Umbro e KondZilla lançam collab que une futebol, funk e lifestyle

“Como funk e futebol se conectam?” Essa é a pergunta que guia a nova collab entre a Umbro Brasil e a KondZilla, duas potências que, em universos diferentes, compartilham as mesmas raízes: a favela, o sonho e a cultura das ruas. A coleção é mais do que moda — é um manifesto visual que celebra a força criativa que nasce nas periferias.

Com foco no lifestyle urbano e no streetwear, a coleção chega como mais um passo da Umbro na consolidação do seu posicionamento além das quatro linhas. Já a KondZilla, produtora, editora, gravadora e maior canal musical do YouTube no Brasil com mais de 67 milhões de inscritos, reforça seu papel como porta-voz da juventude da quebrada e catalisadora de tendências que transcendem o entretenimento.

Sob o conceito “Diamantes Escondidos”, a campanha ressalta a potência da favela, onde meninos e meninas crescem com o sonho de brilhar, seja no campo ou nos palcos. Com uma estética que mistura o brilho dos bailes, os becos das comunidades e os gramados e quadras das quebradas, as peças representam esse encontro de mundos, onde “sonhar é universal”.

Para Tico Fernandes, diretor de criação e sócio na KondZilla, “Umbro e KondZilla se encontram no mesmo lugar: a quebrada, o campo de várzea, o corre de quem joga e de quem sonha. Foi especial participar dessa campanha porque ela une duas potências que se encontram através do lifestyle urbano. A gente conseguiu traduzir em roupas, imagens e conceito aquilo que sentimos todos os dias nas ruas: autenticidade, criatividade e orgulho de quem somos”.

A coleção consiste em uma tradução do conceito em peças icônicas da Umbro, como as jerseys e track suit, além de camisetas, shorts, jaquetas, bonés e um vestido — tudo com a identidade visual que une o escudo da Umbro ao universo vibrante da KondZilla. A paleta de cores aposta no preto, branco e roxo, com toques de neon e cortes inspirados no streetwear europeu, reinterpretado com a alma brasileira.

“A Umbro nasceu no futebol, mas o futebol é muito maior do que os 90 minutos. É linguagem, estilo, identidade… Mais do que uma colaboração entre marcas, essa parceria é uma conexão cultural. Uma coleção que fala de futuro, mas com os pés no presente das quebradas que sempre ditaram tendência e revelam grandes talentos, que são esses diamantes encontrados da periferia”, diz Eduardo Dal Pogetto, diretor da Umbro no Brasil.

A coleção está disponível no site umbro.com.br e no aplicativo oficial da marca, além da loja 2005, hub de experiências de streetwear, localizada no Largo da Batata, em Pinheiros, onde evento de lançamento da collab entre Umbro e KondZilla.

Festival RME 2025 encerra edição histórica com mais de 19 mil inscritos e debates sobre propósito, saúde mental e futuro do empreendedorismo feminino

A 14ª edição do Festival Rede Mulher Empreendedora (RME) encerrou no último sábado (4) com um saldo histórico: foram mais de 19 mil inscritos e cerca de 10 mil pessoas presentes nos dois dias de evento. Uma programação intensa e trocas que reforçaram o papel do evento como o maior encontro dedicado ao empreendedorismo feminino no Brasil. Realizado no São Paulo Expo, o festival transformou o espaço na “Cidade das Empreendedoras”, reunindo nomes de referência, novas lideranças e centenas de negócios liderados por mulheres.

Ana Fontes. Crédito: Victor Rocha

A fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora e Instituto RME, Ana Fontes, também vice-presidente do Conselho do Pacto Global da ONU, abriu o evento celebrando o crescimento expressivo no número de participantes – quase o dobro da edição anterior. “No ano passado, tivemos pouco mais de 10 mil inscritas. Neste ano, chegamos a 19 mil. Isso mostra a força, a rede e o impacto que as mulheres estão construindo juntas”, afirmou.

Entre as presenças institucionais, a Ministra das Mulheres, Márcia Lopes, destacou a importância de colocar as mulheres no centro das decisões de governo: “Fui convidada há cinco meses para assumir o ministério e a principal missão é fortalecer a interlocução entre as pastas, garantindo que as políticas públicas e orçamentárias tenham as mulheres como prioridade. No próximo ano, temos eleições, e precisamos votar em mulheres e em homens que as respeitem”. A ministra também exaltou o trabalho de Ana Fontes, afirmando que ela “oferece o bem mais valioso que temos, o tempo, para colaborar e ajudar outras mulheres a seguirem em frente”, disse.

Liderança, impacto e comunidades que transformam

O primeiro dia do evento foi marcado por debates sobre influência, liderança e propósito. O painel “Conexões que Inspiram: De Influência a Impacto!”, com Luiza Helena Trajano, Mariana Saad e Paola Deodoro, trouxe reflexões sobre o papel das mulheres na construção de redes sólidas e negócios sustentáveis. “Se a gente não muda de ciclo, não vai para frente. Ficar apenas lembrando o passado e o que sofremos não nos faz evoluir. Precisamos olhar para o futuro”, destacou a presidente do Magazine Luiza e líder do Grupo Mulheres do Brasil. Ela ressaltou a importância da empatia como base da liderança: “Passei 20 anos como vendedora e aprendi que comunicação não é o que a gente fala, é o que o outro entende. Liderar é se colocar no lugar do outro e enxergar o mundo sob outra perspectiva”, afirmou.

Já Mari Saad, fundadora da Mascavo, reforçou o papel da comunidade como ativo estratégico para os negócios. “Comunidade é muito mais do que números e seguidores, é o pilar mais importante e o ativo mais difícil de replicar. Quando existe uma relação de intimidade e pertencimento, as coisas fluem naturalmente. É isso que sustenta uma marca a longo prazo”, afirmou.

Sustentabilidade e regeneração como caminho

O tema da sustentabilidade ganhou força no painel “Vozes que Semeiam o Amanhã: Lideranças Femininas pelo Futuro da Terra”, que reuniu nomes como Fe Cortez, Alice Pataxó e Gleici Damasceno. A discussão reforçou a urgência de pensar em modelos de negócios regenerativos e inovadores. Fe Cortez, fundadora do movimento “Menos 1 Lixo”, lembrou que seu ativismo começou a partir de inquietações pessoais: “assisti um documentário, Trashed – Para Onde Vai Nosso Lixo. E trabalhei com moda e com comunicação muitos anos. Sempre fui muito interessada e não sabia da questão dos plásticos nos oceanos, e pensei o quanto as pessoas também não sabiam. Fui criar um site sobre isso e empreender foi a forma que encontrei para viabilizar meu ativismo. Hoje, a mensagem que deixo é clara: se a gente não fizer pensando na Terra e no coletivo, não vale a pena fazer. Nós somos natureza e só haverá futuro se houver respeito a essa conexão”, disse a empreendedora.

Bastidores, propósito e saúde mental no segundo dia

O segundo dia do festival foi marcado por conversas sobre empreendedorismo com propósito, mentoria e saúde mental. No painel “Entre Bastidores e Vitrines: A Arte de Empreender com Propósito”, Vinicius Andrade, Preta Chic e Íris Valiatti, do Boca Rosa Academy, compartilharam vivências sobre vulnerabilidade, aprendizado e o poder das redes de apoio.

“Só fui me reconhecer como empreendedora depois de participar do Boca Rosa Academy”, contou Preta Chic. “Antes eu tentava fazer tudo sozinha, sem direcionamento. A mentoria traz paz para a empreendedora, porque ninguém faz a chave virar sozinha. Rede de apoio é essencial.”

Íris Valiatti complementou: “O projeto Boca Rosa Academy vai além de ensinar finanças ou gestão. É sobre ouvir. Muitas dessas mulheres só queriam ser ouvidas. São pretas, periféricas, e têm um emocional que precisa ser acolhido. A gente não cresce sozinha, precisa aprender a delegar e confiar”.

Já Vinicius Andrade, que atua na liderança do programa, reforçou a importância da curiosidade e do aprendizado contínuo: “Muitas pessoas foram mentoras na minha vida. Aprendo tanto com quem estuda quanto com quem, pela humildade, encontra soluções de forma intuitiva. O processo de aperfeiçoamento nunca para”.

No painel “Cabeça Erguida, Tempo Vivo: Saúde Mental em Todas as Fases”, a comunicadora Xan Ravelli destacou a importância de criar “pontos de ancoragem” em meio ao caos contemporâneo. “Não dá para fugir do caos, mas é possível ancorá-lo. Precisamos de um ponto individual, espiritualidade, exercício, meditação, autocuidado, e um coletivo. Relações de baixa manutenção não existem. A gente precisa se fazer presente. Somos seres cooperativos e interdependentes.”

Já o painel “Potência Criativa: Mulheres que Criam, Empreendem e Transformam” reuniu Eliane Dias, Thalma de Freitas, Sabrina Fidalgo e Bárbara Brito, celebrando as expressões artísticas e culturais como ferramentas de resistência, identidade e transformação social.

Rede, propósito e futuro

Com uma programação que reuniu mais de 300 palestrantes, dezenas de mentoras e atividades práticas, o Festival RME 2025 reafirmou seu propósito de fortalecer o empreendedorismo feminino e promover impacto social positivo.

Encerrando dois dias de imersão, o sentimento geral foi de fortalecimento coletivo. Como sintetizou Ana Fontes: “Empreender é um ato de coragem, mas também de comunidade. Quando mulheres se conectam, o impacto é transformador, para os negócios, para a sociedade e para o futuro.”

O Festival RME 2025 foi uma realização da Rede Mulher Empreendedora e do Instituto RME, e contou com o patrocínio de Banco do Brasil, Finep, Sebrae, Instituto Rumo (da Rumo S.A.) e InfinitePay (plataforma da CloudWalk) na categoria Diamante. Na categoria Ouro, participaram o Itaú Mulher Empreendedora, o banco BV e a ApexBrasil. Já Coca-Cola, Pluxee, Porto, iFood e Itaipu Parquetec integraram a categoria Prata.

Entre os parceiros institucionais estiveram Vibra, Banco Cora, Mercedes-Benz Vans & Cars, Seguros Unimed, Uber, 99, ClickBus, FlixBus, United Airlines, Tree Diversidade, Interpress, Muskinha, Libresse e Instituto Buddha Spa, além de apoiadores como Vinhos 120 – Santa Rita, Eletromidia e Metrô de São Paulo.

Em 2025, o festival também marcou um momento histórico: sua realização contou com o apoio da Lei Rouanet, o maior instrumento de fomento à cultura no Brasil. As atrações culturais, curadas por e para mulheres, celebraram a arte e a diversidade em suas múltiplas expressões.

A Lei Rouanet é uma política pública criada para fortalecer a cultura no país, permitindo que pessoas físicas e empresas destinem parte do seu imposto de renda devido para apoiar projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura. Dessa forma, artistas, coletivos, organizações, mestres populares e produtores têm condições de realizar iniciativas que preservam, valorizam e fortalecem a diversidade e os fazedores de cultura do país, além de ampliar o acesso da população a diferentes experiências artísticas.

Sobre a Rede Mulher Empreendedora

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Estêvão Ciavatta recebe Marina Silva e convidados em plantio no Rio

Na tarde desta terça-feira, 07/10, o cineasta Estêvão Ciavatta recebeu a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, como convidada especial para o plantio de 1000 mudas nativas no Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. A ação integra o calendário oficial “mutirão COP 30” e também comemora os 25 anos da Pindorama filmes, primeira produtora audiovisual do mundo a operar com carbono zero em todas as suas atividades, uma parceria pioneira com a Fundação SOS Mata Atlântica com certificação do Instituto Totum.

Além da ministra, também marcaram presença no evento importantes personalidades ligadas ao meio-ambiente: Regina Casé, Benedita Casé, Mariana Bridi, Sonia Bridi, Leilane Neubarth, a secretária de Ciência e Tecnologia do município do Rio, Tatiana Roque, os frequentadores do parque (que tem a maior floresta urbana replantada do mundo e é exemplo de recuperação de áreas degradadas no mundo todo), além dos parceiros SOS Mata Atlântica e Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

“Nosso compromisso é desmatamento zero até 2030 em todos os biomas. E não é só não desmatar, é também usar com sabedoria o que pode ser usado com a bioeconomia e preservar o que deve ser preservado e regenerar o que já foi destruído, que é o que nós estamos fazendo hoje aqui”, ressaltou a Ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva.

 Sobre a Pindorama Filmes

Fundada em 2000 pelo diretor e empreendedor Estevão Ciavatta, a Pindorama neutraliza o total de sua pegada de carbono desde 2007, compensando 100% de suas emissões por meio de reflorestamento de bacias hidrográficas em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica. A recente certificação de Carbono Neutro não se limita a produções específicas, mas a toda a operação da empresa — o que a coloca na vanguarda de um movimento global por sustentabilidade no setor audiovisual. “Após 25 anos de trabalho e mais de 35.000 árvores plantadas, a Pindorama não é apenas uma produtora de filmes, mas também uma referência de responsabilidade socioambiental. É preciso olhar para os negócios com ética, coragem e sustentabilidade. Não basta imaginar outros mundos, é preciso cuidar do nosso”, afirma Ciavatta.

Sobre a COP 30

O conjunto de atividades “Dá Pé – A COP 30 é aqui” engloba criações assinadas pela Pindorama e por Estêvão Ciavatta: o lançamento da sala imersiva “FOGO”, no Museu das Amazônias, em Belém – PA; a abertura da Sala “Onde Estamos”, a partir do dia 16 de outubro no Museu do Amanhã, e o lançamento do filme em realidade aumentada “Amazônia Para Sempre”, uma parceria da Pindorama com a Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais – ONU, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2025 – COP 30, que acontece entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, na cidade de Belém.

Expresso Futuro estreia sua 9ª temporada no Canal Futura

O Expresso Futuro, série documental apresentada por Ronaldo Lemos no Canal Futura, estreia em 10 de novembro de 2025 sua 9ª temporada. Desta vez, o programa foi gravado na Estônia, um dos países mais inovadores do planeta. Pequeno em tamanho (com apenas 1,3 milhão de habitantes), o país báltico se transformou em um gigante em educação, tecnologia e cultura.

De país em ruínas a potência digital

Quando a Estônia recuperou sua independência em 1991, o cenário era de ruínas: economia colapsada, infraestrutura ultrapassada e PIB per capita de apenas US$ 1.100 em 1993. Naquele mesmo ano, o Brasil tinha um PIB per capita quase quatro vezes maior, de US$ 3.700.

Três décadas depois, a situação se inverteu. Hoje, a Estônia ostenta PIB per capita de mais de US$ 30 mil, enquanto o Brasil não ultrapassa US$ 11 mil.

O salto estoniano não veio do acaso. Foi resultado de decisões ousadas e estratégicas. Em 1997, o país decidiu conectar todas as suas escolas à internet, ainda quando a rede mundial engatinhava.

Em 2007, sofreu um dos primeiros grandes ataques cibernéticos da história, investiu pesado em cibersegurança e em sistemas digitais resilientes, criando o modelo que inspiraria outros países.

Inovação como identidade nacional

Daquelas escolhas nasceu um ecossistema que já produziu ao menos 10 unicórnios (empresas avaliadas em mais de US$ 1 bilhão), incluindo Skype, Wise (ex-TransferWise), Bolt, Pipedrive e Veriff. A chamada “gang do Skype” gerou novas gerações de empreendedores e consolidou a Estônia como um polo global de startups.

O país também se tornou o único do mundo a oferecer e-Residency, permitindo que qualquer pessoa, em qualquer lugar, abra e gerencie uma empresa na União Europeia totalmente online. Hoje, praticamente todos os serviços públicos estão digitalizados e acessíveis pelo celular, do pagamento de impostos à votação em eleições.

Educação: a aposta que mudou tudo

Um dos maiores trunfos estonianos é a educação. A Estônia ocupa o 1º lugar no ranking PISA da Europa e está entre os dez primeiros do mundo em leitura, matemática e ciências.

Em Tartu, cidade universitária do sul do país e onde parte da temporada foi gravada, Ronaldo Lemos conversou com a ministra da Educação, Kristina Kallas. Ela explicou que a lógica é simples: a escola não serve para transformar alunos em enciclopédias inúteis, mas para prepará-los para a vida. Se a internet seria central para o futuro, precisava estar no currículo desde já.

Agora, a Estônia repete o gesto visionário: decidiu incorporar a inteligência artificial em todas as escolas. Desde 2024, professores e estudantes têm acesso irrestrito ao ChatGPT, em uma parceria nacional inédita. “Se a IA fará parte da vida, ela deve fazer parte da escola”, afirmou a ministra.

Ronaldo visitou escolas, conversou com os alunos e professores e sentiu na prática como o país está construindo um futuro baseado em IA.

Cultura, espiritualidade e meio ambiente

A nova temporada de Expresso Futuro não mostra apenas tecnologia. Também mergulha na cultura estoniana e em seus contrastes.

Por exemplo, as saunas e as “smoke saunas”, saunas de fumaça tradicionais, reconhecidas pela UNESCO como patrimônio imaterial da humanidade, onde silêncio, calor e ritual criam experiências de purificação.

Ronaldo mergulhou também nas florestas estonianas, que são essenciais para vida no país. Inclusive a religiões tradicionais, como o Maausk, baseada na “fé na terra”, que vê as florestas e pedras como lugares sagrados.

E claro, Ronaldo fala também de música e juventude: a cena cultural vai do folk-metal da banda Metsatöll à eletrônica underground de Tallinn, passando pelo legado do compositor Arvo Pärt, um dos mais executados do mundo.

“Arvo Pärt nos ensina que o futuro não é só digital, ele também é silêncio, contemplação e escuta. Seu centro é um lembrete de que a inovação mais duradoura vem de dentro”, falou Ronaldo Lemos durante a gravação ao se surpreender com a obra viva do compositor (hoje com 89 anos).

Um laboratório de futuro para o Brasil

Ao longo de seis episódios, a temporada mostra como um país pequeno conseguiu tomar decisões certas no momento certo, criando prosperidade, inclusão e inovação. “Em 1993, a Estônia era mais pobre que o Brasil. Hoje, seu PIB per capita é três vezes maior. Esse salto não veio do tamanho, mas das escolhas. A Estônia apostou em tecnologia, educação e visão de futuro. O Brasil precisa fazer o mesmo se não quiser ficar para trás”, afirma Ronaldo Lemos.

Estreia

A 9ª temporada de Expresso Futuro estreia no dia 10 de novembro no Canal Futura e também no Globoplay e no Youtube.

Direção: Anna Penteado e Paulo Testolini

Produção: Paulo Testolini

Roteiro e Apresentação: Ronaldo Lemos

Direção Geral do Futura: Mariana Seivalos

Sobre o Ronaldo Lemos

Ronaldo Lemos é advogado, especialista em mídia, comportamento e tecnologia. É mestre em direito pela universidade de Harvard e doutor em direito pela USP. Foi pesquisador nas Universidades de Princeton, Oxford e no MIT. Ronaldo é foi apontando pelo Fórum Econômico Mundial como um dos “Jovens Líderes Globais”. Produtor de conteúdo incansável, Ronaldo Lemos é colunista semanal da Folha, além de Cientista Chefe do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro (ITSrio.org). Foi professor das universidades de Columbia em Nova York e Tsinghua em Pequim. É um dos criadores do Marco Civil da Internet e renomado autor de livros, artigos e pareceres, no Brasil e no exterior. Seu programa Expresso Futuro é uma síntese de todo esse trabalho em diversas áreas.

Sobre o Futura

O Futura é uma experiência pioneira de comunicação para transformação social que, desde 1997, atua a partir de um modelo de produção audiovisual educativa, participativa e inclusiva. É uma realização da Fundação Roberto Marinho e resultado da aliança estratégica entre organizações da iniciativa privada unidas pelo compromisso de investir socialmente, líderes em seus segmentos: SESI – DN / SENAI – DN, FIESP / SESI – SP / SENAI – SP, Fundação Bradesco, Itaú Social e Globo.

O Futura está disponível gratuitamente via Globoplay para acompanhar o sinal ao vivo da programação, além de um catálogo com mais de 6400 vídeos. Assista também nas principais operadoras de TV por assinatura no Brasil:

• Net e Claro TV – 534 HD e 34

• Sky – 434 HD e 34

• Vivo – 68HD e 24 fibras ótica

• Oi TV – 35

É possível ainda assistir pela rede de TVs universitárias parceiras com sinal de TV aberta e parabólicas digitais. O Futura também está presente nas redes sociais: Tik Tok, Instagram, Facebook e YouTube.

RME Acelera 2025 abre inscrições e mira escala de startups fundadas por mulheres

O RME Acelera, programa de aceleração da Rede Mulher Empreendedora (RME), anuncia a abertura das inscrições para sua próxima turma. O processo seletivo começa durante o Festival RME 2025, em 3 de outubro, e vai até 3 de dezembro deste ano. As aulas terão início entre janeiro e fevereiro de 2026. Voltado a negócios inovadores liderados por mulheres, o programa chega à sua oitava edição, consolidando um histórico de impacto no ecossistema empreendedor feminino.

“A missão da Rede é ajudar mulheres em sua jornada de empreendedorismo em diversas camadas e setores diferentes. E consideramos importante fazer isso também na área de inovação e tecnologia, visto que mulheres que desejam atuar com startups também enfrentam diversas barreiras em um ambiente muito dominado ainda por homens e precisam de rede de apoio, fortalecimento emocional e, claro, capacitação técnica”, diz Ana Fontes, fundadora da Rede e do Instituto Rede Mulher Empreendedora.

Para fundadoras que buscam estruturar modelo de negócio, preparar rodadas de investimento, aprimorar vendas e marketing e ganhar visibilidade, o RME Acelera oferece uma rota de capacitação intensa, sem custo e sem diluição societária. A recomendação de ter uma ou um cofundador e uma ou um colaborador visa garantir uma maturidade operacional mínima, mas a seleção privilegia o potencial de impacto e a capacidade de escala.

Critérios de elegibilidade para o RME Acelera:

●      Ser uma startup ou negócio inovador e de impacto, com potencial de crescimento/escala;

●      Ser um negócio fundado(a) ou liderado(a) por mulher(es) que detenham pelo menos 50% do controle societário ou do poder de decisão;

●      Ter mais de 18 anos;

●      Não ser colaboradora ou prestadora de serviço da Rede Mulher Empreendedora / Instituto RME;

●      Recomenda-se que a startup conte com pelo menos um(a) sócio(a)-fundador(a) além da founder e ao menos um(a) colaborador(a) ou prestador(a) de serviço (embora essa recomendação não seja eliminatória).

O programa mantém sua proposta prática e orientada para resultados, com módulos focados em temas centrais para a escalabilidade: modelo de negócios; estratégia de vendas; planejamento de marketing; product–market fit; planejamento e road map do produto/serviço; precificação e organização financeira; tipos de financiamento e o momento correto para captação; oratória e pitch. O formato é gratuito, equity-free, com acompanhamento individual, mentorias especializadas e conexões com atores do ecossistema.

Resultados e destaques

Desde a criação do programa, em 2018, o RME Acelera já ajudou no desenvolvimento de mais de 70 startups ao longo de suas sete edições. Entre os casos de destaque estão: Vittude, Technovation, Celebrar, Scooto, Fagulha, WonderSize, WeCare Skin, Youth Climate Leaders, AcademiCV, UX para Minas Pretas, VIVMAIS Saúde & Longevidade, BeHeart, Santé Science e BIOSAB Leveduras, entre outras.

Segundo levantamento da RME, 19 startups aceleradas pelo programa já captaram investimento. As pesquisas também apontaram que 92% das aceleradas afirmaram ter sido positivamente impactadas pelo RME Acelera, indicadores que atestam a relevância do processo na trajetória das participantes.

Apoio institucional

O RME Acelera conta com uma ampla rede de apoiadores e parceiros, entre eles: Yunus, Endeavor, We Impact, Anjos do Brasil, ACE Ventures, Canary, Antler, Sororitê, Ibrawork, MIA, Latittud, Silêncio ao Silício, Plug and Play, FGV, BMA, Quintessa / BNDES Garagem, FIAP, KPMG, Ferraz Nascimento, Vox Capital, Unicamp Ventures e WOW Aceleradora.

Serviço

Inscrições: de 3 de outubro a 3 de dezembro de 2025

Local/site: rme.net.br

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

A RME promove eventos como o Festival RME (anual) e o Café com Empreendedoras (mensal); também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online, mentorias e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

do bem™ leva sabor e cuidado ao espaço kids do Festival RME

A do bem™ esteve presente na 14ª edição do Festival da Rede Mulher Empreendedora, que aconteceu nos dias 3 e 4 de outubro, no Expo São Paulo. Reconhecido como o maior evento de empreendedorismo feminino do Brasil, o festival reúne uma feira de negócios, palestras inspiradoras e especialistas de diversas áreas. Como parte do compromisso com iniciativas que promovem impacto positivo, a do bem™  apoiou o espaço kids do evento com distribuição de produtos, todos sem adição de açúcar e conservantes.

“Estar no Festival RME é mais do que marcar presença, é fazer parte de um movimento que transforma o empreendedorismo em impacto real. E a ação no espaço kids reforça o cuidado com a alimentação e o incentivo a escolhas mais saudáveis desde cedo”, pontua Gustavo Braun, gerente de marketing da do bem™.

Serviço:

Festival RME 2025

Data: 3 e 4 de outubro

Local: Pavilhão 4 do São Paulo Expo

Acesso: Estação Jabaquara do metrô, linha azul;

Ingressos: Sympla

Site: https://festivalrme.net.br/

 

Sobre a Rede Mulher Empreendedora e Instituto RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

 

Sobre a do bem™

A do bem™ é uma marca brasileira de bebidas naturais, fundada em 2007, no Rio de Janeiro, com o propósito de oferecer produtos saudáveis. Seu carro-chefe são os sucos sem conservantes, corantes ou adição de açúcar. O portfólio inclui sucos integrais, naturais, chás e água de coco — sempre com ingredientes de qualidade e uma forte identidade visual. Em 2025, a marca foi adquirida pela Tial, empresa mineira especializada em sucos naturais.

https://www.instagram.com/dobem/

Sobre a Tial

Fundada em 1986 em Visconde do Rio Branco, no estado de Minas Gerais, a Tial foi a primeira empresa brasileira a produzir bebidas de frutas prontas para consumo com 100% de ingredientes naturais e sem aditivos químicos. A empresa conta com cerca de 400 funcionários e, em 2024, teve um faturamento de 350 milhões de reais (58,9 milhões de euros). A Tial vende seus produtos em todo o Brasil e é líder de mercado de sucos de frutas na região de Minas Gerais, com uma participação de 19%, quase o dobro da concorrente mais próxima (dados de 2023).