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Após retornar ao mercado neste ano pela Tropical Indústria de Alimentos LTDA (Tial), com o portfólio de sucos naturais, água de coco e chá-mate, a do bem™ anuncia a primeira parceria com a startup de economia criativa Polvo Lab e a Reflyta — empresa que tem como sócia a empreendedora Nelinha do Babaçu — para apostar em um ingrediente nativo do Norte e Nordeste do Brasil, o babaçu. Juntas, as marcas levam ao mercado uma edição especial de um produto inovador: a bebida vegetal de babaçu com a assinatura da do bem™.
O mercado brasileiro de bebidas vegetais tem mostrado expansão consistente. O segmento de leites e alternativas vegetais registrou receita de cerca de US$ 499,7 milhões em 2024, com previsão de crescimento anual próxima a 7,6% até 2030, enquanto pesquisas do setor indicam que 48% dos consumidores brasileiros já consomem alternativas vegetais ao leite – “Estamos convencidos de que investir em ingredientes nativos e em cadeias produtivas locais — como o babaçu — nos permite não só aproveitar um mercado em expansão, mas também contribuir com o impacto sociobioeconômico positivo nas comunidades produtoras, além de colocar em prática nosso propósito de oferecer escolhas que geram bem-estar e transformam vidas”, afirma Victor Wanderley, CEO da Tropical Indústria de Alimentos LTDA.
“O retorno da do bem™ ao mercado de bebidas vegetais com o babaçu não é apenas a retomada da nossa linha vegetal; é o resgate de um ingrediente brasileiro de valor imenso — sustentável, nutritivo e carregado de história. O lançamento neste momento, em que o público que consome bebidas vegetais cresce a cada dia, indo muito além do universo vegano, reforça nosso compromisso com a inovação consciente, a valorização dos saberes tradicionais e o empreendedorismo em organizações comunitárias, alinhados aos ODS da ONU que priorizamos em nossa materialidade”, pontua Natália Couto, diretora de Governança e Sustentabilidade da Tropical.
Parceria que gera impacto
A escolha do babaçu como ingrediente principal reforça o compromisso da do bem™ com a valorização de insumos brasileiros e práticas sustentáveis. Típico das regiões Norte e Nordeste, especialmente do Maranhão, o babaçu é reconhecido por sua versatilidade e valor nutricional, apresentando magnésio, cálcio e compostos fenólicos antioxidantes em sua composição. Fruto de uma floresta em pé, em que há colheita sem derrubar a árvore, a extração da amêndoa do babaçu é feita manualmente por mulheres, conhecidas como quebradeiras de babaçu. A fruta é uma fonte de renda para comunidades tradicionais locais.
“É um privilégio poder cooperar com o planeta e com as comunidades tradicionais, quilombolas e ribeirinhas após 200 anos. Para mim, Nelinha do Babaçu, estar ao lado da Tropical, Tetra Pak, junto com Reflyta e PR Babaçu é um recomeço, uma oportunidade de escrever uma nova história para o babaçu. Nossos principais beneficiados são as quebradeiras, responsáveis por preservar a floresta. Unimos conhecimento ancestral e tecnologia de ponta para trabalhar juntos em prol da humanidade. É o que representa o lançamento do produto babaçu do bem”, destaca a empreendedora.
Foi enxergando o potencial da matéria-prima que Nelinha do Babaçu desenvolveu a receita que deu origem à iniciativa. O projeto se consolidou com a parceria da Polvo Lab, que tem como objetivo a conexão e desenvolvimento de produtos da agricultura familiar e do extrativismo brasileiro para mercados. Dessa união entre Reflyta e Polvo Lab nasceu a PR Babaçu, iniciativa que promove inclusão social, valoriza um produto ainda pouco explorado no mercado e aposta na sustentabilidade. A embalagem também reflete esse compromisso, sendo produzida pela Tetra Pak com materiais plant-based em sua composição.
“Apresentamos para o mercado uma série de produtos que valorizam o trabalhador de seus territórios de origem e que nunca deixam a desejar quanto o assunto qualidade. Essa parceria com a do bem™ não poderia vir em melhor momento! Somos consumidores da marca e temos orgulho de apresentar o babaçu como novo integrante dessa família”, ressalta Gabriella Marques, cofundadora da Polvo Lab.
Caixinha que carrega história
A Tetra Pak tem a sustentabilidade como estratégia de negócios, para proteger o que é bom: os alimentos, as pessoas e o planeta. O projeto com a Nelinha do Babaçu se encaixa neste propósito, com o apoio da multinacional sueca no desenvolvimento da bebida vegetal até seu envase na caixinha longa vida, que dispensa conservantes e é totalmente reciclável.
“A Tetra Pak é para todos, e isso vale para empresas de menor porte, como a da Nelinha do Babaçu”, diz o presidente da Tetra Pak Brasil, Marco Dorna. “A bebida chega ao mercado após passar pelo Centro de Inovação ao Cliente da Tetra Pak. Ali foi possível realizar por dias de testes de formulação para chegar a um produto que mantém as propriedades nutricionais e o gosto original do Maranhão com sabor atrativo aos consumidores Dar escala industrial e capilaridade para projetos sustentáveis, que se alinha à crescente demanda por produtos mais saudáveis, é possível e rentável”, acrescenta ele.
Sobre a do bem™
A do bem™ é uma marca brasileira de bebidas naturais, fundada em 2007, no Rio de Janeiro, com o propósito de oferecer produtos saudáveis. Seu carro-chefe são os sucos sem conservantes, corantes ou adição de açúcar. O portfólio inclui sucos integrais, naturais, chás e água de coco — sempre com ingredientes de qualidade e uma forte identidade visual. Em 2025, a marca foi adquirida pela Tial, empresa mineira especializada em sucos naturais.
https://www.instagram.com/dobem/
Sobre a Tropical
A Tropical é uma fabricante de bebidas brasileira, pioneira na produção de sucos sem conservantes. Fundada em 1986 em Visconde do Rio Branco (MG), hoje atua nacionalmente, em diferentes categorias, com as marcas Tial, do bem, Pley by Ney, Desinchá Pra Já, Minecraft e Suivie. Faturou cerca de R$400 milhões, em 2024, e têm meta de alcançar R$1 bilhão, até 2028, focando sempre em produtos saudáveis, sustentáveis e acessíveis.
Sobre a Reflyta
Desenvolvem produtos inovadores à base de babaçu com alta qualidade e valor nutritivo, originários da floresta Amazônica e do cerrado brasileiro. Criados para quem quer consumir produtos provenientes de uma indústria que gera significativos ganhos no balanço socioambiental.
Sobre o Polvo Lab
O Polvo Lab é um catalisador de negócios que estimula a autonomia e liberdade de escolha, apoiando cooperativas na criação, desenvolvimento e conexão com o mercado de produtos brasileiros. Presente no Piauí, Bahia, Ceará e agora Maranhão, já impactam positivamente a renda de mais de 14.000 pessoas.
Sobre a Tetra Pak
Estamos aqui para tornar os alimentos seguros e disponíveis. É por isso que fornecemos sistemas avançados de produção de alimentos. Em colaboração com nossos clientes e fornecedores, impulsionados por mais de 24 mil colaboradores dedicados em todo o mundo, todos os dias protegemos os alimentos de forma sustentável para centenas de milhões de pessoas em mais de 160 países. Estamos aqui para cumprir um propósito, nos comprometendo a tornar os alimentos seguros e disponíveis em todos os lugares. E prometemos proteger o que é bom: os alimentos, as pessoas e o planeta.
A pesquisa “Empreendedoras e Seus Negócios 2025”, realizada anualmente pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) por meio do seu Laboratório de Gênero e Empreendedorismo, e execução da Ideafix, acaba de ser divulgada. Este ano, em sua 10ª edição, o estudo trouxe também dados sobre acesso a crédito no Brasil e se dedicou a compreender os principais desafios e oportunidades para o crescimento dos pequenos negócios femininos.
Em 2025, 57,3% das entrevistadas afirmaram que seus negócios não possuem dívidas. Isso pode indicar que as mulheres estão evitando assumir novas dívidas diante de eventuais riscos econômicos (considerando o cenário socioeconômico global) e que têm pagado suas dívidas em dia, já que apenas 14,6% possuem atrasos. Além disso, a alta negativação pessoal (72,1%) sugere que muitas recorrem ao crédito como pessoa física, mantendo o CNPJ sem restrições.
Entre as mulheres que buscaram crédito ao menos uma vez, a maioria recorreu a bancos privados (52,4%), seguidos por fintechs (39,6%) e bancos públicos (33,2%). Apesar disso, 13,5% tentaram crédito para o negócio apenas uma vez, 21% tentaram mais de uma vez, enquanto 65,5% nunca buscaram esse tipo de apoio.
Bancos públicos e cooperativas de crédito são mais acionados por mulheres com negócios formalizados e interessadas em valores mais altos, geralmente via pessoa jurídica. Já as fintechs se destacam nos empréstimos de menor valor, majoritariamente concedidos a pessoas físicas e, em 60% dos casos, com liberação imediata do crédito. Quando conseguem crédito, 74,5% o fazem como pessoa física, e apenas 35,3% via pessoa jurídica, jogando luz sobre a informalidade entre os empreendimentos femininos. As condições de pagamento, a burocracia, o valor liberado e a confiança nas instituições são os principais fatores considerados na solicitação.
“A desigualdade racial também aparece no acesso: mulheres brancas têm 23% dos pedidos negados, contra 29% das mulheres negras. Além disso, os valores obtidos por mulheres negras tendem a ser menores: 37% delas receberam até R$2 mil, frente a 22% das mulheres brancas. Apenas 6% das empreendedoras negras acessaram empréstimos acima de R$20 mil, ante 20% das empreendedoras brancas”, explica Ana Fontes, empreendedora social e fundadora da Rede Mulher Empreendedora e do Instituto RME.
A pesquisa também mostra que há consistência entre o planejamento e o uso efetivo dos recursos: 55,3% das mulheres que conseguiram crédito o destinaram à compra de materiais e equipamentos, o mesmo sendo observado entre aquelas que planejavam ampliar a produção (24,8%).
Crédito negado e formas de discriminação percebidas pelas mulheres
Entre as mulheres que tiveram o pedido de crédito negado, 30,5% relataram ter sofrido algum tipo de discriminação no processo. Esse percentual sobe para 35,5% entre aquelas que ainda aguardavam resposta. As principais motivações citadas foram gênero, raça/cor, classe social, território (periferia ou zona rural) e escolaridade.
Dentre as empreendedoras que tentaram acessar crédito, 26,3% tiveram o pedido negado e 8,6% ainda aguardam retorno. A negativação do nome foi o principal motivo apontado para a recusa (58,5%). Os dados mostram que a não liberação do crédito impactou diretamente o planejamento dos negócios (23,4%) e, em alguns casos, a renda familiar (5,3%).
Perfil das empreendedoras brasileiras em 2025
Quanto à cor/raça, a amostra se dividiu principalmente entre empreendedoras negras (49%) e brancas (48%). A maioria tem entre 30 e 59 anos, com destaque para a faixa dos 40 aos 49 anos. Em média, essas mulheres têm renda mensal de R$2.400, são chefes de família (58,3%) e sustentam outras pessoas com essa renda (69,4%). Nesta edição, o desemprego superou a busca por independência financeira como principal motivação para empreender.
Perfil dos negócios
O setor de alimentação e gastronomia concentra a maior parte das empreendedoras (19,6%), seguido por beleza, estética e bem-estar (16,7%). Embora sigam em expansão, alguns segmentos ainda têm presença tímida de mulheres, como tecnologia e informação (2,4%), transporte e veículos (1,8%) e turismo (1,5%), indicando a necessidade de ampliar oportunidades e incentivos nesses campos. Nesta edição, o ramo de beleza perdeu espaço, enquanto arte e cultura registraram crescimento na participação feminina.

A Pesquisa IRME 2025 foi executada com metodologia quantitativa e qualitativa, com 1.043 mulheres respondentes, sendo 50% base do Instituto Rede Mulher Empreendedora e 50% base da Ideafix (nacional). Além disso, entrevistou representantes de cinco instituições financeiras com atuação no Brasil e na América Latina, com o objetivo de obter mais dados sobre o tema do empreendedorismo feminino e do acesso ao crédito no Brasil. A coleta de dados ocorreu em agosto de 2025.
FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras
O Instituto RME anuncia o lançamento do FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras. A iniciativa disponibiliza R$ 2,5 milhões em crédito orientado para apoiar mulheres à frente de pequenos negócios em todo o Brasil, com foco nas regiões Norte e Nordeste e em empreendimentos com impacto social e sustentabilidade.
O fundo combina financiamento, capacitação e mentorias individuais para fortalecer os negócios e ampliar o acesso ao crédito. A ação é uma realização do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), com apoio da Rede Mulher Empreendedora (RME) e parceria do Banco Pérola, instituição com mais de 16 anos de experiência em microcrédito produtivo orientado.
Serviço
Pesquisa completa: https://institutorme.org.br/lab-irme/
Informações sobre o Fundo (FIRME): firme.net.br
Sobre a RME
Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.
A RME promove eventos anuais como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Sobre o Instituto RME
Fundado em 2017, o IRME apoia e auxilia projetos e iniciativas que empoderam mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a independência financeira e o poder de decisão pessoal. Dados apontam que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também sua comunidade e a sociedade, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.
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Durante o mês da Consciência Negra, o Preto Cozinha apresenta um menu degustação inédito que conecta a culinária da Bahia às raízes da África Ocidental. Idealizado pelo chef Rodrigo Freire, em parceria com o chef e antropólogo culinário nigeriano Ikenna Akwuebue, o projeto propõe uma travessia sensorial e histórica, traduzida em pratos que revelam os vínculos entre tradições africanas e brasileiras.
As receitas, como acarajé e jollof, domoda e suya, são reinterpretadas com rigor técnico e o toque de fogo característico da cozinha de Freire. Cada etapa da degustação foi pensada para recontar histórias de ancestralidade, resistência e trocas culturais, convidando o público a refletir sobre as conexões entre identidade e sabor.
Batizado de “Bahia – África Ocidental”, o menu é uma conversa entre técnicas, ingredientes e memórias. O percurso passa por seis tempos que trazem: Pão assado no carvão com manteiga de Shito (pão artesanal defumado, servido quente com manteiga Shito aveludada — uma mistura rica de pimenta ganesa, frutos do mar secos e especiarias); duas entradas, sendo a primeira Agoyin & Acarajé (um diálogo entre Lagos e Salvador. Agoyin: mousse aveludado de feijão-fradinho no estilo nigeriano com óleo de dendê e chips de banana-da-terra. Acarajé: bolinho icônico baiano de feijão-fradinho com emulsão de vatapá. Juntos, contam a história das viagens através do Atlântico — de sabor, resistência e reencontro); e a segunda entrada, Jollof Kaklo (bolinhos crocantes de jollof com crosta de farofa, servidos com emulsão de jollof — uma homenagem divertida ao prato mais querido e disputado da África Ocidental: o arroz jollof).
Já entre as opções de prato principal, é possível escolher entre o Domoda da Gâmbia (curry de abóbora e amendoim cozido lentamente, enriquecido com coco e gengibre, equilibrado com tamarindo e finalizado com um quenelle de sorvete de coco); o Pirão de Mandioca e Peixe (mandioca cremosa com peixe branco e ensopado de legumes); o Tagine de Cordeiro Suya (cordeiro marinado em especiarias suya, cozido lentamente com ameixas, aromáticos do norte da África e cebolas tostadas); ou a Carne de Vaca Envelhecida & Asaro de Batata-Doce (carne grelhada servida com asaro de batata-doce em molho de pimentão e óleo de palma, jus de vinho de palma, rof e cebolas crocantes). Há ainda a pré-sobremesa: Sorvete de Manga & Nibs de Cacau — sorvete de manga vibrante com nibs de cacau torrados, oferecendo um contraste vivo de acidez, doçura e crocância; e a sobremesa: Bolo de Cenoura & Mousse de Baobá — bolo de cenoura úmido e aromático com mousse leve de baobá, uma celebração da antiga Árvore da Vida da África.
Mais do que uma experiência gastronômica, o projeto é um gesto de reconhecimento e valorização da cultura negra na gastronomia. A parceria entre Rodrigo e Ikenna também propõe um diálogo contemporâneo sobre o papel da cozinha como espaço de memória, aprendizado e reconstrução simbólica. O Preto Cozinha, conhecido por sua abordagem autoral e afetuosa, transforma o mês de novembro em palco para uma celebração que é, ao mesmo tempo, ritual e manifesto.
O menu estará disponível de 18 a 28 de novembro, com duas opções: R$ 570 por pessoa (com harmonização) e R$ 327 (sem harmonização). As vagas são limitadas, e as reservas devem ser feitas diretamente com o restaurante.
Serviço Preto Cozinha apresenta menu: Bahia – África Ocidental Período: 18 a 28 de novembro Valor: R$ 570 (com harmonização) ou R$ 327 (sem harmonização) Local: R. Fradique Coutinho, 276 – Pinheiros Reservas: (11) 99114-3539 Instagram: @pretocozinha
Sobre o Preto Cozinha Rodrigo Freire, o Preto. Nascido e criado em Salvador, BA. Cozinheiro autodidata, inaugurou em 2022 o restaurante que tem o mesmo nome de seu apelido de infância, o Preto, no bairro de Pinheiros. Sua culinária é autoral focada em técnicas ancestrais misturadas com alta gastronomia, que mistura componentes africanos, portugueses e indígenas. Formado em direito, antes de se enveredar na culinária, foi executivo de multinacionais na lista das 500 maiores empresas do mundo. Em 2022 foi indicado a Chef revelação pela Revista Veja, no mesmo ano recebeu o prêmio Taste and Fly, que premia os 10 melhores restaurantes inaugurados no ano. Recentemente foi citado pela renomada WGSN, puxando a fila como hype na gastronomia, além de estar em 36º lugar, da lista da Revista Exame entre os 100 melhores restaurantes brasileiros, o Preto recebeu todos esses méritos, antes de completar um ano de vida. Além da gastronomia ímpar, o Preto Cozinha promove ainda o Preto Sunday Sunset, com DJs renomados em todos os domingos a tarde, reunindo boas comida, bebida e música.
Sobre o chef Ikenna Akwuebue Ikenna Akwuebue é uma voz ousada da culinária africana contemporânea — chef e antropólogo culinário cujo trabalho atravessa continentes. Conhecido por sua abordagem guiada por narrativas, Ikenna ganhou reconhecimento por meio de jantares imersivos em formato pop-up, criação de conceitos para restaurantes e defesa do uso de ingredientes indígenas e pouco explorados. Educador apaixonado, Ikenna desenvolveu programas de formação de chefs na School of Culinary Arts, em Gana, e liderou a equipe do eco-lodge Meet Me There, onde criou um menu hiperlocal baseado em sustentabilidade e responsabilidade ambiental. Seu impacto se estende globalmente: coautor do livro The Contemporary African Kitchen, ao lado do vencedor do Prêmio James Beard, Alexander Smalls, ele também já apresentou seu trabalho em festivais gastronômicos internacionais, como a Churrascada, no Brasil, entre outros. Atualmente, Ikenna está à frente do Kumba, uma cozinha experimental nômade que destaca a gastronomia africana contemporânea — rompendo fronteiras e usando a comida como ferramenta de preservação cultural, inovação e transformação social. |
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Completando oito anos, a Casé Fala dá mais um passo em sua trajetória e apresenta uma nova identidade visual e um novo posicionamento. A agência, que transformou ao longo de quase uma década um ecossistema de vozes intelectuais em uma plataforma estratégica de comunicação, celebra o marco com um rebranding assinado pelo Estúdio Radiográfico, que traduz, em linguagem visual, o momento de consolidação e expansão da empresa. A solidez da Casé Fala nasce da experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas de atuação no mercado de comunicação. Fabiana Oliva e Patrícia Casé unem conhecimento, sensibilidade e visão estratégica que se traduzem em projetos capazes de mover pessoas, fortalecer marcas e transformar narrativas. Mais do que criatividade, a agência encara a comunicação como disciplina de negócios: planejamento estratégico, governança e curadoria de linguagem, convertendo conteúdo e discurso em oportunidades e parcerias sustentáveis para clientes. O reposicionamento, desenvolvido com base em um estudo de marca e storytelling conduzido por Filipe Techera, reflete uma decisão estratégica nascida do olhar das próprias fundadoras sobre maturidade e repertório. “Foram oito anos para amadurecer, fortalecer, consolidar um elenco robusto e criar projetos de conteúdo que nos enchem de orgulho.”, afirma Patrícia Casé, cofundadora. Para a também cofundadora, Fabiana Oliva, “o novo momento da Casé Fala reflete exatamente isso — uma agência mais madura, contemporânea e preparada para o futuro da comunicação. Mas, que se mantém firme nos pilares que nos sustentam: diálogo, relevância e resultado.” A agência tem em seu portifólio projetos como a cocriação do videocast Substantivo Feminino, com YouTube, atualmente em sua segunda temporada, além da consultoria de diversidade e cocriação de ativação digital em projetos como o lançamento dos filmes Pantera Negra: Wakanda Forever; e A Mulher Rei, com presença da Viola Davis ao Brasil. Na área de agenciamento, a Casé Fala conta com nomes consolidados em seus segmentos, como Ana Fontes, Regina e Benedita Casé, Ronaldo Lemos, Rene Silva, Paulo Rogério Nunes, Denise Hills e Mary Del Priori, entre outros igualmente relevantes. O estudo de reposicionamento mapeou territórios de discurso, segmentou ofertas e desenhou desdobramentos editoriais, de modo que a nova identidade visual dialogasse com um roteiro de conteúdo coerente — não apenas um novo rosto, mas um novo vocabulário para as ações de mercado. A execução visual, a cargo do Radiográfico, traduziu esses eixos em uma linguagem gráfica que valoriza a tipografia como elemento central, o contraste entre preto e branco e pontos de cor que mantêm a contemporaneidade da marca. “Percebemos que a fala como imagem deveria ser o ponto central; a tipografia passou a funcionar como eixo — é ela que traduz visualmente a ideia de vozes fortes”, explicam Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia, sócios do Radiográfico. O resultado é uma identidade que afirma autoridade editorial e visão estratégica, preservando o reconhecimento conquistado ao longo dos anos. Mais informações: https://casefala.com.br/ |