Piselli Brasília celebra o Mês da Mulher com coquetel especial

NETWORKING, CELEBRAÇÃO E HOMENAGEM À SÓCIA OPERADORA DA UNIDADE MARCAM A DATA NO RESTAURANTE

 

Em comemoração ao Mês da Mulher e à essência feminina, o Piselli Brasília promove no dia 12 de março, entre 17 e 20h, um coquetel exclusivo para homenagear mulheres que inspiram e se destacam em diferentes áreas de atuação na capital federal.

O encontro, que enaltece a importância das mulheres na construção de uma sociedade plural e inovadora, reunirá empresárias, lideranças, formadoras de opinião e influenciadoras, que movimentam os mais diversos setores de Brasília, em uma ocasião dedicada à celebração do protagonismo feminino. As convidadas serão recebidas com uma curadoria gastronômica especial, traduzindo a essência do restaurante por meio de clássicos da culinária italiana, ingredientes frescos e combinações sofisticadas, além da atmosfera elegante e do serviço impecável do Piselli.

Mais do que brindar conquistas e fortalecer conexões, o evento também reforça o comprometimento do Piselli Brasília com iniciativas que valorizem a força feminina e sua representatividade no mercado de trabalho. Na ocasião, será homenageada a sócia da casa, Joyce Oliveira – celebrando não apenas uma conquista individual, mas um passo significativo na construção de um ambiente cada vez mais plural, inspirador e alinhado aos valores do restaurante, que estimula lideranças, reconhece talentos e incentiva histórias capazes de transformar o cenário empresarial.

“O protagonismo feminino está cada vez mais forte e é inspirador acompanhar a evolução, o poderio e as conquistas das mulheres, isso é maravilhoso! Ao lado da minha esposa, Renata Pereira, queremos homenagear todas as mulheres da cidade, e também aproveitar esse momento simbólico para reconhecer a dedicação de Joyce Oliveira como sócia do Piselli Brasília e diretora executiva do Grupo. Com uma carreira brilhante, ela integra nossa equipe há quase 20 anos, tendo iniciado sua trajetória como hostess e crescido conosco, tornando-se peça fundamental na construção de nossa história e, com certeza, o Piselli Brasília não existiria sem o seu trabalho excepcional”, comemora o sócio proprietário, Juscelino Pereira.

Inédita, Virada da Empreendedora vai percorrer o Brasil capacitando e conectando mulheres

A Rede Mulher Empreendedora (RME), primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino no Brasil, anuncia o lançamento da Virada da Empreendedora, movimento nacional que levará capacitação, conexões e oportunidades de negócio a mulheres de diferentes regiões do país. Em 2026, a Virada da Empreendedora desembarca em Brasília, Rio de Janeiro, Recife e São Paulo. A previsão é que, em 2027, o projeto chegue também a Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e Belém, ampliando ainda mais seu alcance territorial.

A criação do projeto nasce a partir de um pedido da comunidade de milhares de empreendedoras da RME e de uma demanda histórica do público do Festival RME, considerado o maior evento de empreendedorismo feminino do Brasil. Ao longo dos anos, o festival passou a receber caravanas de diversas regiões, reforçando o desejo por edições descentralizadas. Em comemoração aos 16 anos da RME, esse pedido se transforma agora em realidade.

“A Virada da Empreendedora nasce da escuta ativa das mulheres que já fazem parte da nossa rede. São empreendedoras que já começaram seu negócio ou estão precisando só do empurrão inicial e precisam de direção estratégica para avançar. Nosso papel é apoiar essa virada de chave, oferecendo método, rede de apoio e oportunidades reais de desenvolvimento”, afirma Ana Fontes, fundadora e CEO da Rede Mulher Empreendedora.

A iniciativa contempla mulheres que começaram ou desejam começar agora, assim como aquelas com negócios mais estruturados que buscam crescer, ganhar clareza estratégica, posicionar-se melhor e escalar seus negócios. São empreendedoras em fase de transição entre a execução e a consolidação, interessadas em planejamento, estratégia e apoio coletivo para transformar seus projetos em negócios sustentáveis e fontes reais de renda.

O projeto também se abre a mulheres que desejam iniciar um negócio, atuar no ambiente digital ou apenas gerar renda extra, além daquelas interessadas em conteúdos relacionados a carreira, autoconhecimento, capacitação e mentorias.

“Nosso objetivo é ajudar essas mulheres a fazer a virada de chave, proporcionando algumas das principais ferramentas que precisam para isso, especialmente com foco na expansão das vendas”, reforça Ana Fontes.

Virada da Empreendedora

A programação inclui:

  • Feira de negócios com empreendedoras locais
  • Mentorias com especialistas
  • Salas de conteúdo e workshops práticos

Cada edição da Virada da Empreendedora deve impactar cerca de 300 mulheres, totalizando 2.400 participantes ao longo do projeto. O evento acontece no formato de um dia e meio, com programação na sexta-feira à noite e atividades intensivas no sábado ao longo de todo o dia.

No eixo B2B, a Virada da Empreendedora se conecta a empresas de alcance nacional ou com atuação local, cujos produtos e serviços possam ser direcionados ao público feminino – ainda mais para empreendedoras. Entre os segmentos prioritários estão beleza e cuidados pessoais, moda, saúde e bem-estar, tecnologia, varejo, financeiro — incluindo bancos, fintechs e seguradoras; alimentação e bebidas, e serviços digitais, como e-commerce e marketplaces. O projeto se apresenta como uma plataforma estratégica para marcas que desejam gerar impacto social, fortalecer sua conexão com mulheres empreendedoras e atuar no desenvolvimento econômico local.

Datas e locais – 2026

  • Brasília (DF) – 20 e 21 de março
  • Rio de Janeiro (RJ) – 22 e 23 de maio
  • Recife (PE) – 21 e 22 de agosto
  • São Paulo (SP) – 27 e 28 de novembro

 

Serviço

O que: Virada da Empreendedora
Realização: Rede Mulher Empreendedora (RME)
Apoio: Instituto RME

Ingressos: www.viradadaempreendedora.net.br

 

Brasília (DF)Data: 20 e 21 de março de 2026

Rio de Janeiro (RJ)Data: 22 e 23 de maio de 2026

Recife (PE)Data: 21 e 22 de agosto de 2026

São Paulo (SP)Data: 27 e 28 de novembro de 2026

 

Formato: Evento presencial com duração de 1 dia e meio
– Sexta-feira: das 18h às 22h
– Sábado: programação em período integral

 

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15,6 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

Crédito da foto: Ana Paula Silva

Isa Silva abre sua primeira loja pop-up no Pelourinho, em Salvador

A estilista baiana Isa Silva abriu, no dia 23 de janeiro, sua primeira loja pop-up no Pelourinho, um dos espaços históricos e mais visitados de Salvador. A loja funciona dentro da Vale do Dendê, hub de inovação, cultura e economia criativa, reforçando o diálogo entre moda autoral, território e identidade cultural.

Pensado como um Espaço Conceito, o pop-up traduz o universo criativo da marca em um ambiente que une moda, cor, afeto e pertencimento. O projeto de arquitetura de interiores é assinado pelo escritório Fernanda Perez Interiores e valoriza a temporalidade do formato pop-up sem abrir mão da identidade da marca, criando um espaço acolhedor, fluido e convidativo, guiado pelo manifesto: “Acredite no Seu Axé”. O RP do projeto é assinado por Marcos Preto.

A abertura marca o retorno de Isa Silva a Salvador em pleno alto verão, após um momento de forte expansão da marca, que passou por rebranding, ganhou nova identidade visual desenvolvida pelo Coletivo Designer, e avançou em sua internacionalização, com desfile em Paris e vendas em Lisboa.

A estilista, neste verão, também assina a collab inédita com a CR Joalheria, marca baiana com mais de 30 anos de história e reconhecida nacionalmente por seu DNA cultural e autoral. Pela primeira vez, a tradicional pulseira do Senhor do Bonfim, criada há 21 anos pelo joalheiro Carlos Rodeiro, ganha uma edição especial assinada por um nome da moda brasileira. Batizada de “Acredite no Seu Axé”, a joia propõe uma releitura contemporânea de um dos maiores ícones da joalheria baiana, unindo fé, identidade, pertencimento e criação autoral.

Além da loja e collab, Isa cumpre uma intensa agenda cultural em Salvador, sendo madrinha do Baile da Aclamação e da Festa de Iemanjá, reforçando sua presença como criadora que transita entre moda, cultura, fé e identidade baiana.

“A mudança não pode depender só do esforço individual das empreendedoras”, afirma Ana Fontes na Câmara dos Deputados

A empreendedora social e fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME, Ana Fontes, foi convidada a realizar um pronunciamento na Câmara dos Deputados, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (19), data em que é celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino. Em sua fala, Ana foi direta ao apontar as desigualdades que ainda impedem o avanço das mulheres no ambiente de negócios: “Se somos tantas, por que não avançamos na mesma velocidade em escala, faturamento e impacto econômico? A resposta é clara: porque ainda enfrentamos gargalos estruturais que limitam o nosso potencial.”

A RME é a primeira e maior rede de apoio ao empreendedorismo feminino do Brasil, responsável por colocar o tema no centro das discussões há 15 anos. Hoje, conecta cerca de três milhões de mulheres em todo o País, oferecendo educação, formação, mentoria e acesso a recursos financeiros.

Com base nos dados e pesquisas que conduz há anos, Ana reforçou a necessidade de ação coordenada entre poder público e iniciativa privada. “A mudança não pode depender só do esforço individual das empreendedoras. É preciso coordenação, coragem institucional e políticas consistentes.” Entre os caminhos apresentados, ela destacou a importância de políticas de compras públicas que incluam mulheres, cadeias de valor mais inclusivas, modelos de crédito que compreendam a realidade das empreendedoras e infraestrutura de cuidado, lembrando que “a sobrecarga das mulheres é, sim, uma questão econômica.”

Ao encerrar seu pronunciamento, Ana reforçou o papel estratégico das mulheres na economia brasileira: “A reflexão que deixo é simples: não tratem as mulheres empreendedoras como um projeto social. Enxerguem as mulheres como o que realmente somos: motor de inovação, desenvolvimento e prosperidade para este País.”

Para ela, uma sociedade justa e inclusiva só será possível quando houver condições dignas e oportunidades reais para as mulheres, que são a maioria da população e sustentam milhões de lares.

O pronunciamento marca a participação institucional da RME em um dos debates mais relevantes do País sobre o impacto econômico e social das mulheres empreendedoras. Reconhecida desde 2010 por sua atuação pioneira, a organização considera novembro o mês mais importante do ano e preparou uma ampla agenda nacional para fortalecer o ecossistema de empreendedorismo feminino.

Iniciativas RME

Iniciando as ativações, o lançamento da pesquisa “Empreendedoras e Seus Negócios 2025”, realizada anualmente pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), e do novo fundo de crédito orientado FIRME, – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras. A iniciativa disponibiliza R$ 2,5 milhões em crédito orientado para apoiar mulheres à frente de pequenos negócios em todo o Brasil. Além da chegada do programa Renda e Futuro ao Piauí e campanha entre RME e Whatsapp, na Av. Paulista, no último dia 14.

Ao longo do mês, também acontecerão o Workshop de Inteligência Artificial para Empreendedoras, realizado em parceria com o Insper, no próximo dia 25. Papo com Empreendedoras, no dia 26 – online. O encontro Aliados de Impacto voltado a executivos de ESG, no dia 2 de dezembro. E o tradicional Café com Empreendedoras, que terá edições especiais em diversos estados, reforçando a missão da rede de promover oportunidades, capacitação e conexões para mulheres em todos os estágios da jornada empreendedora.

A última edição do ano, em São Paulo, será realizada no dia 5 de dezembro, na sede da RME.

Agenda RME pelo Brasil – com apoio das Embaixadoras

15/11 

Jantar com Empreendedoras RME em Olinda Nova / Maranhão;

18/11 

Encontro com Empreendedoras em Pontal do Paraná;

19/11

Café com Empreendedoras – Planaltina;

Café com Empreendedoras – Curitiba;

Café com Empreendedoras – Sorocaba e região;

1º Café com Empreendedoras Boa Vista – RO;

Café das Seis – Encontro RME em Ilhéus;

Roda de Conversa RME em Belo Horizonte;

 

22/11

Café com Empreendedoras RME de Santa Maria;

Café com Empreendedoras RME em Rosário;

25/11 

Café com Empreendedoras RME em Belém;

05/12 

Café com Empreendedoras SP, na sede da RME, no dia 05 de dezembro e último do ano.

“Avançar no empreendedorismo feminino significa avançar no desenvolvimento do país. Os desafios que as mulheres enfrentam para empreender, como acesso ao crédito, capacitação e redes de apoio, precisam estar no centro da formulação de políticas públicas. É fundamental que o poder público e a iniciativa privada atuem juntos para garantir condições mais justas e ampliar as oportunidades para milhões de brasileiras”, finaliza Ana Fontes.

 

 

Sobre Ana Fontes

Empreendedora social, fundadora da Rede Mulher Empreendedora (RME) e do Instituto RME. Vice-Presidente do Conselho do Pacto Global da ONU Brasil e Membro do Conselhão da Presidência da República – CDESS. Presidente do W20, grupo de engajamento do G20. Conselheira da UAM/Grupo Ânima. Reconhecida no ranking Melhores Líderes do Brasil da Merco e por prêmios como: Bloomberg 500 mais influentes da América Latina 2024, Melhores e Maiores 2024, Empreendedor Social 2023, Executivo de Valor 2023 e Forbes Brasil Mulheres Mais Poderosas 2019. Autora do livro “Negócios: um assunto de mulheres – A força transformadora do empreendedorismo feminino”.

 

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

A RME promove eventos como o Festival RME (anual) e o Café com Empreendedoras (mensal); também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online, mentorias e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Pesquisa nacional de Empreendedorismo Feminino IRME 2025 aponta necessidade de ampliar recursos e concessão de crédito a mulheres

A pesquisa Empreendedoras e Seus Negócios 2025, realizada anualmente pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) por meio do seu Laboratório de Gênero e Empreendedorismo, e execução da Ideafix, acaba de ser divulgada. Este ano, em sua 10ª edição, o estudo trouxe também dados sobre acesso a crédito no Brasil e se dedicou a compreender os principais desafios e oportunidades para o crescimento dos pequenos negócios femininos.

Em 2025, 57,3% das entrevistadas afirmaram que seus negócios não possuem dívidas. Isso pode indicar que as mulheres estão evitando assumir novas dívidas diante de eventuais riscos econômicos (considerando o cenário socioeconômico global) e que têm pagado suas dívidas em dia, já que apenas 14,6% possuem atrasos. Além disso, a alta negativação pessoal (72,1%) sugere que muitas recorrem ao crédito como pessoa física, mantendo o CNPJ sem restrições.

Entre as mulheres que buscaram crédito ao menos uma vez, a maioria recorreu a bancos privados (52,4%), seguidos por fintechs (39,6%) e bancos públicos (33,2%). Apesar disso, 13,5% tentaram crédito para o negócio apenas uma vez, 21% tentaram mais de uma vez, enquanto 65,5% nunca buscaram esse tipo de apoio.

Bancos públicos e cooperativas de crédito são mais acionados por mulheres com negócios formalizados e interessadas em valores mais altos, geralmente via pessoa jurídica. Já as fintechs se destacam nos empréstimos de menor valor, majoritariamente concedidos a pessoas físicas e, em 60% dos casos, com liberação imediata do crédito. Quando conseguem crédito, 74,5% o fazem como pessoa física, e apenas 35,3% via pessoa jurídica, jogando luz sobre a informalidade entre os empreendimentos femininos. As condições de pagamento, a burocracia, o valor liberado e a confiança nas instituições são os principais fatores considerados na solicitação.

“A desigualdade racial também aparece no acesso: mulheres brancas têm 23% dos pedidos negados, contra 29% das mulheres negras. Além disso, os valores obtidos por mulheres negras tendem a ser menores: 37% delas receberam até R$2 mil, frente a 22% das mulheres brancas. Apenas 6% das empreendedoras negras acessaram empréstimos acima de R$20 mil, ante 20% das empreendedoras brancas”, explica Ana Fontes, empreendedora social e fundadora da Rede Mulher Empreendedora e do Instituto RME.

A pesquisa também mostra que há consistência entre o planejamento e o uso efetivo dos recursos: 55,3% das mulheres que conseguiram crédito o destinaram à compra de materiais e equipamentos, o mesmo sendo observado entre aquelas que planejavam ampliar a produção (24,8%).

 

Crédito negado e formas de discriminação percebidas pelas mulheres

Entre as mulheres que tiveram o pedido de crédito negado, 30,5% relataram ter sofrido algum tipo de discriminação no processo. Esse percentual sobe para 35,5% entre aquelas que ainda aguardavam resposta. As principais motivações citadas foram gênero, raça/cor, classe social, território (periferia ou zona rural) e escolaridade.

Dentre as empreendedoras que tentaram acessar crédito, 26,3% tiveram o pedido negado e 8,6% ainda aguardam retorno. A negativação do nome foi o principal motivo apontado para a recusa (58,5%). Os dados mostram que a não liberação do crédito impactou diretamente o planejamento dos negócios (23,4%) e, em alguns casos, a renda familiar (5,3%).

Perfil das empreendedoras brasileiras em 2025

Quanto à cor/raça, a amostra se dividiu principalmente entre empreendedoras negras (49%) e brancas (48%). A maioria tem entre 30 e 59 anos, com destaque para a faixa dos 40 aos 49 anos. Em média, essas mulheres têm renda mensal de R$2.400, são chefes de família (58,3%) e sustentam outras pessoas com essa renda (69,4%). Nesta edição, o desemprego superou a busca por independência financeira como principal motivação para empreender.Gráfico, Gráfico de linhas

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Perfil dos negócios

O setor de alimentação e gastronomia concentra a maior parte das empreendedoras (19,6%), seguido por beleza, estética e bem-estar (16,7%). Embora sigam em expansão, alguns segmentos ainda têm presença tímida de mulheres, como tecnologia e informação (2,4%), transporte e veículos (1,8%) e turismo (1,5%), indicando a necessidade de ampliar oportunidades e incentivos nesses campos. Nesta edição, o ramo de beleza perdeu espaço, enquanto arte e cultura registraram crescimento na participação feminina.

Gráfico, Gráfico de linhas

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A Pesquisa IRME 2025 foi executada com metodologia quantitativa e qualitativa, com 1.043 mulheres respondentes, sendo 50% base do Instituto Rede Mulher Empreendedora e 50% base da Ideafix (nacional). Além disso, entrevistou representantes de cinco instituições financeiras com atuação no Brasil e na América Latina, com o objetivo de obter mais dados sobre o tema do empreendedorismo feminino e do acesso ao crédito no Brasil. A coleta de dados ocorreu em agosto de 2025.

FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras

O Instituto RME anuncia o lançamento do FIRME – Fundo de Impacto e Renda para Mulheres Empreendedoras. A iniciativa disponibiliza R$ 2,5 milhões em crédito orientado para apoiar mulheres à frente de pequenos negócios em todo o Brasil, com foco nas regiões Norte e Nordeste e em empreendimentos com impacto social e sustentabilidade.

O fundo combina financiamento, capacitação e mentorias individuais para fortalecer os negócios e ampliar o acesso ao crédito. A ação é uma realização do Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME), com apoio da Rede Mulher Empreendedora (RME) e parceria do Banco Pérola, instituição com mais de 16 anos de experiência em microcrédito produtivo orientado.

Serviço

Pesquisa completahttps://institutorme.org.br/lab-irme/

Informações sobre o Fundo (FIRME)firme.net.br

Sobre a RME

Primeira e maior rede de apoio a empreendedoras do Brasil, a Rede Mulher Empreendedora – RME existe desde 2010 e já impactou mais de 15 milhões de pessoas. Criada pela empreendedora social Ana Fontes, a RME tem como missão apoiar as mulheres na busca por autonomia econômica e geração de renda, reforçando sua essência: o espaço é delas. Por meio de capacitações, conteúdo qualificado, conexões, mentorias, acesso ao mercado através de marketplace, programas de aceleração e acesso a capital, a RME transforma histórias e cria oportunidades.

A RME promove eventos anuais como a Mansão das Empreendedoras e o Festival RME; eventos mensais como Café com Empreendedoras e Mentorias; também conta com um programa de aceleração, o RME Acelera, cursos intensivos para quem quer empreender, trilhas de conhecimento online e o programa RME Conecta, que faz a ponte entre negócios de mulheres com grandes empresas para negociação e fornecimento B2B. Em 2017, Ana Fontes resolveu ampliar seus objetivos e criou o Instituto Rede Mulher Empreendedora, focado na capacitação de mulheres em situação de vulnerabilidade.

Sobre o Instituto RME

Fundado em 2017, o IRME apoia e auxilia projetos e iniciativas que empoderam mulheres em situação de vulnerabilidade social, incentivando a independência financeira e o poder de decisão pessoal. Dados apontam que quando uma mulher é empoderada financeiramente, ela não muda só a realidade de sua família, mas também sua comunidade e a sociedade, pois acreditam no poder colaborativo para melhorar o mundo.

Casé Fala celebra 8 anos com rebranding e novo posicionamento

Completando oito anos, a Casé Fala dá mais um passo em sua trajetória e apresenta uma nova identidade visual e um novo posicionamento. A agência, que transformou ao longo de quase uma década um ecossistema de vozes intelectuais em uma plataforma estratégica de comunicação, celebra o marco com um rebranding assinado pelo Estúdio Radiográfico, que traduz, em linguagem visual, o momento de consolidação e expansão da empresa.

A solidez da Casé Fala nasce da experiência acumulada ao longo de mais de duas décadas de atuação no mercado de comunicação. Fabiana Oliva e Patrícia Casé unem conhecimento, sensibilidade e visão estratégica que se traduzem em projetos capazes de mover pessoas, fortalecer marcas e transformar narrativas. Mais do que criatividade, a agência encara a comunicação como disciplina de negócios: planejamento estratégico, governança e curadoria de linguagem, convertendo conteúdo e discurso em oportunidades e parcerias sustentáveis para clientes.

O reposicionamento, desenvolvido com base em um estudo de marca e storytelling conduzido por Filipe Techera, reflete uma decisão estratégica nascida do olhar das próprias fundadoras sobre maturidade e repertório. “Foram oito anos para amadurecer, fortalecer, consolidar um elenco robusto e criar projetos de conteúdo que nos enchem de orgulho.”, afirma Patrícia Casé, cofundadora.

Para a também cofundadora, Fabiana Oliva, “o novo momento da Casé Fala reflete exatamente isso — uma agência mais madura, contemporânea e preparada para o futuro da comunicação. Mas, que se mantém firme nos pilares que nos sustentam: diálogo, relevância e resultado.”

A agência tem em seu portifólio projetos como a cocriação do videocast Substantivo Feminino, com YouTube, atualmente em sua segunda temporada, além da consultoria de diversidade e cocriação de ativação digital em projetos como o lançamento dos filmes Pantera Negra: Wakanda Forever; e A Mulher Rei, com presença da Viola Davis ao Brasil.

Na área de agenciamento, a Casé Fala conta com nomes consolidados em seus segmentos, como Ana Fontes, Regina e Benedita Casé, Ronaldo Lemos, Rene Silva, Paulo Rogério Nunes, Denise Hills e Mary Del Priori, entre outros igualmente relevantes.

O estudo de reposicionamento mapeou territórios de discurso, segmentou ofertas e desenhou desdobramentos editoriais, de modo que a nova identidade visual dialogasse com um roteiro de conteúdo coerente — não apenas um novo rosto, mas um novo vocabulário para as ações de mercado.

A execução visual, a cargo do Radiográfico, traduziu esses eixos em uma linguagem gráfica que valoriza a tipografia como elemento central, o contraste entre preto e branco e pontos de cor que mantêm a contemporaneidade da marca. “Percebemos que a fala como imagem deveria ser o ponto central; a tipografia passou a funcionar como eixo — é ela que traduz visualmente a ideia de vozes fortes”, explicam Olivia Ferreira e Pedro Garavaglia, sócios do Radiográfico.

O resultado é uma identidade que afirma autoridade editorial e visão estratégica, preservando o reconhecimento conquistado ao longo dos anos.

Mais informações: https://casefala.com.br/