O Pequenino Grão de Areia, de João Falcão, ganha montagem no Teatro do Sesi-SP

FÁBULA MUSICAL UNE ARTE, EDUCAÇÃO E PROGRAMAÇÃO GRATUITA PARA TODAS AS IDADES

 

“O Pequenino Grão de Areia” — musical escrito, musicado e dirigido por João Falcão — ganha montagem inédita criada especialmente para o Teatro do Sesi-SP, no Centro Cultural Fiesp e com estreia marcada para 18 de abril. Livres e gratuitas, as sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h, até 26 de julho.

 

Com um texto criado originalmente em 1983, a partir da metáfora de um pequeno grão de areia aparentemente insignificante, mas essencial para a construção do mundo, a peça constrói uma narrativa poética que dialoga com públicos de todas as idades. Em cena, artistas multitalentosos transitam entre narração, personagens e canções, conduzindo a história de forma direta, afetiva e imagética.

 

“Fazer espetáculo para todos os públicos e especialmente para a criança é muito bom porque ela chega ao teatro livre de preconceitos, e cheia do que um público de teatro deve ter: imaginação. Para a criança, tudo é possível. Vai ser muito especial ver minhas netas assistindo algo que criei há tantos anos, quando nem sonhava em tê-las”, afirma João Falcão.

 

A música é parte estruturante da dramaturgia. As canções funcionam como capítulos narrativos, ampliando sentidos, emoções e transições da história. E, nesse contexto, não interrompem a ação: a música é ação dramática, conduzindo o pensamento e o envolvimento emocional do espectador.

 

O elenco é formado por atores e atrizes com trajetórias diversas no teatro, na música e no audiovisual, reunindo diferentes gerações, formações e linguagens cênicas. A escolha do elenco reforça um dos pilares centrais da obra de João Falcão: o ator como matéria fundamental da encenação, capaz de transitar entre palavras, música, corpo e poesia. Trata-se de um elenco preparado para uma montagem que integra interpretação, música ao vivo, fisicalidade e jogo cênico, dialogando com públicos de todas as idades.

Com apresentações gratuitas, sessões acessíveis, oficina formativa e bate-papos com o público, “O Pequenino Grão de Areia” se consolida como uma experiência cultural expandida, que une fruição artística, formação e diálogo, reafirmando o teatro como espaço de encontro, escuta e imaginação.

 

“É um privilégio contar com a direção de João Falcão no Teatro do SESI, no Centro Cultural Fiesp, especialmente em uma obra como “O Pequenino Grão de Areia”, que se destaca por sua delicadeza e sensibilidade. O espetáculo apresenta uma narrativa sobre determinação e amor, conduzida com sutileza, sem recorrer a abordagens românticas. A expectativa é de uma montagem singular e encantadora, em consonância com o propósito do SESI-SP de garantir o acesso à arte e à cultura de qualidade, de forma gratuita e democrática”, afirma a Analista de Atividades Culturais do SESI-SP, Anna Polistchuk.

 

Sobre o diretor João Falcão

Dramaturgo, roteirista, diretor e compositor, com 45 anos de carreira e 46 peças encenadas, consolidando-se como uma das principais referências do teatro brasileiro contemporâneo. Iniciou sua trajetória artística nos palcos de Recife, sua cidade natal, atuando e compondo para “Morte e Vida Severina”, em 1980. Aos 21 anos, dirigiu, escreveu e compôs “Muito pelo Contrário”, afirmando sua assinatura como criador integral. No teatro, projetou nacionalmente nomes como Wagner Moura, Lázaro Ramos e Vladimir Brichta com o espetáculo “A Máquina”. Assina montagens marcantes como “A Dona da História”, “Ensina-me a Viver”, “Gonzagão – A Lenda” e “Gabriela – Um Musical”. Na televisão, criou séries de grande repercussão como “Comédia da Vida Privada”, “Sexo Frágil” e “Clandestinos”. No cinema, dirigiu e roteirizou obras como “A Máquina” e “Lisbela e o Prisioneiro”, além de colaborar em produções como “O Auto da Compadecida”. Recentemente desenvolveu o roteiro e a trilha sonora do filme “O Auto da Compadecida 2” e, após 25 anos, dirigiu uma nova montagem do antológico espetáculo “A Máquina”, reafirmando sua relevância na cena nacional.

 

Sobre o SESI-SP

O SESI-SP oferece atividades culturais gratuitas em linguagens como música, artes cênicas, artes

visuais, audiovisual e difusão literária. Juntas, as atividades promovidas já alcançaram a marca de quase 20 milhões de pessoas. São 19 teatros, sete centros culturais, oito espaços de exposição, três estações de cultura, 95 núcleos para iniciação e formação de pessoas nas áreas de música, teatro, dança e circo, além de uma unidade móvel que percorre todo o estado. Em 2026, mais três teatros e três centros culturais devem ser inaugurados. A entidade reforça seu compromisso de oferecer ao público uma programação diversa, contundente e sempre gratuita, alinhada aos aspectos sociais e artísticos da contemporaneidade. Também de atuar na área de produção cultural, impulsionando a economia criativa e contribuindo para o aperfeiçoamento artístico. Em 2024, a instituição comemorou seis décadas de história, cultura e inovação de um de seus mais importantes projetos de democratização do acesso à cultura: o Teatro do SESI-SP, palco de espetáculos marcantes ao longo das últimas décadas.

 

Sinopse

Entre muitos grãos de areia, cada um com sua personalidade – um risonho, um chorão, um sabichão, um mandão, um medroso – nasce um delicado retrato da diversidade humana desde a infância. Nesse universo minúsculo e cheio de vida, um grão sonhador se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo, mesmo quando tudo ao seu redor insiste que aquele amor é impossível. Ao tentar alcançá-lo, o grão sonhador confronta os limites da lógica, das promessas fáceis e das expectativas, e é a própria natureza, com seu tempo e sabedoria, que conduz o desfecho poético dessa jornada.

 

Ficha Técnica

Texto, direção e música original: João Falcão

Elenco: Bia Rezi, Bruna Alimonda, Cleomácio Inácio, Fábio Enriquez, Ellise Ruiz, Leo Bahia, Paulo Machado e Renato Luciano

Direção musical e arranjos: Ricco Viana

Cenografia: João Falcão e Vanessa Poitena

Figurino: Pablo Monaquezi e Tomie Savaget

Iluminação: Cesar de Ramires

Direção de produção: Marlene Salgado

Desenho coreográfico: Alisson Lima

Assistência de direção: Duda Martins e Jofrancis

Fotografia: Ale Catan

Identidade visual: Gabriel Azevedo

Redes Sociais: Gigi Prade

Assessoria de imprensa: Casé Comunica

Idealização: Clayton Marques, João Falcão e Marlene Salgado

Coordenacão de produção: Mauricio Inafre

Administração: Clayton Marques

Produção: Jacaracica e Marlene Salgado Produções

 

Serviço
Espetáculo: O Pequenino Grão de Areia
Local: Centro Cultural Fiesp – Teatro Sesi SP

Endereço: Av. Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô) São Paulo – SP

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

Entrada: Gratuita https://www.sesisp.org.br/eventos

Sessões: As sessões acontecem às quintas e sextas-feiras, às 11h, e aos sábados e domingos, às 15h 

 

Crédito fotográfico Ale Catan

Restaurante Piselli celebra Páscoa com menu especial e sofisticada sobremesa italiana

 

TRADIÇÃO E ALTA CONFEITARIA PARA O DOMINGO DE PÁSCOA

 

Inspirado pela riqueza e elegância da gastronomia italiana, o restaurante Piselli celebra o Domingo de Páscoa com um prato especial: Anatra Ai Frutti Di Bosco; o pato confitado servido com o próprio molho do assado e nhoque na manteiga e sálvia (R$ 178,00). 

 

Para a sobremesa, uma criação que valoriza a excelência dos ingredientes de alta qualidade e tradição da confeitaria italiana: Spumone Di Cioccolato; delicada musse envolta em crosta de chocolate Callebaut, harmonizada com laranja-bahia confit e calda com toque de açafrão (R$ 57,00). 

 

Disponível em todas as unidades do Piselli no domingo (05/04) – exceto Piselli Boa Vista que não abre aos finais de semana – a sobremesa surge como alternativa para clientes que desejam vivenciar uma experiência gastronômica diferenciada e ir além do clássico ovo de chocolate.

 

As sofisticadas receitas reforçam a proposta do restaurante de reinterpretar sabores tradicionais italianos com refinamento e contemporaneidade.

 

Sobre o Piselli

Juscelino Pereira iniciou sua trajetória na gastronomia como garçom em São Paulo. Atuando em prestigiados restaurantes da cidade, especializou-se como maître, sommelier e gestor até que, aos 35 anos, realizou o sonho de abrir seu primeiro restaurante. Durante um curso de italiano, conheceu a palavra “piselli”. Se encantou com a sonoridade e com o significado que remetia à sua tentativa de ser agricultor na juventude: as ervilhas haviam transformado sua história para sempre! E assim nasceu, em 2004, o Piselli Jardins, dedicado à alta gastronomia italiana, com ênfase em ingredientes, vinhos e sabores do Piemonte.  A expansão teve início em 2015, com a inauguração do Piselli Sud, no Shopping Iguatemi Faria Lima, voltado às delícias do sul da Itália. Em 2021, a marca chegou ao centro da capital com o Piselli Boa Vista, que combina vista panorâmica de pontos históricos e um cardápio italiano centrado em pratos tradicionais com um toque paulistano. No mesmo ano, foi aberta a unidade de Brasília, no Shopping Iguatemi — uma grande honra para o CEO do grupo, cujo nome é inspirado na admiração de um avô pelo ex-presidente JK. No menu, clássicos das unidades de São Paulo e receitas que homenageiam a Toscana. E com a missão de levar a experiência do Piselli para a casa dos clientes, foi lançado em 2023 o Mercato Piselli, e-commerce com itens exclusivos como vinhos, café, mel, pães e compotas, além da Casa Russo, dedicada a artigos de mesa posta. O mais recente capítulo da história é o Piselli Campinas, aberto em 2025 no Shopping Iguatemi, com pratos simbólicos de todas as unidades da marca, além de um rico empório e vinhos italianos de importação própria.

 

Unidades:
São Paulo – Jardins, Shopping Iguatemi Faria Lima, Rua Boa VIsta  

Brasília – Shopping Iguatemi 

Campinas – Shopping Iguatemi

Outras Informações: https://www.restaurante.piselli.com.br/

 

Créditos da imagem: Mário Rodrigues

A Peça Infantil, estrelada por Chay Suede, chega a São Paulo com identidade visual e direção de fotos do Radiográfico

Nos últimos anos, o estúdio Radiográfico tem consolidado sua presença na cena cultural brasileira com projetos que transitam entre arte, design e tecnologia. Do sucesso absoluto na turnê Tempo Rei de Gilberto Gil, passando pelo universo lúdico de Partimpim, de Adriana Calcanhotto, às exposições Baú do Raul (MIS SP) e Oceano (Museu do Amanhã), o estúdio carioca se destaca por criar identidades visuais que contam histórias e expandem a experiência do público para além do palco e das paredes do museu.

 

Após temporada no Rio de Janeiro, o espetáculo PEÇA INFANTIL – A Vida e as Opiniões do Cavalheiro Roobertchay chega a São Paulo com sessões no Teatro Cultura Artística a partir de 7 de março. O projeto gráfico é assinado pelo Radiográfico e marca a estreia de Chay Suede no teatro, sob direção geral de Felipe Hirsch, dramaturgia de Caetano W. Galindo e do próprio Hirsch, e cenografia de Daniela Thomas. Embora o título faça referência a uma “peça infantil”, trata-se de um espetáculo adulto, humorístico-filosófico, que utiliza o formato de pseudodocumentário para explorar – com ironia e espanto – as venturas e desventuras do personagem Cavalheiro Roobertchay. A narrativa se desenvolve em doze fragmentos breves, que partem da memória voluntária e involuntária de Chay e avançam para questões contemporâneas como fama, autenticidade e influência.

 

Convidado por Hirsch, o estúdio foi responsável pela identidade visual do espetáculo, pela direção da sessão fotográfica com Chay Suede e pela concepção dos conteúdos visuais. As fotos, realizadas por Fabio Audi, serviram de base para a criação de uma paisagem imagética inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch, repletas de personagens, símbolos e elementos fantásticos. “A sessão fotográfica foi pensada como ponto de partida para o universo visual da peça. Fotografamos o Chay em diversas poses e figurinos, contra fundo branco, e essas imagens serviram de base para compormos uma grande paisagem inspirada nas pinturas de Hieronymus Bosch – cheias de personagens e elementos simbólicos. Nessa paisagem, estão representados vários dos elementos que aparecem nas histórias contadas em cena”, explicam Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia, sócios do Radiográfico.

 

Misturando realidade e ficção, o espetáculo propõe uma jornada visual e narrativa que amplia a experiência da plateia. Além da identidade visual, o Radiográfico também é responsável pela criação dos conteúdos projetados no cenário, um grande painel de LED horizontal com peças desconstruídas concebido por Daniela Thomas. Segundo os sócios do estúdio, esses conteúdos visuais funcionam quase como um personagem em cena: foram desenvolvidos em estreita colaboração com Felipe Hirsch, em um mergulho profundo na dramaturgia, e reforçam a narrativa de forma intrincada. “Algumas sequências foram criadas com inteligência artificial – inclusive um falso Chay digital – outras de forma manual, ampliando o jogo entre ficção e realidade que estrutura o espetáculo. Esse uso criativo das projeções merece destaque, pois o cenário, em sua totalidade, se torna parte fundamental da experiência e da construção do enredo da peça”, finalizam Olivia e Pedro.

 

 

 

Serviço – Temporada São Paulo

 

Apresentação: A partir de 7 de Março de 2026 – horário de Brasília.
Horários: Março: Sábados: 21h30 | Domingos: 19h
Local: Cultura Artística
Endereço: Rua Nestor Pestana, 196 – Consolação, São Paulo – SP, 01301-010
Classificação: 14 anos. Menores de 14 anos apenas acompanhados dos responsáveis legais.*

Ingressos: Tickemaster

 

 

 

 

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

 

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

 

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

 

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

 

https://www.radiografico.com.br/

 

Créditos da foto: Flávia Canavarro

Alceu 80 girassóis: o palco como território multilinguagens

Oblíquo e Radiográfico assinam a direção de arte e concepção cenográfica de “80 Girassóis”, de Alceu Valença

O encontro entre a obra de Alceu Valença e os estúdios Oblíquo e Radiográfico ganha forma em “80 Girassóis”, espetáculo que traduz para a cena a potência multilinguagens do artista. Com direção de arte e concepção cenográfica assinadas pelas duas casas, o projeto dialoga diretamente com a proposta cênica e musical do show. A cenografia estruturada a partir de um telão em formato de girassol – símbolo da turnê e metáfora dos oitenta giros solares de sua vida – surge como uma grande alegoria central do espetáculo, criando um palco em permanente mutação.

 

Quando falamos de Alceu Valença, falamos de um grande encenador – no sentido mais amplo da palavra. Alceu interpreta, dirige, corporifica o espetáculo. Sua presença nunca se limitou ao canto: ocupa o palco em multilinguagens desde sempre. Em 28 de dezembro de 1975, Nelson Motta escreveu sobre ele como uma das grandes revelações daquele ano no jornal O Globo:

 

“Numa área onde o rock se confunde com todos os sons do Brasil e do mundo, ocorreu certamente a revelação mais importante do ano – Alceu Valença, que explodiu com o seu som nordestino-indiano-inglês-árabe-all over. Com uma originalidade extraordinária e uma presença cênica rara entre os quase sempre estáticos cantores brasileiros, geralmente pouco preocupados com o lado teatral que existe num cantor, quer ele queira ou não, a partir do momento em que pisa num palco e há pessoas na plateia para aquele número de mágica, Alceu revelou um lado poderoso de intérprete e uma excelente perspectiva de autor musical.”

 

Com direção artística de Rafael Todeschini, diretor e cofundador do estúdio Oblíquo, 80 girassóis é um espetáculo de multilinguagens: “Trabalhamos com a obra do Alceu desde 2009 e, de lá para cá, realizamos inúmeros projetos de identidade e narrativa da sua obra. Este é, com certeza, o mais complexo de todos, pois adentramos no território sagrado de Alceu, o palco. Buscamos criar uma experiência que traduza as multilinguagens que Alceu cria. Além de musical, “80 girassóis” é teatral, cinematográfico, literário e pictórico. E, ao lado do Radiográfico, exploramos cada uma dessas linguagens”.

 

Com a parceria em “80 Girassóis”, o Radiográfico reforça sua atuação no universo da música. Em 2025, o estúdio conquistou o Grand Prix do BDA com a identidade visual em movimento da turnê “Tempo Rei”, de Gilberto Gil, consolidando o design como elemento central na construção de experiências culturais contemporâneas. “Ao lado dos parceiros da Oblíquo, estamos felizes por desenvolver um projeto para um artista com a dimensão de Alceu Valença. É uma grande responsabilidade traduzir visualmente a potência poética e toda a energia que atravessam sua obra”, destacam os sócios-fundadores do Radiográfico, Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia.

 

Mais do que ilustrar as músicas, buscou-se potencializar seus universos poéticos. Cada momento visual foi pensado em sintonia fina com o tema, o ritmo e a atmosfera de cada composição, criando uma experiência em que música, imagem e a presença cênica de Alceu se entrelaçam. O resultado é um espetáculo musical, teatral, cinematográfico, literário e pictórico, que percorre diferentes experiências do espaço de interação entre o público e o artista.

 

Girassol Cinematográfico

O show começa com uma abertura cinematográfica, com o depoimento do pai e da mãe de Alceu, falando da divergência sobre a crença na carreira artística do filho, ao som de Edipiana nº 1. Além disso, Aboio é ambientado com imagens de A Luneta do Tempo, filme do próprio Alceu, de 2015, e Tesoura do Desejo conta com imagens de Luis Abramo e Juba Valença. A Banda de Pife, em que os músicos são apresentados, traz trechos de Nordeste: cordel, repente e canção, de Tânia Quaresma, filme histórico sobre a cultura expressiva dos cantadores, emboladores, cordelistas, violeiros e repentistas dos interiores do Nordeste no ano de 1975. E também outro filme do ano anterior (1974) Zabumba, Orquestra Polular do Nordeste, de Zelito Viana, que expressam um universo semelhante. Embolada do Tempo tem registros fotográficos do Alceu menino até os dias de hoje, numa montagem arrebatadora do tempo. Destaque especial para Espelho Cristalino, que será representada pelo icônico ensaio fotográfico realizado por Cafi no contexto do lançamento do disco homônimo — momento em que imagem e música se fundem de maneira definitiva na construção do próprio Alceu como personagem de sua obra: “ver a luz do passado e do presente, viajar pelas veredas do céu, pra colher três estrelas cintilantes e pregar nas abas do meu chapéu”.

 



Girassol Teatral

O show apresenta propostas teatrais em músicas como Girassol, que inspirou o título da turnê e apresenta uma proposta imersiva de um pôr do sol com o horizonte do mar. Assim como em Solidão, que traz a lua, os astros e o universo como tema melancólico, e em Anunciação, as nuvens que trazem o tom celestial da música.

Táxi Lunar quebra a quarta parede ao convocar o público a participar conjuntamente de uma catarse coletiva. A homenagem ao principal parceiro musical de Alceu, Paulinho Rafael, emociona com o solo que ele criou para Hino do Elefante, performado por Zi Ferreira, e com o canto vigoroso de Alceu. Cabelo no Pente traz a imersão pelas ruas do passado e o pé caminhador de Alceu, e Pelas Ruas Que Andei homenageia o Recife antigo, sendo finalizado com a bandeira de Pernambuco.

 

Girassol Literário

Em Agalopado, emergem elementos do imaginário de Ariano Suassuna, numa identificação poética entre os dois artistas pela figura de Dom Quixote — o cavaleiro do sonho e da utopia. Coração Bobo incorpora o espírito junino através do corte e recorte das bandeirolas letradas de Catarina Dee Jah, que dão voz à letra ao coração do poeta que pipoca dentro do peito. Ao homenagear Luiz Gonzaga, Alceu resgata a tradição da oralidade do Rei do Baião, que fazia de suas músicas “contações de histórias”. O lirismo de Flor de Tangerina ganha corpo nas xilogravuras de J. Borges e J. Miguel, trazendo a delicadeza romântica da madeira talhada. É a partir dela que Alceu conta a narrativa de um poeta que está em busca do seu grande amor nas músicas seguintes.

 

Girassol Pictórico

Pagode Russo assume seu caráter onírico através das ambiências e personagens do artista olindense Getúlio Maurício, expandindo o delírio festivo da canção. Assim, como La Belle de Jour e a sua praia de boa viagem de Meton Joffily e Rafael Valença. Cavalo de Pau recebe os traços densos e emocionais da pintura de Elvira Freitas Lira. Em Estação da Luz e Sabiá, entram em cena as expressões gráficas de Virgolino e Marisa Lacerda, respectivamente, já profundamente associadas ao imaginário visual da obra de Alceu. Já Ciranda da Rosa Vermelha convoca o universo naïf de Edmar Fernandes, que recria uma Ilha de Itamaracá imaginária, afetiva e colorida. Nas carnavalescas Pirata José e Bicho Maluco Beleza, surgem as poéticas visuais de Marcos Amorim e Bajado, artistas que souberam traduzir como poucos a pulsação do Carnaval de Olinda. Em Tropicana, as obras de Sérgio Lemos reaparecem como matriz visual de inspiração de um dos mais emblemáticos sucessos do repertório de Alceu.

 

Apresentação: https://app.box.com/s/pfnenv1zpm5nccbxiwu8dyx20g4r9me6 

Imagens: https://app.box.com/s/9uvc3vp4cbvfd7b71gf7b996ajox2qz3

Sobre o Radiográfico

Fundado em 2005 por Olívia Ferreira e Pedro Garavaglia, o estúdio Radiográfico é um dos grandes nomes do design autoral no Brasil. Com uma linguagem própria que entrelaça arte, design e colaboração, o estúdio cria imagens que não apenas comunicam — mas emocionam, provocam e transformam.

De marcos como a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 à turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil, passando por colaborações duradouras com a diretora Daniela Thomas e o programa educacional LIV, o Radiográfico constrói narrativas visuais com identidade e profundidade.

Com mais de mil projetos realizados e uma equipe multidisciplinar, o estúdio alia impacto cultural, consistência conceitual e inovação visual. Seu modelo criativo é sustentado por um tripé sólido — design, arte e colaboração — que permite navegar com fluidez entre o audiovisual, o gráfico, a cenografia e as experiências imersivas.

Em 2025, o Radiográfico celebra 20 anos reafirmando seu espírito experimental e autoral, enquanto amplia fronteiras e compartilha sua linguagem com novos públicos ao redor do mundo.

https://www.radiografico.com.br/ 

 

Sobre o Oblíquo 

Fundado em 2010 por Erika Martins e Rafael Todeschini, o estúdio Oblíquo cria identidades e narrativas em inúmeras linguagens. Não há uma linha autoral que define o trabalho do estúdio, mas uma multiplicidade de experimentações que traduzem um propósito transversal. Na trajetória do estúdio foram atendidos clientes como Chás Leão, Verde Campo, Globo, Alceu Valença, Casa Estação da Luz, Queira Agroecologia, ICOM, Instituto Coca-Cola, Sistema OCB, Amata, Caixa Cultural, Keith Haring Foundation, Prefeitura do Rio de Janeiro entre outros. O estúdio se destacou com premiações nas últimas edições do Brasil Design Awards, Latin American Design Awards e na 14ª Bienal Brasileira de Design de 2024 nas categorias de branding, design gráfico, embalagem, ambientação e tipografia. Recentemente realizaram a curadoria e direção de arte da exposição “Alceu Valença, uma geografia visceral nordestina” que conta os mais de 50 anos de história do artista pernambucano na Casa Estação da Luz em Olinda, Pernambuco em 2024.

obliquo.com.br

 

Créditos da foto: Rogério von Krüger

Cave Sabiá chega ao mercado de vinhos com três espumantes

Dos mesmos fundadores do Azeite Sabiá, projeto nasce no Rio Grande do Sul e aposta no método clássico para revelar o potencial do terroir brasileiro

 

Após levarem o Azeite Sabiá ao topo das principais premiações internacionais, Bia Pereira e Bob Costa ampliam o olhar para outro território de excelência: o dos espumantes. A Cave Sabiá marca a entrada da dupla no universo da vitivinicultura, com produção das uvas localizada em Encruzilhada do Sul, na Serra do Sudeste, no Rio Grande do Sul, e uma proposta que combina precisão técnica, tempo e respeito ao terroir brasileiro.

 

À frente da enologia está Massimo Azzolini, italiano formado pela tradicional Escola de Enologia de San Michele all’Adige, com 30 anos de trajetória construída em regiões emblemáticas como Franciacorta e Trento DOC. Especialista no método clássico, Azzolini imprime ao projeto uma abordagem que privilegia vinhos-base de elegância, longas maturações e uma leitura atenta das condições locais. “Estamos fazendo três espumantes — Grande Cuvée, Cuvée Beatriz e Blanc de Blanc, nas tipologias Brut, Extra Brut e Nature, para apresentar ao consumidor de espumantes um produto que represente a essência do terroir, da variedade e que seja uma expressão íntegra e mais natural possível, explica Massimo.”

 

Com a primeira vindima em 2024, os espumantes foram fermentados em tonéis de aço inox e seguiram para a segunda fermentação em garrafa. Agora, após 18 meses de maturação, será lançado o primeiro rótulo – a Grande Cuvée, corte de Chardonnay e Pinot Noir.

 

“Diferentemente do azeite, que após a extração já está pronto para ser consumido em sua máxima expressão, o espumante exige tempo de amadurecimento (18, 24, 36 meses), um período essencial para o desenvolvimento de aromas, estrutura e complexidade”, afirma Bia Pereira.

 

O estoque da safra 2024 é de 1.200 garrafas da Blanc de Blancs, 1.200 da Cuvée Beatriz e 15 mil da Grande Cuvée. A Cave Sabiá lança agora a Grande Cuvée de 2024; a safra 2025 ainda está em maturação. Os demais rótulos da Cave Sabiá, Cuvée Beatriz e Blanc de Blanc, serão lançados com 24 e 36 meses de maturação em garrafa, respectivamente.

 

O projeto nasce do entusiasmo de Bia Pereira e Bob Costa com Encruzilhada do Sul, nova fronteira vitivinícola do País, onde se desenvolvem grandes vinhedos de produtores nacionais, como Chandon, Valduga e Lidio Carraro, por exemplo. “O terroir de Encruzilhada do Sul é especial para Chardonnay e Pinot Noir; reúne as características ideais para produzir um grande espumante”, explica o engenheiro agrônomo Emanuel De Costa, à frente do projeto.

 

Segundo Bob Costa, a Cave Sabiá representa a continuidade natural de uma filosofia já consolidada no azeite: observar a terra, investir em conhecimento e permitir que o produto expresse sua origem com autenticidade e o máximo de qualidade.  Nosso objetivo é chegar a produção de 150 mil garrafas/ano em cinco anos.

 

Sobre a Cave Sabiá

A Cave Sabiá é uma produtora brasileira de espumantes elaborados pelo método clássico, com vinícola localizada no Rio Grande do Sul. Fundada por Bia Pereira e Bob Costa e dirigida por Emanuel De Costa, os mesmos idealizadores do premiado Azeite Sabiá, a marca tem enologia assinada pelo italiano Massimo Azzolini, formado pela Escola de Enologia de San Michele all’Adige e com trajetória em regiões como Franciacorta e Trentino. Lançada em 2026, a Cave Sabiá apresenta três rótulos: Grande Cuvée, Cuvée Beatriz e Blanc de Blanc.

 

Instagram: https://www.instagram.com/cavesabia

Conheça também: https://www.azeitesabia.com.br

 

Na Serra da Mantiqueira, uma pizzaria une o Azeite Sabiá, a tradição da pizza napolitana e o novo espumante da Cave Sabiá

A Pizzaria do Azeite Sabiá abre as portas na Fazenda do Campo Alto, em Santo Antônio do Pinhal, e passa a oferecer uma experiência de harmonização gastronômica única: uma pizza e um azeite de altíssima qualidade

 

Emoldurada pelas montanhas onde nascem as oliveiras do Azeite Sabiá, a nova pizzaria da marca surge como um desdobramento do projeto que une produção agrícola, gastronomia e experiência sensorial. Com uma arquitetura que coloca a serra da Mantiqueira dentro do espaço da pizzaria, a casa abre com uma proposta clara: uma pizza de alta qualidade, leve, com produtos frescos, artesanais e selecionados (nenhum produto ultraprocessado), harmonizada com azeite extravirgem Sabiá, ingrediente essencial na finalização das pizzas. O projeto, assinado por Marcelo Alvarenga, da Play Arquitetura, valoriza a identidade atual da fazenda ao combinar pedras da região, madeira e vidro em diálogo direto com a paisagem da Mantiqueira.

 

A consultoria gastronômica da pizzaria é assinada por Dani Branca, pizzaiolo italiano premiado e reconhecido internacionalmente, listado entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo ranking The Best Pizza Awards. Referência na cena atual da pizza de fermentação longa no Brasil, Branca orienta uma carta enxuta, de inspiração napolitana, pensada para valorizar a matéria-prima e o frescor. Segundo o pizzaiolo, o trabalho desenvolvido em parceria com os sócios do Azeite Sabiá foi marcado por sintonia na escolha de cada detalhe, com foco em ingredientes frescos e de pequenos produtores da região. “Os tomates e abobrinhas, por exemplo, são de um produtor de Santo Antônio do Pinhal. Já o fior di latte (mozzarella fresca) é de uma cidade do sul de Minas Gerais, próxima”, explica. “Juntar a nossa pizza ao Azeite Sabiá é um sucesso e tenho certeza de que a procura do público, que já visita a fazenda, será alta”, comenta Dani Branca. Ele explica ainda que as massas seguem o método de longa fermentação (24h e 48h), feitas com farinha italiana Caputo e assamento lento, resultando em uma crocância especial.

 

No menu, pizzas clássicas e autorais convivem em equilíbrio, sempre pensadas para valorizar o azeite extravirgem da casa: a Margherita Tradicional, com molho de tomate pelati italiano e fior di latte (R$ 80); a Margherita com muçarela de búfala, finalizada com pesto de manjericão e amêndoas (R$ 83); a Diavola, que combina fior di latte e salame picante (R$ 85); a Calabresa, com calabresa artesanal fatiada, cebola roxa e orégano (R$ 84); a Da Horta, que reúne abobrinha e berinjela grelhadas sobre base de pelati (R$ 84); a Palmito, com fior di latte e parmesão (R$ 86); a Tonno, preparada com atum sólido, cebola roxa e azeitonas (R$ 85); e a Alicci, com anchovas italianas e leve toque de alho (R$ 88). Em todas, o azeite Sabiá entra como finalização precisa, ampliando aromas e texturas sem excessos.

 

Para finalizar, duas sobremesas de inspiração italiana encerram a experiência: o Cannoli, com casquinha crocante recheada de doce de leite (R$ 18 a unidade ou R$ 32 com duas unidades), e o Tiramisù clássico (R$ 32).

 

A pizzaria funciona inicialmente às sextas, sábados e domingos, das 12h30 às 17h, convidando o público a vivenciar a experiência gastronômica inesquecível. As reservas podem ser feitas pelo WhatsApp da Fazenda Sabiá, mediante disponibilidade.

 

No final de fevereiro, unem-se à dupla pizza e azeite o espumante Cave Sabiá, Brut, feito pelo método clássico, com 18 meses de fermentação em garrafa e assinado pelo enólogo italiano Massimo Azzolini.

 

Pizzaria do Azeite Sabiá (Fazenda do Campo Alto)

Endereço: Estrada Municipal Pedro Joaquim Lopes, 3.931 — Lageado, Santo Antônio do Pinhal (SP)

Soft opening: sextas, sábados e domingos, das 12h30 às 17h

Mais informações: @azeitesabia e www.azeitesabia.com.br

Informações e reservas: WhatsApp: (12) 3666-2282

 

 

Sobre Azeite Sabiá

Em 2014, o casal por trás da marca, a jornalista Bia Pereira e o empresário Bob Costa, se apaixonou pelo universo da olivicultura. Lançaram em 2020 a primeira safra comercial do Azeite Sabiá e nestes cinco anos acumularam 166 prêmios nacionais, internacionais e reconhecimento mundial sobre a qualidade do produto. Com produção em Santo Antônio do Pinhal (SP) na Serra da Mantiqueira, e no Rio Grande do Sul, é o único azeite brasileiro com produção nos dois estados.

 

Serviço:

Site: https://www.azeitesabia.com.br

Instagram: https://www.instagram.com/azeitesabia/

Facebook: https://www.facebook.com/azeitesabia/

Loja virtual e para mais informações: https://lojaazeitesabia.com.br

 

Conheça a fazenda Sabiá e participe da degustação de azeites:

Serviço – Visitas Guiadas ao Azeite Sabiá

 

Onde: Fazenda do Azeite Sabiá

Estrada Municipal Pedro Joaquim Lopes, 3.931, Lajeado – Santo Antônio do

Pinhal, SP

🕒 Horário de Atendimento: das 10h às 16h30

Como agendar: WhatsApp: (12) 3666-2282

 

Mais informações: lojaazeitesabia.com.br ou https://linktr.ee/Azeitesabia

 

Quando: às quintas, sextas, sábados e domingos para visitas guiadas.

📍 Horários disponíveis:

👉 10h

👉 11h30

👉 14h30

👉 16h

 

🕵‍Visita Guiada pelo mundo dos azeites.

Uma experiência única pelas oliveiras, conduzida por um especialista em azeites. Você vai aprender sobre:

 

✔ A olivicultura no Brasil e no mundo.

✔ Os tipos de azeitonas e o processo de extração.

✔ Degustação sensorial para identificar as qualidades e defeitos de um azeite extravirgem.

⏳ Duração: Aproximadamente 1 hora.

💰 Valor: R$ 75 por pessoa (menores de 10 e acima de 80 anos não pagam), bebidas cobradas à parte

 

🍴 Experiência Gastronômica Exclusiva – Uma jornada de Sabores!

Aos sábados e domingos, às 16h, oferecemos uma visita especial finalizada com uma harmonização gastronômica.

Você vai experimentar:

🥗 Salada da Horta com Vinagrete de feijão manteiga

🍲Prato quente

🍨 Sobremesa

Todos harmonizados com diferentes azeites Sabiá.

Bebidas cobradas à parte

💰 Valor: R$ 175 por pessoa

💰 Menores de 10 e acima de 80 anos: R$ 100

 

🐾 Pets São Bem-Vindos!

Aceitamos seus amigos peludos! 🐶 Só pedimos que fiquem na guia durante o passeio.