“O Projeto”, de Sabrina Fidalgo, será exibido na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

DOCUMENTÁRIO TEM SESSÃO MARCADA PARA 22 DE OUTUBRO, ÀS 21H10, NO ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA, COM A PRESENÇA DO CODIRETOR SUÍÇO YVAN RODIC

 

O documentário “O Projeto”, primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo, integra a programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com duas sessões na capital paulista: a primeira em 22 de outubro, às 21h10, no Espaço Petrobras de Cinema – Sala 2, e a segunda em 27 de outubro, às 17h40, no Cinesystem Belas Artes Frei Caneca – Sala 2. A exibição do dia 22 contará com a presença do fotógrafo suíço Yvan Rodic, internacionalmente conhecido como FaceHunter, que assina a codireção do filme ao lado de Sabrina. Após a estreia mundial no Festival de Cinema de Gramado e a participação como filme de abertura do 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, a produção chega à capital paulista dando continuidade à sua trajetória pelo circuito audiovisual brasileiro. O filme também já teve seu trailer oficial divulgado, com destaque para o depoimento da escritora, artista e teórica interdisciplinar Grada Kilomba, uma das vozes internacionais presentes na obra. O vídeo pode ser assistido em: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU.

O Projeto é um road movie documental, ensaístico e poético que atravessa países, paisagens, arquivos, memórias e experiências pessoais para refletir sobre as marcas visíveis e invisíveis de mais de seis séculos de colonialismo. Realizado ao longo de seis anos, com filmagens em diferentes países e continentes, o filme nasce do encontro entre as trajetórias de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic, fotógrafo suíço branco. A partir desse ponto de partida, os dois realizadores percorrem territórios, histórias e subjetividades para investigar como o projeto colonial europeu continua reverberando no presente, tanto no Sul quanto no Norte globais.

Entrelaçando experiência pessoal, pesquisa histórica, deslocamento geográfico e reflexão política, O Projeto aborda questões como colonialismo, racismo, supremacia branca, memória, pertencimento e resistência, colocando em diálogo perspectivas e experiências atravessadas de maneiras distintas por uma mesma história global. Ao longo dessa jornada, os realizadores encontram intelectuais, artistas, pesquisadores, ativistas e lideranças de diferentes partes do mundo. Entre as participações estão Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Moshtari Hilal, Sinthujan Varatharajah, Mata Gabin e Ali Delgado, entre outros.

Mais do que reconstruir historicamente o colonialismo, O Projeto busca observar como suas estruturas permanecem inscritas nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e afetivas contemporâneas, ao mesmo tempo em que acompanha diferentes formas de resistência, reinvenção e produção de futuro.

A estreia nacional de O Projeto nos cinemas brasileiros está marcada para 19 de novembro, integrando as pautas e reflexões do mês da Consciência Negra.

O longa é uma produção da Gullane, liderada por Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis, em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media, e distribuição da Gullane+. O filme conta ainda com apoio institucional da ANCINE, patrocínio da RD Saúde e apoio do Le Fonds de Dotation agnès b.

 

Ficha Técnica

O PROJETO

Gullane em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media

Direção: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Roteiristas: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis

Produtores Executivos: Ana Saito, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas, Ana Vezzi, Daniela Antonelli Aun

Coprodução: Sabrina Fidalgo e Laís Bodanzky

Produção Associada: Yvan Rodic, Ludivine Camus

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem: André Bomfim

Consultoria de Montagem: Cristina Amaral

Música Original: Plínio Profeta

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Depoimentos de: Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Mata Gabin, Sinthujan Varatharajah, Moshtari Hilal, Henrique de Azeredo Miranda, Thomas Braunschweig, Renate Bürner-Kotzam, Sadakne Baroudi, Leema Mason, Henrique Bon, Ali Delgado, Faustino Lencina, Alejandro Joma, dentre outros.

Duração: 95min

A Gullane (produtora)

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, com Débora Ivanov como sócia, já soma em seu catálogo mais de 60 longas lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e mais de 40 séries para televisão e plataformas de streaming, além de 10 filmes e projetos especiais para TV e streaming. Entre os filmes em destaque estão Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; a franquia Até que a Sorte nos Separe; Que Horas ela Volta?, Como Nossos Pais, Bingo – O Rei das Manhãs, Motel Destino e Arca de Noé. Já no caso de séries, os destaques são Senna, Sintonia, Ninguém Tá Olhando e Boca a Boca e Emergência Radioativa (Netflix); Alice e Hard (HBO), Unidade Básica (Universal TV), As Five, Onde está meu coração e Carcereiros (Globoplay), Irmãos Freitas (Space e Amazon Prime) e O Rei da TV (Disney+). A Gullane coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais e premiações de cinema e televisão do Brasil e do mundo como o Oscar, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, MIPTV e Emmy.

 

GLOBO FILMES (Coprodutora)

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema. O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais. A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

 

CANAL BRASIL (Coprodutora)

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 450 longas-metragens coproduzidos. No ar há 28 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Gullane+ (distribuidora)

“Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov. Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional. A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização. Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países. Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes e “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado. Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.

 

“O Projeto” – 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo

Trailer oficial: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU
Estreia nos cinemas: 19 de novembro de 2026

1ª exibição | 22 de outubro (quinta-feira)
Horário: 21h10
Local: Espaço Petrobras de Cinema – Sala 2
Sessão com a presença do codiretor Yvan Rodic (FaceHunter).

2ª exibição | 27 de outubro (terça-feira)
Horário: 17h40
Local: Cinesystem Belas Artes Frei Caneca – Sala 2
Ingressos e programação: www.mostra.org

Fotos: Divulgação Gullane

“O Projeto”, de Sabrina Fidalgo, ganha trailer oficial

DOCUMENTÁRIO TAMBÉM SERÁ EXIBIDO NA 50ª MOSTRA DE CINEMA DE SÃO PAULO

 

“O Projeto”, primeiro longa-metragem da cineasta Sabrina Fidalgo ganha trailer oficial a partir desta segunda, 28, com destaque para o depoimento da escritora, artista e teórica interdisciplinar Grada Kilomba; uma das vozes internacionais presentes no filme.

Para assistir ao vídeo, basta acessar: https://youtu.be/ff9ZRBrKZUU

 

O documentário se prepara para chegar em São Paulo, onde será exibido na 50º Mostra Internacional de Cinema, após a estreia mundial de Gramado e de também ter sido escolhido como filme de abertura do 19º Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul, ampliando sua Circulação pelo circuito audiovisual brasileiro e aproximando a obra do público.

 

Codirigido por Sabrina Fidalgo e pelo fotógrafo suíço Yvan Rodic, internacionalmente conhecido como FaceHunter, O Projeto é um road movie documental, ensaístico e poético que atravessa países, paisagens, arquivos, memórias e experiências pessoais para refletir sobre as marcas visíveis e invisíveis de mais de seis séculos de colonialismo.

 

Realizado ao longo de seis anos, com filmagens em diferentes países e continentes, o filme nasce do encontro entre as trajetórias de Sabrina Fidalgo, cineasta negra brasileira, e Yvan Rodic, fotógrafo suíço branco. A partir desse ponto de partida, os dois realizadores percorrem territórios, histórias e subjetividades para investigar como o projeto colonial europeu continua reverberando no presente, tanto no Sul quanto no Norte globais.

 

Entrelaçando experiência pessoal, pesquisa histórica, deslocamento geográfico e reflexão política, O Projeto aborda questões como colonialismo, racismo, supremacia branca, memória, pertencimento e resistência, colocando em diálogo perspectivas e experiências atravessadas de maneiras distintas por uma mesma história global.

 

Ao longo dessa jornada, os realizadores encontram intelectuais, artistas, pesquisadores, ativistas e lideranças de diferentes partes do mundo. Entre as participações estão Grada Kilomba,  Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Moshtari Hilal, Sinthujan Varatharajah, Mata Gabin e Ali Delgado, entre outros.

 

Mais do que reconstruir historicamente o colonialismo, O Projeto busca observar como suas estruturas permanecem inscritas nas relações sociais, econômicas, políticas, culturais e afetivas contemporâneas, ao mesmo tempo em que acompanha diferentes formas de resistência, reinvenção e produção de futuro.

A estreia nacional de O Projeto nos cinemas brasileiros está marcada para 19 de novembro, integrando as pautas e reflexões do mês da Consciência Negra.

 

O longa é uma produção da Gullane, liderada por Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis, em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media, e distribuição da Gullane+. O filme conta ainda com apoio institucional da ANCINE, patrocínio da RD Saúde e apoio do Le Fonds de Dotation agnès b.

  

 

Ficha Técnica

O PROJETO

Gullane em coprodução com Fidalgo Produções, Globo Filmes e Canal Brasil, em associação com Yvan Rodic Media.
Direção: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Roteiristas: Sabrina Fidalgo e Yvan Rodic

Produtores: Caio Gullane, Fabiano Gullane, André Novis

Produtores Executivos: Ana Saito, Gabriela Tocchio, Pablo Torrecillas, Ana Vezzi, Daniela Antonelli Aun

Coprodução: Sabrina Fidalgo e Laís Bodanzky

Produção Associada: Yvan Rodic, Ludivine Camus

Direção de Fotografia: Julia Zakia

Montagem: André Bomfim

Consultoria de Montagem: Cristina Amaral

Música Original: Plínio Profeta

Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Depoimentos de: Grada Kilomba, Djamila Ribeiro, Joice Berth, Preto Zezé, Anderson França, Rokhaya Diallo, Maxwell Alexandre, Hans Fässler, Mata Gabin, Sinthujan Varatharajah, Moshtari Hilal, Henrique de Azeredo Miranda, Thomas Braunschweig, Renate Bürner-Kotzam, Sadakne Baroudi, Leema Mason, Henrique Bon, Ali Delgado, Faustino Lencina, Alejandro Joma, dentre outros.

Duração: 95min

 

A Gullane (produtora)

A Gullane é uma das maiores produtoras e incentivadoras do mercado audiovisual brasileiro, além de uma das principais exportadoras de obras independentes. Fundada em 1996 pelos irmãos Caio Gullane e Fabiano Gullane, com Débora Ivanov como sócia, já soma em seu catálogo mais de 60 longas lançados com destaque no cinema nacional e no exterior e mais de 40 séries para televisão e plataformas de streaming, além de 10 filmes e projetos especiais para TV e streaming. Entre os filmes em destaque estão Carandiru, Bicho de Sete Cabeças, O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias; a franquia Até que a Sorte nos Separe; Que Horas ela Volta?, Como Nossos Pais, Bingo – O Rei das Manhãs, Motel Destino e Arca de Noé. Já no caso de séries, os destaques são Senna, Sintonia, Ninguém Tá Olhando e Boca a Boca e Emergência Radioativa (Netflix); Alice e Hard (HBO), Unidade Básica (Universal TV), As Five, Onde está meu coração e Carcereiros (Globoplay), Irmãos Freitas (Space e Amazon Prime) e O Rei da TV (Disney+). A Gullane coleciona mais de 500 prêmios e seleções em importantes festivais e premiações de cinema e televisão do Brasil e do mundo como o Oscar, Cannes, Veneza, Berlim, Sundance, Toronto, Mostra de Cinema de São Paulo, Festival do Rio, MIPTV e Emmy.

 

GLOBO FILMES  (Coprodutora)

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.

O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.

A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

 

 

CANAL BRASIL  (Coprodutora)

 

O Canal Brasil é o canal que mais coproduz cinema no país, com mais de 450 longas-metragens coproduzidos. No ar há 28 anos, reúne uma programação diversa com programas, séries, ficções, documentários e shows que apresentam retratos da cultura brasileira. O acervo do canal conta com obras dos mais importantes cineastas brasileiros e de várias fases do nosso cinema, com uma grade que conta a história da sétima arte do país. O que pauta o canal é a diversidade, com uma programação plural, composta por muitos discursos e sotaques. A palavra de ordem é liberdade – desde as chamadas e vinhetas até cada atração que vai ao ar.

 

Gullane+ (distribuidora)

“Gullane+ é uma distribuidora de obras audiovisuais independentes, que faz parte do grupo Gullane e é liderada por Debora Ivanov.

Os filmes distribuídos pela Gullane+ primam pela qualidade, pelo impacto social e cultural, e representam o melhor do cinema nacional.

A empresa tem um objetivo bem claro e inédito no mercado: promover o nosso cinema no Brasil e no mundo, apostando em inovação nos processos e experiências de lançamento e comercialização.

Seu catálogo tem mais de 40 títulos, incluindo filmes lançados em salas de cinema, conteúdos exibidos em canais de TV e plataformas de streaming, em mais de 70 países.

Dentre as obras em destaque estão filmes como “Que horas ela volta” de Anna Muylaert, “O Bicho de Sete cabeças” de Laís Bodanzky, “A última Floresta” de Luiz Bolognesi, “Motel Destino” de Karin Ainoüz, “Milton Bituca Nascimento” de Flávia Moraes e “3 Obás de Xangô” de Sérgio Machado

Paralelamente vem investindo na distribuição e restauro de obras clássicas do cinema nacional, como “Iracema: uma transa amazônica” de Jorge Bodanzky, “Um céu de estrelas” de Tata Amaral e “Castelo Rá-tim-bum” de Cao Hamburger.

Arquivo Anquier abre as portas no Centro de São Paulo com exposição inédita de Olivier Anquier

ESPAÇO PERMANENTE DEDICADO ÀS MEMÓRIAS E ACERVOS RECEBE O PÚBLICO A PARTIR DE SETEMBRO COM ENTRADA GRATUITA

 

Imagens: Angelo Pastorello

 

Depois de quase meio século de uma trajetória construída no Brasil, Olivier Anquier anuncia a abertura do Arquivo Anquier, espaço voltado à memória, à fotografia, às emoções e às histórias do Brasil. Localizado na Praça da República, no centro da capital paulista, próximo a outros negócios de Olivier, o Arquivo Anquier chega para ampliar esse território de encontros e despertar novas sensações. Pensado como um espaço vivo, aberto a exposições, experiências e atividades culturais, o projeto pretende também contribuir para o movimento de redescoberta do Centro de São Paulo, convidando paulistanos e visitantes a olhar novamente para a região, caminhar por suas ruas e reencontrar o coração da cidade. Com entrada gratuita, o novo endereço funcionará de quarta a sexta-feira, das 12h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 21h.

 

“Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil” será a exposição inaugural do espaço, marcada para 16 de setembro, a partir das 12h. Com 55 fotografias autorais, ela convida o público a percorrer diferentes paisagens, personagens, cotidianos e tradições brasileiras registradas pelo olhar sensível de Olivier. Faz parte do primeiro arquivo real a sair do gigantesco baú imaginário do “Diário do Olivier”, programa criado e apresentado por ele em 1998, pelo canal GNT, e que percorreu o território brasileiro durante 20 anos em busca da essência do país e de seu povo. Olivier atravessou estradas, cidades, vilarejos e lugares pouco conhecidos de um Brasil que escolheu descobrir de perto, levando milhões de telespectadores junto com ele – muitas vezes a bordo de seu inseparável Fusca verde. Mais do que revisitar uma trajetória, o Arquivo Anquier nasce do desejo de abrir essas histórias ao público: imagens, objetos, personagens, encontros, descobertas e memórias guardadas ao longo de décadas e que agora ganham novas leituras.

 

O Primeiro Arquivo: “Diário do Olivier”  

O primeiro arquivo, dedicado ao “Diário do Olivier”, revela uma faceta de Olivier Anquier que, apesar de acompanhá-lo desde a infância, permaneceu discretamente escondida do grande público: a de fotógrafo. A fotografia, no entanto, não surgiu com o programa. Ela acompanha Olivier desde a primeira infância, inicialmente através do olhar e das câmeras de seu pai, o médico François Anquier, e permaneceu presente ao longo de toda a sua vida de maneira íntima, quase tímida, raramente exposta como parte de sua trajetória pública. Agora, pela primeira vez, esse olhar deixa o arquivo pessoal e ocupa as paredes de uma exposição.

 

O projeto acontece também após Olivier receber sua primeira chancela como fotógrafo, ao ser convidado para ocupar integralmente a edição nº 46 da revista C, publicação da Galeria Carcará, dedicada à fotografia autoral brasileira.“Essa é a primeira vez que abro meu baú de memórias, experiências e fotografias para o público. Sinto que chegou o momento de compartilhar em detalhes histórias que vivi nesses 20 anos de Diário do Olivier e lugares fascinantes que conheci pelo Brasil. Quero que todos tenham orgulho do nosso país; o país que me deu tudo e ao qual sou muito grato.”, afirma Olivier Anquier.

 

Um Arquivo que continua circulando

Após o encerramento de “Diário do Olivier: 20 anos descobrindo o Brasil”, as fotografias e os objetos apresentados na exposição serão leiloados em formatos presencial e virtual. A iniciativa amplia o alcance do projeto para além do espaço expositivo e oferece ao público a possibilidade de adquirir peças que fizeram parte dessa história. O lendário Fusca verde também terá um destino especial: parte da renda obtida com sua venda será revertida à organização religiosa Missão Belém, ligada ao Centro de São Paulo e que atende e acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre Olivier Anquier

Radicado no Brasil desde 1979, Olivier Anquier é chef, padeiro, apresentador e empresário. Ao longo de quase cinco décadas no país, construiu uma trajetória que atravessa gastronomia, televisão e empreendedorismo. Pioneiro da panificação artesanal no Brasil, apresentou programas de televisão durante três décadas, entre eles o premiado Diário do Olivier, no GNT, e tornou-se uma das personalidades reconhecidas da gastronomia brasileira, incentivando milhões de brasileiros a encostar a barriga à beira do fogão e descobrir a magia de saber cozinhar e receber cozinhando. À frente das marcas Mundo Pão do Olivier e L’Entrecôte d’Olivier, Olivier mantém uma relação especialmente próxima com o Centro de São Paulo, onde vive há 20 anos e concentra parte de seus negócios e, agora, o Arquivo, assim confirmando seu compromisso de transformar mais um espaço no Centro, neste primeiro momento, em um lugar dedicado às suas memórias e histórias no Brasil. Morador e empresário da Praça da República, Olivier “capina” infatigavelmente pela revitalização do Centro e acredita que investir na região é também investir em valores humanos e convivência, pois o Centro não deve ser mais uma “bolha” na cidade de São Paulo e sim a união de todas as “bolhas”. Em reconhecimento à sua contribuição para a cidade, recebeu o Título de Cidadão Paulistano, em 2024, e o Prêmio Cidade de São Paulo, em 2025.

 

‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ chega ao Rio de Janeiro

Após temporada de sucesso em Salvador, com um público de 25 mil pessoas, a exposição ‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira” chega ao Rio de Janeiro em 10 de dezembro, a partir das 12h, no Museu Histórico da Cidade, no Parque da Cidade, na Gávea. Apresentada pelo Ministério da Cultura e Instituto Cultural Vale, através da Lei Federal de Incentivo à cultura é uma realização da Maré Produções, Ministério da Cultura e Governo Federal União e Reconstrução na régua.

 

o projeto é uma iniciativa inédita que proporciona aos visitantes uma imersão sensorial na história da música popular e da cultura brasileira por meio da vida e obra de um dos artistas mais relevantes do país.

 

Gratuita, única e exclusiva, a exposição – realização da Maré Produções e Moraes Moreira, ainda em vida – apresenta uma retrospectiva abrangente da carreira do artista, destacando sua versatilidade como compositor, suas parcerias musicais, suas incursões na literatura e suas raízes profundamente conectadas à Bahia.

 

Toda a atmosfera da mostra promove aos visitantes uma experiência sonora pela poesia de Moraes Moreira através de todo seu trabalho, explora a diversidade musical do Brasil, através das canções do artista, reconhecido por mesclar ritmos como frevo, baião, rock, samba, choro e música erudita em suas composições. Além disso, são evidenciadas suas colaborações musicais com seu filho Davi Moraes, bem como suas incursões no campo da literatura como cordelista e cronista de histórias da Bahia.

 

A exposição é uma merecida homenagem a esse legado duradouro e à sua personalidade marcante, refletida tanto em seu trabalho artístico quanto em suas raízes baianas. ‘Mancha de Dendê não sai’ foi idealizada pela produtora cultural Fernanda Bezerra e pela cenógrafa Renata Mota, que também assina a direção de arte e curadoria do projeto.

 

“Moraes Moreira, importante representante da música regional, é um verdadeiro ícone da cultura brasileira, com uma carreira que abrangeu diversas formas de expressão artística. Além de cantor, compositor e músico, ele também foi um agitador cultural, escritor, cantador e poeta. Sua produção artística foi intensa e significativa”, enfatiza a idealizadora e produtora cultural Fernanda Bezerra.

 

‘Mancha de Dendê não sai – Moraes Moreira’ ficará em cartaz no Museu Histórico da Cidade entre 10 de dezembro e 12 de fevereiro e poderá ser vista, com entrada franca, de terça à domingo, das 9h às 16h. A classificação é livre e o Museu Histórico da Cidade fica na Est. Santa Marina, s/n, Gávea.

“Mancha de Dendê não sai – Morais Moreira”

Museu Histórico da Cidade Est. Santa Marina, s/n, Gávea Gratuito

Horário: entre 9 e 16h, de terça à domingo

https://museudacidadedorio.com.br/

Instituto Rede Mulher Empreendedora recebe 10 milhões de reais de doação do Google.org

O valor será utilizado no programa Ela Pode, projeto de capacitação, aceleração e capital semente para as mulheres

 

O Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), organização da sociedade civil de apoio a projetos de Geração de Renda para Mulheres com foco em empreendedorismo feminino, recebeu 10 milhões de reais de doação do Google.org – braço filantrópico do Google. A doação faz parte dos investimentos do Google na América Latina para os próximos cinco anos.

 

A doação será utilizada no programa Ela Pode, agora ampliado com programa de capacitação, aceleração e capital semente para mulheres de todo território nacional. A

meta é ter mais de 200 mil mulheres capacitadas nos próximos três anos, em habilidades socioemocionais como liderança e comunicação, negociação e vendas, finanças, marca pessoal, networking, gerenciamento de tempo, autoconhecimento e em habilidades empreendedoras”, explica a presidente do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), Ana Fontes.

 

As capacitações acontecerão via plataforma e por multiplicadoras espalhadas pelo Brasil. Serão 200 mil mulheres capacitadas e cerca de 1.800 aceleradas com capital semente no valor de R$2.000. A prioridade é para mulheres das regiões Norte e Nordeste, mulheres negras, PCDs, entre outros marcadores sociais.

 

De acordo com Ana Fontes é com iniciativas como essa que o Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) consegue apoiar e repassar, de fato, valores que possam incentivar a autonomia econômico financeira da mulher. “Geração de Renda é fundamental para as mulheres, inclusive para sair de situações de violência, uma mulher que é dona do seu dinheiro é dona das suas próprias decisões”, finaliza a presidente do Instituto RME.

 

Sobre o Instituto RME

Fundado em 2017, o Instituto Rede Mulher Empreendedora, apoia e auxilia projetos e iniciativas que empoderam mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a independência financeira e o poder de decisão pessoal. Acreditamos que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também a da sociedade, pois quando elas possuem negócios que dão certo, investem em suas comunidades, especialmente, para ocorrer um contínuo desenvolvimento, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.

 

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

A RME – Rede Mulher Empreendedora, primeira e maior plataforma de apoio às mulheres empreendedoras ou que querem empreender, criada em 2010 pela empreendedora social Ana Fontes, hoje conta com 1 milhão de participantes conectadas e já impactou a vida de mais de 9 milhões de mulheres. Com o propósito de apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso a mercado, através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital.

Em 2017, fundamos o Instituto RME, braço social da RME para apoiar mulheres em vulnerabilidade social. Desde então, dezenas de projetos foram executados com resultados positivos.

Ao longo deste tempo, gerou mais de R$ 33 milhões em renda para as mulheres impactadas direta e indiretamente. E em 2021 as capacitações e cursos foram muito bem adaptados para plataformas online, acumulando 2 milhões de visualizações em diversos canais.

 

 

Mais informações para imprensa:

Casé Comunica

www.casecomunica.com.br

Redes Sociais: @casecomunica

fabiana@casecomunica.com.br

nadja@casecomunica.com.br

 

 

 

Djamila Ribeiro lança espaço com foco em educação e bem-estar da mulher

Espaço Feminismos Plurais oferecerá formação intelectual e profissional, atendimento psicológico, suporte jurídico, terapêutico e dentário para mulheres socialmente vulneráveis

 

Djamila Ribeiro lança espaço com foco em educação e bem-estar da mulher

Espaço Feminismos Plurais oferecerá formação intelectual e profissional, atendimento psicológico, suporte jurídico, terapêutico e dentário para mulheres socialmente vulneráveis

 

Realizando o seu grande sonho, a filósofa e best seller Djamila Ribeiro inaugura no dia 05 de maio, no bairro de Moema, na cidade de São Paulo, o Espaço Feminismos Plurais, um instituto sem fins lucrativos que pretende abraçar mulheres socialmente vulneráveis dentro de uma perspectiva de acolher, de desenvolver e dar oportunidades. Por entender o ser humano em toda a sua complexidade, o instituto deve ser visto como um espaço de educação, saúde mental, bem-estar e desenvolvimento profissional.  O Feminismos Plurais será inaugurado com o lançamento de dois livros: Transfeminismo, da professora e mulher trans Letícia Nascimento, e Trabalho Doméstico, da professora Juliana Teixeira, ambos da Coleção Feminismos Plurais, publicações da editora jandaíra, às 19h.

 

O Espaço Feminismos Plurais oferecerá atendimento presencial com formação intelectual e profissional, além de atendimento psicológico, suporte jurídico, literário, terapêutico e dentário para pessoas pertencentes a grupos vulnerabilizados. Formado por um corpo técnico multidisciplinar, a equipe responsável por conduzir o projeto é composta pelo diretor administrativo do espaço, o empresário e grande apoiador do projeto, Maurício Rocha, pela psicóloga Débora Guimarães, pela terapeuta holística Marília Salles, pela dentista Paula Mendes, pela gerente do espaço Raquel Suely e direção geral da Djamila Ribeiro.

 

Além de uma sólida base acadêmica, construída por meio de vários anos de estudo, em sua trajetória, Djamila Ribeiro foi beneficiada com projetos sociais e, agora, realiza o grande sonho de oferecer às mulheres um importante espaço de formação e destaca o quanto sua trajetória em movimentos sociais trouxe um olhar ressignificado sobre o que é ser mulher negra e como tudo isso transformou a sua vida.

 

Segundo ela, “toda minha trajetória me levou à concepção do Espaço Feminismos Plurais. Será um espaço que enxergue as pessoas, sobretudo a mulher negra, numa perspectiva de potência. E espero que o instituto que estou inaugurando represente para as mulheres o que lugares de acolhimento e desenvolvimento crítico representaram para mim.”

 

OS SERVIÇOS DO ESPAÇO FEMINISMOS PLURAIS:

Alguns campos serão trabalhados significativamente no instituto, como o de promoção à leitura, formações filosófica e empresarial, workshops, biblioteca, eventos de lançamento de obras literárias e artísticos, levando o público a ter acesso ao conhecimento e à construção de ferramentais para o empoderamento destes grupos. Conheça o que será oferecido pelo Espaço Feminismos Plurais:

Biblioteca: contará com o acervo doado pela Djamila Ribeiro da Coleção Feminismos Plurais, do selo Sueli Carneiro, e obras de editoras parceiras que serão destinadas à consultas locais e ao empréstimos de livros. Serão oferecidos também computadores para pesquisas, estudos e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos em geral.

Cursos: realização de cursos, workshops de formação filosófica, jurídica para mulheres e empresarial.

Eventos literários e artísticos: o espaço se destinará para o lançamento de livros da própria Coleção Feminismos Plurais e do selo Sueli Carneiro. O local será aberto para exposições de arte e para visita de escritores e escritoras do Brasil e do exterior voltado à oficinas e à residências literárias.

Atendimento psicológico: o atendimento será oferecido a homens e mulheres, grupos familiares, incluindo crianças e adolescentes, e preferencialmente mulheres vítimas de violência e pessoas em situação de risco social.

Terapia: realização de práticas artísticas, respiratórias, meditações, conexões com a natureza e reflexões sociais dos arquétipos femininos, com o propósito de estimular a liberação de bloqueios e possíveis distorções que as mulheres desenvolvem ao longo da vida.

Atendimento odontológico: atendimento de mulheres em situação de risco social, sobretudo mulheres vítimas de violência doméstica. Haverá uma triagem para encaminhamento ao tratamento odontológico destas mulheres.

 

OS PROJETOS DE DJAMILA

Autora, empresária, filosofa Djamila Ribeiro, com quatro livros publicados como Lugar de Fala, Pequeno Manual Antirracista, Quem tem medo do Feminismo Negro? e Cartas para minha avó, já implementou projetos expressivos sob o eixo central da educação antirracista e feminista, como as publicações da Coleção Feminismos Plurais no mercado brasileiro, com  12 títulos nacionais, e 10 títulos internacional, com de obras literárias publicadas por autores e autoras como Carla Akotirene, Adilson Moreira, Rodney Willian e outras, dando visibilidade e protagonismo a intelectuais negros e negras, além de promover a cultura de letramento racial por meio da plataforma Feminismos Plurais, maior streaming de educação antirracista e feminista do Brasil, que oferece cursos, aulas on-line, mentorias acadêmicas e o podcast Onda Negra(disponível nas principais plataformas digitais), e outros. Djamila, sempre com seu olhar inovador e com sede de transformação social, promove, junto aos seus incontáveis parceiros, impactos sociais concretos com mais este projeto lançado.

 

 

SOBRE DJAMILA RIBEIRO:

Djamila Ribeiro é graduada em Filosofia e mestra em Filosofia Política pela Universidade Federal de São Paulo. É coordenadora do Selo Sueli Carneiro e da Coleção Feminismos Plurais. É autora dos livros “Lugar de Fala” (Jandaíra/Selo Sueli Carneiro), “Quem tem medo do Feminismo Negro?”, “Pequeno manual antirracista” e “Cartas para minha avó” (Companhia das Letras), com traduções para quatro idiomas. Foi também professora convidada do departamento de jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e é professora da pós graduação da PUC do Rio Grande do Sul. Colunista do jornal Folha de S. Paulo e da revista ELLE Brasil, esteve secretária adjunta de Direitos Humanos de São Paulo em 2016. Foi laureada pelo Prêmio Prince Claus de 2019, concedido pelo Reino dos Países Baixos e considerada pela BBC como uma das 100 mulheres mais influentes do mundo. Em 2020, ganhou o Prêmio Jabuti, o mais importante do meio literário brasileiro, na categoria Ciências Humanas, pelo Pequeno Manual Antirracista. Em 2021, foi a primeira pessoa brasileira da história a ser homenageada pelo BET Awards, concedido pela comunidade negra estadunidense. Em 2022, recebeu o grau de Comendadora na Ordem do Mérito do Tribunal Superior Eleitoral.

 

O Espaço Feminismos Plurais fica localizado na Alameda Tupiniquins, nº 343, Moema. Horários de funcionamento: de segunda à sexta das 9h às 17h.

 

Mais informações para imprensa:

Casé Comunica

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Neila Costa – neila@casecomunica.com.br