 

Em seguida, Juliana Rosa, jornalista especialista em economia, também trouxe reflexões sobre como a economia afeta os pequenos e médios negócios. “Quando vamos tomar uma decisão na nossa vida, no negócio, precisamos ter informações e conferir fontes oficiais e gastar energia nas informações que são seguras, pois informação custa nossas boas escolhas”, comentou a jornalista, que também fez um panorama as expectativas para o fim do ano – Black Friday e Natal. “No primeiro trimestre tivemos um crescimento acima do esperado com base no agro pois tivemos uma safra surpreendente. Isso ajuda ainda a sustentar um pouco de outros setores da economia. Já no segundo trimestre o que sustentou a economia foi o setor de serviços. Esses movimentos acabam refletindo em uma melhora na renda dos brasileiros. A inflação diminuiu e os preços internacionais estão diminuindo. Outro fator que está ajudando a reinjetar crédito no mercado é o programa ‘Desenrola Brasil’, que chegou ao marco de 30 milhões de CPF saindo da negativação. Com isso, podemos esperar um bom fim de ano, e um dos melhores Natais dos últimos anos, ainda longe de ser o melhor, mas bem melhor que os últimos”, finalizou.

 

Outro pilar da economia foi discutido durante o Festival RME, a economia do cuidado. Tadeu França, criador de conteúdo sobre paternidade, abriu o painel falando que: “A economia formal só existe porque é subsidiada pela economia do cuidado. Você só chegou a CEO, ou foi promovido, porque alguém está cuidando de todo o resto da sua vida, que é um lugar que também é seu”, disse França. Giovana Sgréccia, da Gestar, apontou que em média uma mulher gasta 650 horas amamentando um filho e ressaltou “Esse trabalho de mulheres e meninas na economia do cuidado equivale a 11% do PIB”. Caroline Moreira, secretária de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul e fundadora do Negras Plurais, trouxe um olhar sobre o recorte racial questionando quem é que estava cuidando das mulheres não negras (e de seus filhos) quando elas decidiram trabalhar? “Já existia alguém cuidando, amamentando, etc. Esse lugar de realização de sonhos vem de um processo de colonização e se perpetua. No lugar de escravização e o que eu acesso via ancestralidade é um acesso do servir”, comentou Caroline. Tadeu França contribuiu ainda sobre a dificuldade de se cobrar paternidade presente do homem principalmente periférico. “O sistema engole esse cara. Ele sai cedo, deixa o filho dormindo, para assar o pão que você vai comer quentinho e muitas vezes tem que complementar renda fazendo a entrega a noite do seu hamburguer. Chegando em casa o filho já está dormindo”, finalizou França.

 

Finalizando a manhã de painéis, o Festival RME debateu empreendedorismo na maturidade. Arine Rodrigues, do Vida60Mais, comentou que as pessoas com 60 anos ou mais são responsáveis financeiramente por cerca de 25% dos lares brasileiros. Mas, 60% dos maduros não se sentem representados na publicidade brasileira. “O mercado 60+ já é dito como o próximo unicórnio. E é um desafio de conexão porque o mercado é voltado para eles, mas quem compra é o filho, o 45+. Precisamos de mais empreendedores olhando o mercado da longevidade”, comentou Arine.

 

Vicky Bloch, da Vicky Bloch Associados, apresentou uma fala bem potente sobre o tema: “Empreender é um estado de espírito. A gente empreende em estágios da vida. O maior empreendimento são os filhos, por exemplo. Olha na tua história de vida quantos desafios que você enfrentou e como você saiu deles. Quando você reconhece, tem mais segurança porque pode se apoiar em competências. Muitas vezes o limitante do empreendedor é ele mesmo. E quando a gente fala de etarismo a gente precisa visitar os conceitos preestabelecidos. Quando você olha o 60 ou 70 mais hoje, a gente tende a falar com essas pessoas de forma infantil. E nós estamos falando com gente que quer empreender. A geração que vai viver até os 120 ou 130 anos já nasceu. Não se autolimitem, não achem que a gente está ficando velho, que não vai dar tempo.”, finalizou.

 

No painel sobre influência e criação de conteúdo: o poder da conexão com o público, Gabriela Barbosa falou sobre a diferença entre exposição e compartilhamento. “Todo mundo fala “seja autêntica”, mas na prática a gente se expor nas redes sociais e esperar que as pessoas te amem é muito difícil. Então eu acho que demonstrar vulnerabilidade é muito difícil também mas é uma das armas mais poderosas de conexão. Porque quando a gente se mostra vulnerável e humano e sem aquele mundo perfeito onde tudo é maravilhoso e eu acordo com uma piscina infinita e café na cama a vida não é assim. Exposição é apenas se o ato de expor e o compartilhamento é um processo de escolha, sobre simpatia e empatia”, afirmou a criadora de conteúdo.

 

Natalia Beauty, Das dívidas ao império Milionário, deu seu depoimento contando a história de vida e como tirou seu negócio das dívidas o levando para um faturamento anual de R$ 30 milhões e uma dica para quem está empreendendo ou quer empreender. “Importante ter clareza. Muita gente não sabe o que quer. Quando eu tracei meu plano para sair de onde eu estava eu coloquei uma meta de sair em 3 meses. Qual era o meu primeiro passo? Eu nem sabia que eu ia construir, só estava focada no primeiro passo. Muito se fala em procrastinar e sabe por que a gente procrastina? Porque a nossa potência da ação ta presa no passado ou no futuro. Se temos 100% de energia, mas 40% ta presa no passado e 40% na preocupação com o futuro só sobram 20% para o presente”, disse a empresária.

 

Thelminha Assis, ex-bbb, médica e apresentadora, participou de um papo sobre saúde, bem-estar e empreendedorismo, e falou “A dica que eu dou é praticar o autocuidado diariamente e colocar na agenda. Coloquem na agenda a visita anual ao profissional de saúde, que possa se orientar e fazer check-up”, ressaltando a importância de cuidar não apenas do negócio, mas da saúde.

 

Para mais informações, acesse: https://festivalrme.net.br/

 

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a RME (Rede Mulher Empreendedora) existe desde 2010 e já impactou mais de 10,5 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, visa apoiar mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda através do empreendedorismo, empregabilidade, programas de aceleração e acesso à capital.

 

A RME promove eventos anuais, como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME, e eventos recorrentes com o Plantão de Mentoria, o Café com Empreendedoras e a Rodada de Negócios. Entre seus programas homônimos estão o RME Acelera, com foco em aceleração de startups, e o RME Conecta, que, após processo de certificação, conecta negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B.

 

Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

 

Brownie do Luiz e Palmeiras lançam lata exclusiva para torcedores do “verdão”

O Brownie do Luiz e o Palmeiras acabam de lançar dois rótulos exclusivos do Veneno da Lata em homenagem ao “verdão”. As embalagens, já estão disponíveis para compra no site da marca, com 200g da famosa casquinha de brownie em tirinhas contam com um impresso que traz o escudo do time e o outro com o “Periquito” – mascote do clube.

Esse lançamento é a primeira ação de licenciamento do Brownie do Luiz com times paulistas, realizado em conjunto com a ALOB Sports – agência de marketing esportivo do Brownie do Luiz -, e o vídeo dos jogadores sendo surpreendidos pelos mascotes entregando o doce ao final de um treino já ganhou as redes sociais.

Para Luiz Felipe Rondinelli, diretor de marketing do Brownie do Luiz, essa parceria reforça o posicionamento da marca em São Paulo e aponta o crescimento não só em vendas, mas em awerness. “O brasileiro ama futebol e ama chocolate. Nós estamos muito felizes em unir essas duas paixões com um dos times mais tradicionais e importantes no cenário paulista e nacional. A oportunidade de alcançar pessoas tão apaixonadas pelo clube através do nosso bolinho é incrível”, comenta Rondinelli.

O Veneno da Lata do Palmeiras custa R$ 30 (valor promocional) e está disponível no site do Brownie do Luiz e em breve estará também a venda na Palmeiras Store.

Sobre o Brownie do Luiz

Em 2005, Luiz Quinderé (aos 15 anos) começou a fazer brownies para vender na escola, com a ajuda de Vânia, na época empregada da família e hoje sócia da marca. Juntos, faziam de 24 a 48 unidades que eram vendidas rapidamente. Após 16 anos, o Brownie do Luiz é uma empresa consolidada, com cinco sócios (incluindo Luiz e Vânia), que possui um portfólio de produtos diversos a partir da receita original. De embalagens personalizadas por artistas parceiros, passando por collabs com empresas sinérgicas, produtos sazonais como Ovos de Páscoa, até os recém-chegados Brownie Zero Açúcar e Cookie de Brownie.